sexta-feira, 11 de setembro de 2020

2020 - telejornalismo da Rede Globo (1)

 Globo Repórter[1] é um programa jornalístico semanal brasileiro produzido e apresentado pela Rede Globo que vai ao ar nas noites de sexta-feira, com foco em reportagens sobre comportamento, cultura, turismo, aventura, natureza, ciência, tecnologia, trabalho, meio ambiente, saúde, filosofia, história, religião, literatura, educação, moda, beleza, relacionamentos, família, culinária, gastronomia, empregos, concursos e cursos. Atualmente é ancorado por Glória Maria e Sandra Annenberg. Estreou em 3 de abril de 1973, em substituição ao extinto Globo Shell Especial. Não é exibido na última sexta-feira do ano, sendo substituído pela Retrospectiva, que reprisa notícias que marcaram o ano que se encerra.

Já foi exibido às terças, às quartas, às quintas e até mesmo aos sábados, ficando fixo às sextas em 1990. Atualmente, evita temas considerados quentes, reservando para seu programa homônimo, o Profissão Repórter, preferindo, na maioria das vezes, exibir reportagens sobre língua portuguesa, biologia, história, química e matemática. Isso demonstra que o programa é voltado para um tipo de público que se interessa por temas mais leves.


O canal por assinatura GloboNews reprisa aos sábados as edições do programa. O programa também já chegou a ser reprisado por um certo tempo na faixa da madrugada da Globo. As reprises antecipavam a faixa de jornalismo na programação da emissora.[2][3]



Índice

1 História

2 Apresentadores

2.1 Fixos

2.2 Eventuais

2.3 Ex-apresentadores

3 Prêmios

4 Referências

5 Ver também

6 Ligações externas

História

O Globo Repórter, tal como conhecemos hoje, nasceu da ideia de criar um jornalístico semelhante ao 60 Minutes da CBS News. Porém, como então a Rede Globo não dispunha de estrutura para produzir um programa constituído basicamente de externas, optou por adotar o modelo do extinto Globo Shell Especial e produzir cinedocumentários com narração em off do apresentador.[4]


Apresentadores

Fixos

Glória Maria (desde 2019)

Sandra Annenberg (desde 2019)

Eventuais

Berto Filho (1973-1982 / 1987-1989)

Celso Freitas (1977-1983 / 1996-2004)

Carlos Campbell (1980-1989)

Eliakim Araújo (1983-1989)

Renato Machado (1996-1999)

Alexandre Garcia (1999-2009)

César Tralli (2008-2009)

Heraldo Pereira (2008-2010)

Alan Severiano (2009)

Glória Maria (2010-2019)

Ex-apresentadores

Sérgio Chapelin (1973-1983 / 1986-1989 / 1996-2019)

Berto Filho (1983-1986)

Celso Freitas (1989-1996)

Prêmios

1973 –Troféu APCA de melhor programa telejornalístico.

1974 –Troféu APCA.

1982 – Medalha de prata no Festival Internacional de Filme e TV de Nova York pelo programa Amazônia, dirigido por Paulo Gil Soares.

1983 – Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos pelo programa especial Os assassinos do procurador, sobre o escândalo da Mandioca.

1984 – Prêmio do III Encontro Internacional do Meio Ambiente e Natureza na França para a reportagem do repórter Antônio Carlos Ferreira sobre a poluição de Cubatão.

1986 – Prêmio do Festival Internacional de Televisão em Sevilha, na Espanha, pela reportagem de Ernesto Paglia contando a história de Mário Juruna.

1989 – Prêmio Líbero Badaró, categoria de telejornalismo, pela reportagem Roubo de automóveis, de Domingos Meirelles.

1992 – Prêmio Rei de Espanha para o programa Marcados para morrer, sobre a violência no Estado do Pará, com reportagens de Domingos Meirelles, com direção de Jotair Assad.

1993 – Melhor programa jornalístico segundo a Agência TV Press.

1994 – Vladimir Herzog e Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito para a reportagem Morte no trânsito, do repórter Carlos Dornelles, com direção de Suzy Altmann; diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do menor, de Marcelo Rezende e José Raimundo.

1995 – Prêmio Caixa Econômica Federal de Jornalismo Social, pela reportagem Desaparecidos políticos de Caco Barcellos; Vladimir Herzog, categoria de melhor reportagem para a TV pela reportagem Extermínio de menores, de Carlos Dornelles, dirigido por Cristina Piasentini.

1996 – Melhor Programa Jornalístico segundo a Associação Paulista dos Críticos de Arte; Vladimir Herzog na categoria reportagem para TV, pela reportagem Riocentro – 15 anos depois, de Caco Barcellos, com direção de Claufe Rodrigues.

1997 – Prêmio Criança e Paz – Betinho 97 concedido pela Unicef pela reportagem Trabalho infantil, de Marco Uchoa; menção honrosa do Festival de Filmes da Vida Selvagem, nos Estados Unidos, pela mensagem de conservação do meio ambiente da reportagem Pescaria, de Ciro Porto.

1998 – Vladimir Herzog na categoria reportagem para a TV, por Pais que sequestram da repórter Isabela Assumpção.

1999 – Prêmio da Comissão de Meio Ambiente do Parlamento Latino Americano para a reportagem Biopirataria de Beatriz Thielmann e Ana Dornelles.

2000 – Prêmio Previdência Social para a reportagem Caça fraudadora, de Roberto Cabrini.

2000 – Prêmio Ministério do Meio Ambiente de Jornalismo, na categoria TV, para a reportagem Água, de Caco Barcellos e Francisco José.

2003 – Prêmio Qualidade Brasil de melhor programa jornalístico.

2004 – Prêmio Imprensa Embratel e Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho pela reportagem Kuarup/Xingu, de Ivaci Matias.

2005 – Prêmio Alexandre Adler de Jornalismo em Saúde para a reportagem Células-tronco, dos repórteres Graziela Azevedo e Jorge Pontual, com menção honrosa para a Obesidade infantil, de Ernesto Paglia e Graziela Azevedo.

2011 – Prêmio do Festival Brasileiro de Aventura, Turismo e Sustentabilidade, na categoria Reportagem em vídeo, para Patagônia: uma aventura gelada, de Rosana Marchetti, da RBS TV, afiliada da TV Globo.


Via Brasil é um programa de televisão produzido e exibido pela GloboNews. O programa mostra reportagens com curiosidades e lugares do Brasil e suas várias riquezas: na arquitetura, culinária, artesanato, música, costumes, esportes, festas, belezas naturais, etc. É exibido pela GloboNews desde 1996, e desde o dia 25 de abril de 2015 passou a ser reapresentado na Rede Globo aos sábados às 6h00,[1] além de ser exibido, desde 29 de abril de 2018, aos domingos pela NSC TV, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, seguido do programa Nossa Santa Catarina, no lugar dos programas da RBS TV do Rio Grande do Sul.


O programa foi apresentado por grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Celso Freitas e Ana Paula Araujo.[2] Hoje é apresentado por Renata Capucci, que assumiu em 11 de maio de 2019, com a saída de Luiza Zveiter para o Entretenimento da Globo.[3][4]


De 2006 à 2012, o Via Brasil já foi exibido na faixa do Bom Dia Praça na TV Globo Nacional, que é captado em todo Brasil somente por parabólicas.


