Ritos Finais
Avisos: Toda a assembleia sentada. Deverão ser dados da na mesa do comentarista. É o momento mais adequado para breves homenagens, que as comunidades gostam de prestar em dias especiais ou algum comunicado, a divulgação dos eventos religiosos do mês ou algo de interesse à comunidade. É útil uma mensagem final ou uma vivência, na qual se exorte a comunidade a testemunhar pela vida a realidade celebrada.
É o momento oportuno para os parabéns aos aniversariantes da semana e acolher os novos moradores ou visitantes.
• Benção: Toda a assembleia de pé. Parte própria do celebrante. Aqui se faz uma leve inclinação para receber a benção.
• Despedida: Toda a assembleia de pé. Parte própria do diácono ou do celebrante, para que cada qual retorne às suas boas obras, louvando e bendizendo a Deus. Um canto final, se oportuno, embora não previsto pela liturgia, mas suplementar, pode ser entoado e encontrará maior receptividade neste momento, do que mais tarde. Serve para preservar a mensagem e motivar a missão, como um 'canto inicial da missão'. Só se deixa o lugar após o celebrante ter se retirado do altar.
Pode ser um hino a Maria, aos santos padroeiros, ao Espírito Santo, à família, do Sagrado Coração de Jesus, da Campanha da Fraternidade, dos anos temáticos (Ano da Fé, Ano do Laicato) e meses temáticos (mês vocacional, mês da bíblia e mês missionário)
“Na celebração da Missa os fiéis constituem o povo santo, o povo adquirido e o sacerdócio régio, para dar graças a Deus e oferecer o sacrifício perfeito, não apenas pela mão do sacerdote, mas também juntamente com ele. Por isso devem ser evitados qualquer tipo de individualismo ou divisão, a fim de formem um único corpo. Tal unidade se manifesta muito bem quando todos os fieis realizam em comum os mesmos gestos e assumem as mesmas atitudes externas”.
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