Apresentadores

Celso Freitas (1996-1998)

Vanessa Riche (1999-2004)

Maria Paula Carvalho (2005-2013)

Ana Carolina Raimundi (2009-2012)

Luciano Cabral (2013-2015)

Joana Calmon (2016)

Gabriela Ferreira (2016)

Luiza Zveiter (2016-2019)

Renata Capucci (2019-presente)


Como Será? é um programa jornalístico semanal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo, sendo apresentado por Sandra Annenberg.[1] Estreou em 9 de agosto de 2014[2], nas manhãs de sábado, das 6h às 8h. Em 25 de abril de 2015, seu horário mudou para 7h às 9h. Com 275 programas exibidos e mais de 400 horas no ar, teve seu fim anunciado no dia 2 de dezembro de 2019[3]. A partir de 21 de março de 2020, em virtude das alterações na programação devido à pandemia do COVID-19, estão sendo exibidas reprises no horário das 5h50min às 6h50min.


Também é exibido aos domingos na GloboNews às 6h e no Futura às 15h do mesmo dia.[4][5][6]



Índice

1 História

2 Equipe

2.1 Apresentação

2.2 Repórteres

3 Referências

4 Ligações externas

História

Em 2014, a direção da Rede Globo decidiu criar um programa único que juntasse todos os assuntos abordados em suas atrações segmentadas dos finais de semana. Em 9 de agosto entrou no ar o Como Será?, abrangendo assuntos de educação, ecologia, ciência e projetos sociais, absorvendo os conteúdos que antes eram divididos nos programas Globo Ação, Globo Ciência, Globo Ecologia, Globo Educação e Globo Universidade – que foram extintos.[7] Max Fercondini, que apresentava o Globo Ecologia, bem como os demais apresentadores dos programas extintos foram remanejados para o novo formato, tornando-se repórteres, enquanto Sandra Annenberg, do Globo Ciência e Globo Educação ficou responsável pela apresentação.[8]


O programa teve inúmeros quadros e séries marcantes. Citando algumas: Choque Ambiental, Qual Vai Ser?, Hoje é Dia de..., Expedição Espiritual, Nos.Doc, Comida do Futuro, Econsumo, #tmj, Expedição Urbana, Atlântico, Toque de Mestre, Expedição Digital, Terra Vista do Espaço, Engajadxs, Amor Animal, Expedição Água, América do Sul sobre Rodas, etc.


O Programa foi cancelado em 2 de dezembro de 2019, data da exibição de sua última edição inédita. A partir de 9 de dezembro de 2019 passaram a ser exibidas reprises do programa.[9]


Equipe

Apresentação

Sandra Annenberg

Repórteres

Júlia Bandeira

Alexandre Henderson

Helena Lara Resende

Rodrigo Coutinho

Mariane Salerno

Renato Cunha

Paulo Mario Martins

Max Fercondini (2014–16)

Amanda Richter (2014–16)


Pequenas Empresas & Grandes Negócios,[2] ou PEGN (anteriormente Pequenas Empresas, Grandes Negócios), é um programa de televisão sobre empreendedorismo e economia apresentado nas manhãs de domingo pela Rede Globo desde 3 de janeiro de 1988, sendo realizado pela Rede Globo, tendo como apresentadora a atriz Cristina Prochaska. A partir de 1990, produzido no Rio de Janeiro, a apresentação passou a ser de Esther Jablonski. Em 1992, a produção foi transferida para São Paulo. O programa completou 1000 edições em 2011. Esther ficou até 10 de maio de 2015 onde deixou a atração. No dia 17 de maio a atração ganhou novos cenários e também nova apresentadora, Lilian Fernandes[3] e passou a ser transmitido em HD. É a versão televisiva da revista homônima. [4]



Índice

1 Sinopse

2 Apresentadores

3 Ver também

4 Referências

5 Ligações externas

Sinopse

As reportagens feitas, em todas as regiões do Brasil, mostram os desafios de quem monta uma empresa, as oportunidades e as dicas para o sucesso de um negócio. São exemplos de brasileiros idealistas, que venceram desafios e usaram a criatividade para criar pequenas e médias empresas.


O objetivo do programa é apresentar histórias de sucesso de empresas, que, graças a ideias inovadoras de seus proprietários ou colaboradores, ganharam destaque no mercado em que competem.


Apresentadores

Desde sua estreia na TV, em 1988, Esther Jablonski foi a apresentadora que ficou mais tempo na frente do dominical, de 1990 até 10 de maio de 2015. Pouco depois de assumir o programa, o mesmo ficou fora do ar de 1990 até 1992, devido ao mau momento econômico do país durante o governo Collor, retornando em 15 de março de 1992 e está no ar ininterruptamente, sendo produzida pela Gtec. Esther Jablonski foi a segunda apresentadora mais antiga da Rede Globo (25 anos), ficando atrás apenas de Sérgio Chapelin, no Globo Repórter, exibido desde 1973.[5][6]


Televisão

Ano Apresentador

1988 - 1990 Cristina Prochaska

1990 - 2015 Esther Jablonski

2015 - presente Lilian Fernandes


Globo Rural é um telejornal rural matutino brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo nas manhãs de domingo. Retrata o universo do campo, apresentando notícias que interessam ao agricultor, como notícias do agronegócio, eventos sobre agropecuária, receitas e dicas de tratamento de espécies animais e vegetais. Estreou em 6 de janeiro de 1980 sob o comando de Carlos Nascimento. Atualmente é apresentado por Nélson Araújo e Helen Martins. É a versão televisiva da revista homônima.


O programa teve uma edição diária, que estreou no dia 9 de outubro de 2000, às 06h30, com apresentação de Rosana Jatobá.[1] Em abril de 2003, a jornalista Priscila Brandão assumiu a apresentação diária, durante um período de licença da mesma, Kelly Varraschim assumiu a função em julho de 2007. Já de 2009 a 2014 o Globo Rural diário foi apresentado por Ana Paula Campos e, durante a licença-maternidade e as férias desta, por Cristina Vieira.



Índice

1 História

1.1 A primeira década

1.2 A segunda década

1.3 A terceira década

1.4 A quarta década

1.5 Globo Rural diário

2 Profissionais que passaram pelo programa

3 O Programa

3.1 Programas especiais

4 Apresentadores

4.1 Eventuais

5 Audiência e repercussão

6 Prêmios

7 Ver também

8 Referências

9 Ligações externas

História

A primeira década

A concepção do programa começou em 1979, quando o jornal era chamado pelo apelido jocoso de "Mandioca News" nos bastidores da Globo[2]. A estreia foi em 6 de janeiro de 1980 com a apresentação de Carlos Nascimento e sessão de cartas por Silvia Poppovic. Foi o primeiro telejornal sobre agronegócio e vida no campo no Brasil.


Durante sua fase inicial, nem sequer dispunha de estúdio próprio: as edições eram gravadas na madrugada de sexta-feira para sábado, quando vagava o espaço disponível na emissora de São Paulo.


Todo branco, sem o logotipo do programa, o primeiro cenário do Globo Rural era simples, composto de poucos elementos cenográficos: apenas uma pequena bancada e uma mesa, ambas feitas de plástico transparente imitando vidro. Pequenos detalhes da decoração – como dois cinzeiros em cima da mesa e paletós pendurados no encosto das cadeiras – evocavam o ambiente de uma redação de jornal.


Em 3 de agosto de 1980, a duração do programa foi estendida de 30 para 60 minutos. Atualmente tem duração de 45 minutos, desconsiderando os comerciais[3][4]. A primeira matéria internacional foi sobre um cultivo de maçãs na Argentina[5].


Em 1982, o Globo Rural passou a ser apresentado por Wellington de Oliveira e Sérgio Roberto Ribeiro que substituíram Carlos Nascimento na apresentação. A editora Olga Vasone assumiu a sessão de cartas[6].


No início de 1982, o programa também ganhou novo cenário, com uma bancada única feita de madeira e com plantas como parte da decoração. Em novembro de 1983, a edição número 200 do Globo Rural inaugurou um novo cenário criado pelo cenógrafo Jean Philippe Therene. Fotografias relacionadas com a vida agrícola, com plantações e trabalhadores rurais, decoravam as paredes do fundo. A bancada dos apresentadores e outras peças da cenografia foram construídas com madeiras de cedro, ipê e pinheiro.


Com o sucesso do programa, foi criada em 1985 a revista Globo Rural.


Em 1988, William Bonner esteve na bancada do Globo Rural por alguns meses. Ele apresentava o 'SPTV' e gravava o Globo Rural às sextas-feiras à noite. Saiu em junho do mesmo ano para trabalhar no Jornal Hoje.


A segunda década

Em 1990, a equipe e a redação do Globo Rural ganhou o reforço do jornalista Nélson Araújo que acumulou as funções de produtor, repórter, editor e apresentador. Em 1995, a repórter Helen Martins se juntou ao time, inicialmente na apresentação e editoria da sessão de cartas e o repórter Vico Iasi, que trabalhava no CBN Campo – um programa de rádio sobre agronegócios fruto de uma parceria do Globo Rural e a rádio CBN Campinas –  passou a fazer reportagens para o telejornal.


No ano seguinte a atração passou por reformulações e Helen e Nelson passaram a apresentar o programa por completo, inclusive a sessão de cartas. Em 1999, o programa chegou a sua milésima edição.


A terceira década

A partir de 2000, o Globo Rural estreou cenário novo, aludindo aos quatro elementos da natureza: ar, terra, água e fogo. A parede do fundo foi decorada com painéis com fotos de plantações, fogueiras e rios. A antiga bancada de madeira deu lugar à outra, feita com aço e vidro. À esquerda dos apresentadores, um monitor de vídeo prateado é usado no quadro de meteorologia. O cenário é assinado pelo diretor da editoria de Arte da Central Globo de Jornalismo Alexandre Arrabal, o ilustrador-chefe Andrei Jiro e o arquiteto ilustrador Fábio Figueiredo.


A quarta década

Em 25 de abril de 2010, a atração ganhou novos cenários que visavam atrair, cada vez mais, o telespectador ao programa. Cada cor do novo cenário simboliza os quatro elementos da natureza: o marrom e o verde simbolizam a terra; o azul do céu simboliza o ar; o amarelo e o avermelhado do horizonte simbolizam o fogo; e a água é representada pelo azul presente na bancada do telejornal.


Em 2 de dezembro de 2013, o Globo Rural passou a ser exibido em alta definição, bem como todos os telejornais e programas jornalísticos da emissora.


Em 27 de abril de 2014, o Globo Rural ganhou um novo cenário com muitas novidades como um telão touch screen de 65 polegadas para a exibição de informações sobre eventos agropecuários, cotações de produtos agrícolas, fotos e vídeos enviados pelo público e previsão do tempo e que integra o novo espaço dos apresentadores Nelson Araújo e Helen Martins (edição de domingo) e de Ana Paula Campos (edição de segunda a sexta), trazendo uma releitura dos 34 anos de história do programa.


Em 8 de outubro de 2014 foi anunciado o fim da edição diária do jornalístico, com base na reformulação da grade matinal da Rede Globo, visando a criação do telejornal Hora Um da Notícia e a expansão da duração dos telejornais matutinos locais e do Bom Dia Brasil.[7][8][9] A última edição diária do programa foi ao ar no dia 28 de novembro de 2014.


Em 02 de dezembro de 2018, o programa ganha nova vinheta, trilha, pacotes gráficos e cenário.


Atualmente há flashes do programa nos intervalos comerciais da Globo nas parabólicas, para preencher o espaço destinado às afiliadas da emissora fazerem comerciais. No geral, os boletins são apresentados por Cristina Vieira e por Vico Iasi. [carece de fontes]


Globo Rural diário

Período: 09/10/2000 - 28/11/2014 (edição diária)


A partir do dia 9 de outubro de 2000, após as aulas do Telecurso 2000 (atual Novo Telecurso), o Globo Rural ganhou uma edição diária apresentada pela jornalista Rosana Jatobá, com a previsão do tempo de Lúcio Sturmm. Com 15 minutos de duração, o programa foi ao ar de segunda a sexta-feira, às 6h15, informando em tempo real sobre as cotações diárias do mercado, o andamento das safras e a agenda de feiras agropecuárias, seminários, congressos, exposições de gado e a cobertura meteorológica. 


Além da equipe de São Paulo, o programa passou a contar com outros profissionais comandados por Ana Paula Couto, em Brasília, além das centrais de jornalismo das 127 emissoras ligadas à Globo, entre geradoras e afiliadas. Outra novidade da edição diária foi a participação, ao vivo, da equipe de reportagem até então inédito no programa.


Entre 2003 e 2009, a jornalista Priscila Brandão apresentou a edição diária do Globo Rural e durante um período de licença da mesma, Kelly Varraschim assumiu a função em julho de 2007. Em março de 2009, a jornalista deixou a bancada para atuar como repórter especial do telejornal, sendo substituída por Ana Paula Campos e, durante a licença-maternidade e as férias desta, por Cristina Vieira. No final de 2012, Cristina Vieira passou a apresentar o Globo Rural, durante a licença-maternidade de Ana Paula Campos. O Globo Rural diário ficou no ar até 28 de novembro de 2014. Até esta data a faixa horária do telejornal era ocupada pelas aulas do Telecurso, exibidas pela Rede Globo havia 36 anos e pela edição diária do Globo Rural, que estreara em outubro de 2000. Com o anúncio do Hora Um da Notícia, foi informado que o Telecurso passaria para as plataformas de internet — mantendo a exibição matinal na TV Cultura, Futura, TV Brasil, TV Aparecida e Rede Vida— e o Globo Rural voltou à edição semanal, feita somente aos domingos. Com a estreia do jornalístico, os telejornais locais ganharam meia hora a mais de duração. Para sua implantação e realização, o Hora Um contou com a equipe de produção do antigo Globo Rural diário.


Com a estreia do Globo Rural diário, em 2000, o programa ganhou um novo quadro de meteorologia, apresentado por Lúcio Sturmm, que utilizava imagens dos satélites Góes e Noaa, que permitiam apresentar um mapa com o volume e a distribuição das chuvas em todo o território brasileiro. O mapa das chuvas era apresentado no segundo bloco do programa. Para os blocos seguintes, ficavam reservados os quadros Previsão para Hoje e Previsão para Amanhã, com projeções dos meteorologistas para o dia seguinte e para os próximos cinco e dez dias. Os comentários sobre o tempo foram acompanhados de dicas e sugestões para o produtor rural, como “no Mato Grosso, Goiás e Tocantins, o sol forte e a chuva no fim da tarde deixam o solo perfeito para a germinação da soja” ou  “os produtores de arroz do Rio Grande do Sul devem paralisar as atividades do campo nos próximos dias em consequência do sol apenas no leste do Paraná. Chove nas outras áreas”. Lúcio Sturmm declarou, na época, que o índice de acerto da meteorologia nas regiões Norte e Nordeste chegava a 90%. Nas demais regiões, beirava os 85%.


Profissionais que passaram pelo programa

Entre os profissionais que passaram pelo programa, estão Celso Ming, Joelmir Beting e Lilian Witte Fibe – comentaristas de economia – e Adriano Cação, Roberto Caiado, Fernando Guzzardi e Rodolpho Sky, que eram editores de imagem. Diversos repórteres da Rede Globo, como José Roberto Burnier, também tiveram passagens no Globo Rural.


Atualmente, Camila Marconato, Cristina Vieira e Eliane Rabelo são editoras, ficando encarregadas, respectivamente, de reportagens especiais, das cartas dos telespectadores e da seção de atualidades. Os jornalistas Maurino Marques, Pedro Málaga e Thomaz Kravezuk são os responsáveis pela produção. O assistente de produção é Samuel Reis.


O Programa

O programa é exibido aos domingos, às 08h30, com 60 minutos de duração. O programa recebe cartas de seus telespectadores, que pedem informações sobre o campo, formas de plantação, formas de alimentação etc. O principal repórter do programa é José Hamilton Ribeiro.


Programas especiais

Em seus programas centenários, o Globo Rural é dedicado a um único tema, usualmente sobre importantes plantas para a cultura brasileira.


# Programa Descrição Data de exibição Vídeo

1.800 Batata 8 de fevereiro de 2015 link

1.900 Ipê 22 de janeiro de 2017 link

2.000 Babaçu 13 de janeiro de 2019 link

Apresentadores

Nélson Araújo (desde 1990)

Helen Martins (desde 1995)

Eventuais

Vico Iasi (desde 1998)

Cristina Vieira (desde 2012)

Ana Paula Campos (2014-2017; desde 2020)

Maria Júlia Coutinho (desde 2020)

Audiência e repercussão

O programa é líder de audiência no Painel Nacional da Televisão (PNT) do Ibope, com 9 pontos de média e 43% de participação em abril de 2010; o programa é mais assistido por pessoas de faixa etária entre 25 e 49 anos (44%), por mulheres acima de 18 anos (46%), e a maioria de seu público nacional pertence à classe C (50%) contra 20% das classes D e E, e 30% das classes A e B.[10]


Em sua edição diária o programa brigava décimo a décimo com o Jornal do SBT Manhã e o Notícias da Manhã. Geralmente era líder de audiência no PNT, com 5 pontos de média e 44% de participação em abril de 2010; o programa é mais assistido por pessoas de faixa etária entre 25 e 49 anos (45%), por mulheres acima de 18 anos (44%), e a maioria de seu público nacional pertence à classe C (50%) contra 24% das classes D e E, e 26% das classes A e B.[11]


Retrospectiva é um programa de televisão jornalístico brasileiro transmitido pela Rede Globo, na última sexta-feira de cada ano, como parte especial do Globo Repórter. Foi ao ar pela primeira vez em 1967, como um programa de caráter jornalístico mostrando uma seleção dos principais acontecimentos do ano.



Índice

1 História

1.1 Mudança conceitual

1.2 Variações

1.3 Apresentação e produção

2 Retrospectivas

2.1 Retrospectiva 2019

2.2 Retrospectiva 2018

2.3 Retrospectiva 2017

2.4 Retrospectiva 2016

2.5 Retrospectiva 2015

2.6 Retrospectiva 2014

2.7 Retrospectiva 2013

2.8 Retrospectiva 2012

2.9 Retrospectiva 2011

2.10 Retrospectiva 2010

2.11 Retrospectiva 2009

2.12 Retrospectiva 2008

2.13 Retrospectiva 2007

2.14 Retrospectiva 2006

História

Até o final da década de 1970, prevaleceu uma visão editorial que privilegiava a sequência cronológica dos fatos como critério de escolha e apresentação dos assuntos. A Retrospectiva 1975, dirigida por Marcos Margulies, por exemplo, se dividiu em temas internacionais e nacionais. Entre os assuntos destacados estavam o fim da Guerra do Vietnã, a guerra civil no Líbano e o acordo atômico entre Brasil e Alemanha Ocidental. Já o Retrospectiva 1976 foi dividido em quatro blocos temáticos: a morte de Mao Tse-Tung, os conflitos nos países africanos, as eleições norte-americanas e a situação da América Latina.


Mudança conceitual

No dia 1 de janeiro de 1980 foi ao ar a aventura do homem na década de 70, marco divisor na história do Retrospectiva. O então diretor da Central Globo de Jornalismo, Armando Nogueira, e sua equipe implementaram mudanças em termos estruturais e conceituais, que serviram de referência para a realização dos programas nos anos seguintes.


Armando Nogueira achava que o Retrospectiva não poderia ser meramente um bombardeio de informações, mas uma espécie de reflexão sobre a década a partir das imagens dos seus fatos mais significativos e emocionantes. Para atingir esse objetivo, a saída encontrada foi investir no aspecto humano e evitar a estrutura jornalística tradicional.


Variações

As diferenças entre as Retrospectivas com o passar dos anos residiam na duração e no formato dos programas (alguns eram exibidos em dois ou quatro dias, outros em uma edição única, que podia durar de uma a duas horas); e nos elementos que amarravam os assuntos apresentados.


Muitos programas utilizaram vinhetas com depoimentos de personagens importantes nos fatos do ano. Para falar da primeira visita ao país do Papa João Paulo II, a Retrospectiva 80 ouviu os depoimentos dos escritores Jorge Amado e Adélia Prado e do cantor Luiz Gonzaga. As imagens foram apresentadas sem narração enquanto eram relembradas pelos três entrevistados.


Outros programas utilizaram recursos de dramaturgia, literatura e animação. Na Retrospectiva 87, dirigida por Mônica Labarthe, foram empregadas vinhetas protagonizadas pela mímica Lina do Carmo e produzidas por Ricardo Nauemberg, para apresentar alguns assuntos. Mônica Labarthe também dirigiu a Retrospectiva 88, na qual a diretora de teatro Bia Lessa trabalhou com um grupo de jovens e crianças, dramatizando situações que destacavam o prazer da leitura. Hans Donner criou vinhetas animadas especiais sobre o tema. A atriz Ângela Corrêa, protagonista da minissérie Abolição, leu trechos do livro O poético e o político, de Gilberto Gil, durante o segmento que lembrou os cem anos de abolição da escravatura.


Houve, ainda, programas que estabeleciam uma linha conceitual que costurava os fatos. A Retrospectiva 84, que teve como editoras Margareth Cunha, Anne Polan e Rene Castelo Branco, alinhavou as matérias e os blocos do programa com a inserção de trechos da música 1984, composta por William Prado e cantada por Moreira da Silva. A letra era uma crônica bem-humorada, ao estilo dos sambas-de-breque, dos acontecimentos marcantes no Brasil, especialmente no campo político.


Nos últimos anos, a Retrospectiva tem apostado mais na força das imagens e edição. O apresentador narra os fatos em off e aparece pouco no vídeo.


Apresentação e produção

O número de apresentadores da Retrospectiva variou bastante ao longo dos anos. Em geral, o programa era apresentado por uma dupla. Mas em 1990 e 1991, dez repórteres apresentaram as matérias.


Entre 1996 e 2002, o programa passou a ser apresentado por cinco ou seis duplas de jornalistas, escolhidos entre os principais repórteres e apresentadores dos telejornais e programas da Rede Globo. Renato Machado, Cláudia Cruz, Carlos Nascimento, Sandra Annenberg (atual apresentadora), Sérgio Chapelin, Lilian Witte Fibe, Pedro Bial, Fátima Bernardes, William Bonner, Mônica Waldvogel, Chico Pinheiro e Leilane Neubarth eram inseridos num cenário virtual, no qual se projetavam as imagens dos fatos.


A partir de 2003 até 2009, Sérgio Chapelin voltou a ser o único apresentador do programa.


Outra mudança diz respeito às equipes de produção. Desde 1974, o programa era apresentado como um Globo Repórter especial. Mas as equipes responsáveis não eram fixas, variando de ano para ano, de acordo com as necessidades específicas de cada Retrospectiva. A partir de 1992, entretanto, a produção do programa passou a ficar sob a responsabilidade da equipe do Globo Repórter, dirigida por Silvia Sayão.


Atualmente, é apresentado por Sandra Annenberg e Glória Maria.


Apresentadores - Até 2019

Carlos Nascimento

Sérgio Ewerthon


Lígia Maria


Cid Moreira


Leilane Neubarth


Celso Freitas


Carlos Monforte


Olga Vasone


Fátima Bernardes


Márcio Guedes


Sérgio Chapelin


Augusto Xavier


Nélson Araújo


Glória Maria


Fernando Vannucci


Léo Batista


Leda Nagle


Dárcio Arruda


Sônia Maria


Marcos Hummel


Heron Domingues


Humberto de Oliveira


Luciano do Valle


Emerson Assis


Renato Machado


Cláudia Cruz


Sandra Annenberg


Lilian Witte Fibe


Pedro Bial


William Bonner


Mônica Waldvogel


Chico Pinheiro


Alexandre Garcia


Retrospectivas

Retrospectiva 2019

O Retrospectiva 2019 foi ao ar em 27 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano. Foi a primeira edição apresentada por Sandra Annenberg, que comandou ao lado de Glória Maria.


Mortes de Gugu Liberato, Rubens Ewald Filho, Caio Junqueira, Bibi Ferreira, Jorge Fernando, Fernanda Young, Ruth de Souza, Beth Carvalho, entre outros

Rompimento da Barragem em Brumadinho

Copa América no Brasil, sendo vencida pela Seleção Brasileira

Vitórias do Flamengo no Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores da América

Escândalos envolvendo o Governo Bolsonaro

Incêndio no alojamento do Flamengo

Copa do Mundo de Futebol Feminino na França

Incêndio na catedral Notre Dame

Queimadas na Amazônia e Vazamento de óleo no Brasil

Crise na Venezuela

O 1° ano do mandato de Jair Bolsonaro

Retrospectiva 2018

O Retrospectiva 2018 for ao ar em 28 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Copa do Mundo na Rússia

Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang

Eleição presidencial no Brasil

Prisões resultantes da Lava Jato

Assassinato de Marielle Franco

Time de futebol preso em uma caverna na Tailândia

Incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro

Denúncias de abuso sexual contra o médium João de Deus

Mortes de Stephen Hawking, George H. W. Bush, Stan Lee, Beatriz Segall, Agildo Ribeiro, Eloísa Mafalda, Ângela Maria, Dona Ivone Lara, Maria Esther Bueno, entre outros.

Jair Bolsonaro é eleito Presidente

Retrospectiva 2017

O Retrospectiva 2017 foi ao ar em 29 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Mortes de Paulo Silvino, Marcelo Rezende, Márcia Cabrita, Malcolm Young, Chester Bennington, Tom Petty, Teori Zavascki, Rogéria, entre outros

Independência da Catalunha e conflito com a Espanha

Rebelião em Alcaçuz

O 1° ano do mandato de Donald Trump e ameaças contra a Coreia do Norte

Atentados em Londres e Paris, massacre em Las Vegas e incêndio em Portugal

Novas prisões resultantes da Lava Jato

A polêmica apresentação da performance La Bête no MAM

O sucesso da novela A Força do Querer

O sucesso de Anitta e Pabllo Vittar

Retrospectiva 2016

O Retrospectiva 2016 foi ao ar em 30 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Mortes de David Bowie, Prince, Domingos Montagner e Orival Pessini

Protestos contra o Governo pelo Brasil

Impeachment da Presidente Dilma Rousseff e posse do Vice Presidente Michel Temer

Eleição do presidente Donald Trump

Panamá Papers

Olimpíadas no Rio de Janeiro

Queda do avião da Chapecoense

Retrospectiva 2015

O Retrospectiva 2015 foi ao ar em 30 de dezembro (quarta-feira), destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Mortes de Marília Pera, Inezita Barroso, Antônio Abujamra e Leonard Nimoy

Escândalo da FIFA

Jogos Pan-Americanos de Toronto

Atentado terrorista na Turquia

Tragédia em Mariana-MG

Atentado de 13 de Novembro em Paris

Retrospectiva 2014

O Retrospectiva 2014 foi ao ar em 26 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Copa do Mundo no Brasil

Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi na Rússia

Mortes de Eduardo Campos, Ariano Suassuna, Robin Williams, Hugo Carvana e Roberto Gomez Bolaños

Bombardeios dos EUA contra o Estado Islâmico

Eleições presidenciais no Brasil

Operação Lava-Jato

Retrospectiva 2013

O Retrospectiva 2013 foi ao ar em 27 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.


Incêndio em Santa Maria-RS

Renúncia do Papa Bento XVI e eleição do Papa Francisco

Atentando na Maratona de Boston

Manifestações de junho em todo o Brasil

O sumiço de Amarildo

Jornada Mundial da Juventude 2013

Copa das Confederações

Mortes de Nelson Mandela e Hugo Chávez

Caso Snowden

Queda de Mohamed Morsi no Egito

Crise econômica na Europa

Guerra civil na Síria

Tufão nas Filipinas

Retrospectiva 2012

"No ano em que o mundo não acabou, vimos nascer um novo Brasil", disse Sérgio Chapelin na abertura da Retrospectiva 2012, em menção às previsões catastróficas feitas com base no término do Calendário Maia naquele ano. Ao seu lado, Glória Maria apresentou o programa, gravado no Antigo Palácio da Justiça, Rio de Janeiro. Os destaques foram:


Mensalão

Violência em São Paulo volta a crescer

Barack Obama é reeleito presidente

Mortes de Oscar Niemeyer e Hebe Camargo

Furacão Sandy

Greves e falhas nos trens e metrôs brasileiros

Crise econômica continua na União Europeia

Massacre nos EUA reabre discussão sobre armas

Naufrágio na Itália deixa 32 mortos

Hugo Chávez é reeleito

Onda de violência continua no Oriente Médio

O sucesso das novelas Avenida Brasil e Cheias de Charme

Retrospectiva 2011

Do Parque das Ruínas, no Rio de Janeiro, a dupla de apresentadores Glória Maria e Sérgio Chapelin trouxe os principais acontecimentos daquele ano que teria sido "assustador e promissor". O programa foi ao ar em 30 de dezembro e abordou os seguintes assuntos:


Enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro

Terremoto e acidente nuclear no Japão

Dilma Rousseff toma posse como Presidente

Casamento Real

Rock in Rio IV

Mortes de Amy Winehouse, Osama Bin Laden, Muammar al-Gaddafi, Itamar Franco, José Alencar, Nate Dogg e Steve Jobs

Visita de Barack Obama ao Rio de Janeiro

Atirador mata 92 noruegueses

Economia européia em risco

Massacre em escola de Realengo

Primavera árabe

Retrospectiva 2010

"Um ano que foi além de qualquer ficção", anunciou a jornalista Glória Maria na abertura da Retrospectiva 2010. Com Sérgio Chapelin, ela apresentou o programa no último dia do ano do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.


Ocupação da Vila Cruzeiro e do Morro do Alemão

Mineiros soterrados no Chile

Deslizamentos em Angra dos Reis

Enchentes no Rio de Janeiro

Morte de Néstor Kirchner

Copa do Mundo na África do Sul

Dilma Rousseff é eleita Presidente

Protestos na Europa

Fluminense vence o Brasileirão

Julgamento do Caso Isabella Nardoni

Vulcão na Islândia provoca caos aéreo

Retrospectiva 2009

Rio de Janeiro é escolhida para sediar as Olímpiadas Rio 2016

Mortes de Michael Jackson e Alborghetti

Retrospectiva 2008

Olímpiadas em Pequim

Barack Obama é eleito Presidente dos Estados Unidos

Morte de Dercy Gonçalves

Retrospectiva 2007

Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro

Mortes de Pedro de Lara e Nair Bello

Retrospectiva 2006

Copa do Mundo na Alemanha

Acidente na Venezuela que matou seis mil jogadores de futebol

Mortes de James Brown, Sivuca, Braguinha e Bussunda



Fantástico[2] (originalmente Fantástico: O Show da Vida) é um programa de televisão brasileiro apresentado aos domingos pela Rede Globo. Com estreia em 5 de agosto de 1973, foi criado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho ("Boni"), com a participação de Armando Nogueira, Borjalo, Augusto Cesar Vanucci, Manoel Carlos, Ronaldo Boscoli e João Loredo,[3] num formato de revista eletrônica. A música de abertura é de autoria de Guto Graça Mello com letra de Boni.

No início, o programa não tinha apresentadores fixos. A locução das matérias era feita por Cid Moreira e Berto Filho. Nos primeiros anos, Cid Moreira e Sérgio Chapelin apresentavam o Fantástico: O Show da Vida, juntamente com artistas do elenco da Globo que se revezavam a cada domingo. Um dos principais diretores do programa foi José Itamar de Freitas, e Léo Batista apresentava noticias sobre esportes.

Chico Anysio, com textos de Marcos César, respondia pelo humor. Marcelo Adnet tinha também seu quadro de humor em 2013. Adnet satirizava videoclipes para o quadro comemorativo até 22 de setembro de 2013. O humor e improviso ficava por conta da dupla Pedro Cardoso e Graziella Moretto em 2014. Em 2019, Adnet volta ao programa junto de uma grande equipe com o quadro "Isso a Globo Não Mostra".

Entre os principais apresentadores que já passaram pela história do programa estão Cid Moreira, Sérgio Chapelin, Valéria Monteiro, Dóris Giesse, Carolina Ferraz, Willian Bonner, Celso Freitas, Fátima Bernardes, Sandra Annemberg, Pedro Bial, Glória Maria, Patrícia Poeta, Zeca Camargo, Renata Vasconcellos e Renata Ceribelli, que deixou o posto de âncora do programa para ser correspondente exclusiva nos Estados Unidos em 12 de janeiro de 2014. Atualmente, é repórter do programa no Brasil.[carece de fontes] Recentemente[quando?] exibiu as séries Meu Filho Nunca Faria Isso e Fant360, por Ceribelli.

Tadeu Schmidt e Poliana Abritta apresentam o Show da Vida. O programa é reprisado pelo canal Globo News, e o site do programa disponibiliza grande parte do seu conteúdo.


Índice
1 Características do programa
1.1 Abertura
1.1.1 Aberturas coreografadas (1973-1995)
1.1.2 Aberturas curtas (1995-2010)
1.1.3 Aberturas de meio minuto (2010-2017)
1.1.4 Aberturas de 1 minuto (2017-atual)
1.2 Série no Fantástico
1.3 Convidados Especiais
2 Canal Viva
2.1 O Show da Vida é Fantástico
2.1.1 Clipes do Fantástico
2.1.2 Mais quadros no bloco
3 Repercussão
3.1 Audiência
4 Críticas e controvérsias
4.1 Reportagem tendenciosa sobre a Operação Prato
4.2 Mulheres do Líbano
4.3 Acusação de Tweet falso contra Donald Trump
4.4 Cobertura política
5 Prêmios
5.1 Prêmio ExxonMobil de Jornalismo (Esso)
5.2 Prêmio Vladimir Herzog
6 Ver também
7 Referências
8 Ligações externas
Características do programa
Abertura
Uma das tradicionais marcas do programa é a sua vinheta de abertura que é exibida após a escalada do programa e durante o encerramento. É exibida após a primeira reportagem e/ou depois da escalada. As vinhetas sempre foram um capítulo à parte na história da TV brasileira. A música-tema foi composta por Boni e Guto Graça Mello.

Aberturas coreografadas (1973-1995)
A música, as coreografias e os elementos gráficos (desde o palco até os grafismos em 3D) pontuavam a evolução do show da vida, muitas vezes com ousadia. Em todas as aberturas, já passaram Dóris Giesse, Fabiano Vannucci (filho do diretor Augusto César Vannucci), Jorge Laffond, Heloísa Millet, Isadora Ribeiro e Carolina Ferraz. Nas primeiras aberturas, que na introdução tinha a presença de duas crianças, na seguinte uma criança correndo e uma cena de um feto de bebê. Um grupo de balé eram circenses, passou depois a terem com balés diferentes porém coloridas, em seguida por balés em torno de pirâmides tridimensionais, além das paisagens maravilhosas e novos horizontes celestiais.

Aberturas curtas (1995-2010)
Em 23 de abril de 1995, as tradicionais aberturas foram substituídas por vinhetas simples de cinco a dez segundos, deixando o Fantástico mais simples. As vinhetas simples tinham na maioria em torno das estrelas, tinham no início, os diferentes clarões de fogo, depois passavam por variações como bolhas, letras, folhas, em torno da lua, etc... e uma bolha se distancia em torno de nuvens formando uma luz ao aparecer o logotipo.

Aberturas de meio minuto (2010-2017)
Desde 4 de abril de 2010, ela passou a ter 30 segundos, a primeira abertura deste tempo de duração, traz imagens de DNA, estrelas, cachoeiras, cardumes, planta, entre outras. A segunda abertura exibida entre 27 de abril de 2014 e 19 de abril de 2015, foi criada pelo francês Steven Briand com a parte da colaboração da equipe da Globo, mostra a modelo e coreógrafa Cathy Ematchoua, fazendo mágicas com confetes quadrados, ícones (origami, peça de relógio antigo, etc.) e iluminações. Numa edição única em 26 de abril de 2015 quando a Globo completou 50 anos, foi exibida uma coletânea de aberturas ao som da trilha especial baseada na primeira abertura. Em 3 de maio de 2015, estreou nova vinheta, agora inspirada numa obra de arte, várias cenas diferentes com mulheres sendo incorporadas e exibidas numa planta de rosas, iceberg, nuvens e vulcão.

Aberturas de 1 minuto (2017-atual)
Em 12 de março de 2017, o Fantástico traz de volta as danças, desta vez com grupo urbano. Sendo a primeira vinheta de 1 minuto, apresentando os efeitos que representam elementos dentro de um salão especial.[4] Também é exibida a versão curta para o encerramento. Excepcionalmente em 2 de abril de 2017, foi exibida em projeção da mesma vinheta em fachada no Boulevard Olímpico para a inauguração do III Rio Mapping Festival (RJ). No encerramento do programa, é exibida em geral a vinheta reduzida de 0:30, até que em 16 de abril de 2017, foi exibida a mesma edição por conta de tempo. Em 5 de agosto de 2018, em comemoração aos 45 Anos, estreia nova abertura com bailarinos invocando elementos naturais com novos gráficos, desta vez em chroma key.

Série no Fantástico
No Dia 30 de Novembro de 2014, estreou o quadro Eu Que Amo Tanto com a Mariana Ximenes e Susana Vieira como as protagonistas da Série.

Em 25 de Outubro de 2015, estreou Não se Apega, Não com a Laura Neiva que foi a Protagonista da Série.

Em 9 de Outubro de 2016, estreou Segredos de Justiça com Glória Pires que é a Protagonista da Série.

Em 11 de Junho de 2017, estreou Fant360 com Renata Ceribelli e Mari Palma.

Em 26 de Agosto de 2018, estreou o humorístico "Infratores" com Cláudia Jimenez.

Em 26 de Janeiro de 2019, estreou o quadro Isso a Globo Não Mostra, criado por Marcius Melhem e Daniela Ocampo, o quadro mistura brincadeiras com cenas da programação da Globo e com os acontecimentos da atual politica, além do que bomba na internet.

Convidados Especiais
Deborah Secco, Fiuk, Isabelle Drummond e Ana Maria Braga são algumas das aparições durante alguns quadros como "Detetive Virtual" e outros quadros especiais. O cantor Michel Teló apresentou um quadro musical do seu gênero, convidando alguns artistas sertanejos com "Bem Sertanejo", o último episódio teve a participação de Luan Santana em 16 de novembro de 2014. A atriz Cláudia Jimenez foi entrevistada por Renata Vasconcellos dentro da redação-estúdio em 24 de agosto de 2014, sobre sua carreira e sua drama que passou. Os atores Marco Nanini e Marieta Severo, que interpretam os personagens Lineu e Nenê, falam do último e definitivo episódio da série "A Grande Família". Em 12 de outubro de 2014, voltou a ter participações musicais, a dupla Edson e Hudson volta a cantar juntos após a recuperação do cantor Hudson. As atrizes como Mariana Ximenes, Susana Vieira, Marjorie Estiano e Carolina Dieckmann, falam respectivamente da sua atuação do episódio da minissérie "Eu Que Amo Tanto". Os dois mascotes Tom e Vinícius das olimpíadas de 2016 estiveram no estúdio agradando a criançada junto com Tadeu e Poliana no dia 23 de novembro de 2014 e voltaram em 14 de dezembro de 2014 com nomes já revelados. Monalisa Perrone esteve na sala do café para divulgar a estreia de seu novo programa jornalístico das 5h da manhã, o Hora Um da Notícia. O ator Alexandre Nero, que faz sucesso como comendador José Alfredo em "Império" também passou pela sala do café junto com Tadeu e Poliana em 18 de janeiro de 2015. O ator Arnold Schwarzenegger teve um divertido bate papo com a dupla em 31 de maio de 2015.

Diversos artistas da música estiveram presentes no programa. Entre eles, o cantor Gilberto Gil (27 de abril de 2014), a estrela norte-americana Demi Lovato (4 de maio de 2014), Maria Rita (11 de maio de 2014), Beth Carvalho & Zeca Pagodinho (29 de junho de 2014), a cantora colombiana Shakira, com a participação de Carlinhos Brown (13 de julho de 2014), os finalistas do The Voice Brasil cantaram ao vivo "Eu Quero Apenas" do rei Roberto Carlos no final do Especial de Natal em 21 de dezembro de 2014, e Monobloco com a participação de Preta Gil fechou o primeiro programa desse ano em grande estilo (4 de janeiro de 2015). Em 7 de junho de 2015, Gal Costa canta seus maiores sucessos, e em 14/06/2015, Sidney Magal canta "Sandra Rosa Madalena", abrindo o novo quadro Musas Populares Brasileiras que ganhou uma vinheta desde 21/06/2015 cantada por Seu Jorge, ao revelar que a personagem homônima da música existiu ou não. O grupo Sorriso Maroto fez uma releitura do hit "Milla" em 21 de junho de 2015.

Na reunião de pauta, os atores Thiago Fragoso, Marcelo Serrado, o jogador brasileiro Fred, a atriz Regina Duarte, e o humorista Marcelo Adnet, são alguns que sugerem novos assuntos a serem abordados, como tecnologia, crianças, futebol e outros.

Canal Viva
O Show da Vida é Fantástico
O Show da Vida é Fantástico é um bloco que foi apresentado entre 19 de maio a 14 de novembro de 2014 no Canal Viva, da Globosat. O bloco de quadros do "Fantástico" foi comandado de segunda à sexta: 23h da noite e a reprise às 17h da tarde no Canal Viva. O bloco tinha uma duração de 10 minutos. Fora do bloco homônimo, das quais reexibidas antes, alguns quadros de trama e humor que estavam presentes regularmente no programa, estão exibindo no Viva. Devido ao espaço de tempo, horário e audiência, o bloco foi cancelado na programação do Viva.

Clipes do Fantástico
Esse primeiro quadro do programa, resgatava videoclipes das décadas de 1980 e 1990, que fizeram história no dominical nas noites da Globo. A apresentação foi de Valéria Monteiro, que comandou o "Fantástico" entre 1988 e 1991. Ela recebeu convidados para comentar os trechos marcantes e lembrar episódios sobre os clipes selecionados. O cenário do programa foi enfeitado com pôsteres de artistas presentes e instrumentos musicais.

Valéria entrevistou diversos cantores, compositores e produtores musicais, como Marina Lima, Guilherme Arantes, Paulo Ricardo, Elymar Santos, Byafra, Sidney Magal, José Augusto, Bernardo Vilhena, Michael Sullivan, o compositor do tema da abertura original, Guto Graça Mello, entre outros. Alguns clipes do dia incluíam os sucessos como: "Uma Noite e Meia" (Marina Lima), "Eu Sou Terrível" (Erasmo Carlos e Paulo Ricardo), "Vou de Táxi" (Angélica), "Me Chama Que Eu Vou" (Sidney Magal), "Lanterna dos Afogados" (Paralamas do Sucesso) e "Preta" (Beto Barbosa).

Esta fase foi exibida uma meia-hora com um resumo durante a semana, que exibia aos sábados a partir das 22h30 e aos domingos às 19:15.

Mais quadros no bloco
Em 14 de julho de 2014, as reformulações de "O Show da Vida é Fantástico" começaram. Passavam a reprisar diversos quadros apresentados na década dos 2000. O bloco exibiu os quadros "Destino Fantástico" de 2005, "Sibéria - Missão de um Mago" de 2006, e encerrando com "Altos Papos" de 1998.

Repercussão
Audiência
Desde sua estréia, em 5 de Agosto de 1973, a revista eletrônica é líder de audiência absoluta aos domingos, sendo raramente ameaçada por um programa concorrente. A primeira ameaça que enfrentou foi em 1976, o programa humorístico Os Trapalhões, da Rede Tupi, estava crescendo na audiência e começando a encostar na Rede Globo, o que fez a emissora contratar Renato Aragão e seus companheiros (Mussum, Dedé Santana e Zacarias), no mesmo ano para reverter o embate, o que se concretizou. Porém a primeira derrota veio mesmo em 2001, quando o reality show Casa dos Artistas do SBT, que de 12 edições que teve, venceu o Fantástico em 11.[5][6] No dia 20 de abril de 2014 atingiu 14,4 pontos. No dia 24 de dezembro de 2017 registra sua pior audiência desde sua estreia em 1973, atingindo 11,6 pontos. No dia 31 de dezembro de 2017 registra novamente baixa audiência marcando 14,4 pontos.

Veja as médias de audiência em pontos e share do Fantástico.[7]

Ano Média
Rating Share
2003 36,3 55,6%
2004 35,8 54,9%
2005 33,0 49,3%
2006 31,7 47,3%
2007 28,2 43,8%
2008 26,3 40,2%
2009 22,6 35,7%
2010 22,1 35,4%
2011 21,0 33,3%
2012 19,7 33,6%
2013 19,2 32,6%
2014 19,0 31,3%
2015 19,8 31,1%
2016 20,1 30,0%
2017 21,1 31,4%
2018 21,3
Críticas e controvérsias
Ver artigo principal: Críticas à Rede Globo
Reportagem tendenciosa sobre a Operação Prato
Em 15 de agosto de 2010, o Fantástico transmitiu uma reportagem questionando a veracidade das fotos da Operação Prato, porém a matéria foi baseada apenas em assessoria de pessoas e de um blogueiro cético na internet, Fernando Dako, sem o entrevistar pessoalmente e sem consultar outros pontos de vista. O blogueiro consultado é Fernando Costa,[8] que diz ser filho do sargento Flávio Costa, que foi o braço direito do capitão Uyrangê Holanda, na Operação Prato. Na entrevista, ele disse que falsificou as fotos, após o sargento Flávio Costa ter pedido para o mesmo revelar os negativos das imagens. Em resposta, Ademar José Gevaerd, escrevendo para a Revista UFO, entrevistou o jornalista investigativo Carlos Mendes, que trabalhou pessoalmente reportando a Operação Prato na época. Com base na entrevista, Gevaerd chamou a história do Fantástico de "extremamente fraca". Algumas das fotos foram tiradas pelo fotógrafo José de Ribamar dos Prazeres, ganhador do Prêmio Esso de Jornalismo, e Biamir Siqueira, a pedido do jornal O Estado do Pará. As fotos foram confiscadas por militares da Aeronáutica do Brasil. Segundo o jornalista Carlos Mendes, que viu uma das fotos, era possível ver nelas uma nave mãe.[9]

Em 2005, eu fiz uma longa entrevista com a médica Wellaide Cecim Carvalho para o jornal O Liberal, que gerou muita repercussão local e nacional. Logo depois disso, o Fernando Costa ligou para minha casa e se identificou como filho do sargento Flávio Costa. Ele contou uma história meio confusa, dizendo que, quando adolescente, manipulava os negativos da Operação Prato. Eu achei que ele queria dizer algo importante, mas não voltamos a falar. Depois, pensando bem, interpretei sua atitude como de alguém em busca de quinze minutos de fama.[9]
— Carlos Mendes
Ainda questionando a versão de Fernando Costa, Carlos Mendes pontuou que os especialistas, sejam os ufólogos, ou os militares, teriam notado a falsificação das fotos, quando as mesmas passaram por análise e que a "revelação dos negativos da missão militar na selva, [era] justamente uma operação ultra-secreta que tinha a NASA, a CIA e as Forças Armadas brasileiras muito envolvidas. Não era apenas a Força Aérea Brasileira (FAB) que tinha interesse em manter os resultados da Operação Prato sob sigilo, mas também a NASA e a CIA."[9]

Mulheres do Líbano
O programa Fantástico exibiu uma matéria no dia 29 de junho de 2014, intitulada "Mulheres são vistas como propriedade dos homens no Líbano", falando sobre a violência contra a mulher nos países árabes, em especial, no Líbano, e mostrando como as mulheres viram posse dos homens após o casamento e são vítimas de estupro, violência doméstica e assassinato. A reportagem gerou comoção de entidades árabes, que enviaram cartas de repúdio acusando a Rede Globo de mostrar uma visão preconceituosa da mulher libanesa.[10]

Acusação de Tweet falso contra Donald Trump
No dia 23 de julho de 2017, o Fantástico exibiu ao vivo um tweet no qual uma internauta com o nome Amanda aparece criticando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Blogs e internautas afirmam que o tweet é falso. [1] [2]

“#Fantastico Dr. Paulo é prova de que existe gente boa no mundo. Já Donald Trump é um embuste de primeira! Como alguém vota em alguém assim?”, dizia a mensagem.

A dona do perfil, que é canadense, resolveu se pronunciar, negando ser a autora do tweet.

"Para todos os brasileiros alcançados, essa não sou eu", escreveu.[3] “Coisas que nunca pensei que eu estaria envolvida… Um escândalo de falsas notícias com defensores de Trump e um programa popular nacional da televisão brasileira”, afirmou Amanda em outra postagem.[4]

A mensagem de Amanda exibida no Fantástico nem poderia ter sido publicada no Twitter, já que o texto contém 141 caracteres, 1 a mais do que é permitido pela rede social.[5]

Cobertura política
Ao publicar um levantamento sobre a cobertura das crises do governo Bolsonaro feita pelo Jornal Nacional e o Fantástico, o colunista Maurício Stycer, do Uol observou que não é apresentado o ponto de vista de alguns políticos notórios que fazem parte da oposição do governo.[11]

Prêmios
Prêmio ExxonMobil de Jornalismo (Esso)
2002: Esso Especial de Telejornalismo, concedido a Eduardo Faustini, Ricardo Pereira, Alberto Fernandes, Celso Gomes e Mário Amorim, pela reportagem "Corrupção em São Gonçalo"[12]
Prêmio Vladimir Herzog
Prêmio Vladimir Herzog de Reportagem de TV
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2002 Reportagens sobre Raynara, de Manaus, que teve a guarda entregue a uma juíza. Fantástico/Jornal Nacional/TV Globo Idenilson Perin Venceu[13]


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