Globo Repórter[1] é um programa jornalístico semanal brasileiro produzido e apresentado pela Rede Globo que vai ao ar nas noites de sexta-feira, com foco em reportagens sobre comportamento, cultura, turismo, aventura, natureza, ciência, tecnologia, trabalho, meio ambiente, saúde, filosofia, história, religião, literatura, educação, moda, beleza, relacionamentos, família, culinária, gastronomia, empregos, concursos e cursos. Atualmente é ancorado por Glória Maria e Sandra Annenberg. Estreou em 3 de abril de 1973, em substituição ao extinto Globo Shell Especial. Não é exibido na última sexta-feira do ano, sendo substituído pela Retrospectiva, que reprisa notícias que marcaram o ano que se encerra.
Já foi exibido às terças, às quartas, às quintas e até mesmo aos sábados, ficando fixo às sextas em 1990. Atualmente, evita temas considerados quentes, reservando para seu programa homônimo, o Profissão Repórter, preferindo, na maioria das vezes, exibir reportagens sobre língua portuguesa, biologia, história, química e matemática. Isso demonstra que o programa é voltado para um tipo de público que se interessa por temas mais leves.
O canal por assinatura GloboNews reprisa aos sábados as edições do programa. O programa também já chegou a ser reprisado por um certo tempo na faixa da madrugada da Globo. As reprises antecipavam a faixa de jornalismo na programação da emissora.[2][3]
Índice
1 História
2 Apresentadores
2.1 Fixos
2.2 Eventuais
2.3 Ex-apresentadores
3 Prêmios
4 Referências
5 Ver também
6 Ligações externas
História
O Globo Repórter, tal como conhecemos hoje, nasceu da ideia de criar um jornalístico semelhante ao 60 Minutes da CBS News. Porém, como então a Rede Globo não dispunha de estrutura para produzir um programa constituído basicamente de externas, optou por adotar o modelo do extinto Globo Shell Especial e produzir cinedocumentários com narração em off do apresentador.[4]
Apresentadores
Fixos
Glória Maria (desde 2019)
Sandra Annenberg (desde 2019)
Eventuais
Berto Filho (1973-1982 / 1987-1989)
Celso Freitas (1977-1983 / 1996-2004)
Carlos Campbell (1980-1989)
Eliakim Araújo (1983-1989)
Renato Machado (1996-1999)
Alexandre Garcia (1999-2009)
César Tralli (2008-2009)
Heraldo Pereira (2008-2010)
Alan Severiano (2009)
Glória Maria (2010-2019)
Ex-apresentadores
Sérgio Chapelin (1973-1983 / 1986-1989 / 1996-2019)
Berto Filho (1983-1986)
Celso Freitas (1989-1996)
Prêmios
1973 –Troféu APCA de melhor programa telejornalístico.
1974 –Troféu APCA.
1982 – Medalha de prata no Festival Internacional de Filme e TV de Nova York pelo programa Amazônia, dirigido por Paulo Gil Soares.
1983 – Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos pelo programa especial Os assassinos do procurador, sobre o escândalo da Mandioca.
1984 – Prêmio do III Encontro Internacional do Meio Ambiente e Natureza na França para a reportagem do repórter Antônio Carlos Ferreira sobre a poluição de Cubatão.
1986 – Prêmio do Festival Internacional de Televisão em Sevilha, na Espanha, pela reportagem de Ernesto Paglia contando a história de Mário Juruna.
1989 – Prêmio Líbero Badaró, categoria de telejornalismo, pela reportagem Roubo de automóveis, de Domingos Meirelles.
1992 – Prêmio Rei de Espanha para o programa Marcados para morrer, sobre a violência no Estado do Pará, com reportagens de Domingos Meirelles, com direção de Jotair Assad.
1993 – Melhor programa jornalístico segundo a Agência TV Press.
1994 – Vladimir Herzog e Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito para a reportagem Morte no trânsito, do repórter Carlos Dornelles, com direção de Suzy Altmann; diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York pela reportagem Trabalho do menor, de Marcelo Rezende e José Raimundo.
1995 – Prêmio Caixa Econômica Federal de Jornalismo Social, pela reportagem Desaparecidos políticos de Caco Barcellos; Vladimir Herzog, categoria de melhor reportagem para a TV pela reportagem Extermínio de menores, de Carlos Dornelles, dirigido por Cristina Piasentini.
1996 – Melhor Programa Jornalístico segundo a Associação Paulista dos Críticos de Arte; Vladimir Herzog na categoria reportagem para TV, pela reportagem Riocentro – 15 anos depois, de Caco Barcellos, com direção de Claufe Rodrigues.
1997 – Prêmio Criança e Paz – Betinho 97 concedido pela Unicef pela reportagem Trabalho infantil, de Marco Uchoa; menção honrosa do Festival de Filmes da Vida Selvagem, nos Estados Unidos, pela mensagem de conservação do meio ambiente da reportagem Pescaria, de Ciro Porto.
1998 – Vladimir Herzog na categoria reportagem para a TV, por Pais que sequestram da repórter Isabela Assumpção.
1999 – Prêmio da Comissão de Meio Ambiente do Parlamento Latino Americano para a reportagem Biopirataria de Beatriz Thielmann e Ana Dornelles.
2000 – Prêmio Previdência Social para a reportagem Caça fraudadora, de Roberto Cabrini.
2000 – Prêmio Ministério do Meio Ambiente de Jornalismo, na categoria TV, para a reportagem Água, de Caco Barcellos e Francisco José.
2003 – Prêmio Qualidade Brasil de melhor programa jornalístico.
2004 – Prêmio Imprensa Embratel e Grande Prêmio Barbosa Lima Sobrinho pela reportagem Kuarup/Xingu, de Ivaci Matias.
2005 – Prêmio Alexandre Adler de Jornalismo em Saúde para a reportagem Células-tronco, dos repórteres Graziela Azevedo e Jorge Pontual, com menção honrosa para a Obesidade infantil, de Ernesto Paglia e Graziela Azevedo.
2011 – Prêmio do Festival Brasileiro de Aventura, Turismo e Sustentabilidade, na categoria Reportagem em vídeo, para Patagônia: uma aventura gelada, de Rosana Marchetti, da RBS TV, afiliada da TV Globo.
Via Brasil é um programa de televisão produzido e exibido pela GloboNews. O programa mostra reportagens com curiosidades e lugares do Brasil e suas várias riquezas: na arquitetura, culinária, artesanato, música, costumes, esportes, festas, belezas naturais, etc. É exibido pela GloboNews desde 1996, e desde o dia 25 de abril de 2015 passou a ser reapresentado na Rede Globo aos sábados às 6h00,[1] além de ser exibido, desde 29 de abril de 2018, aos domingos pela NSC TV, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, seguido do programa Nossa Santa Catarina, no lugar dos programas da RBS TV do Rio Grande do Sul.
O programa foi apresentado por grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Celso Freitas e Ana Paula Araujo.[2] Hoje é apresentado por Renata Capucci, que assumiu em 11 de maio de 2019, com a saída de Luiza Zveiter para o Entretenimento da Globo.[3][4]
De 2006 à 2012, o Via Brasil já foi exibido na faixa do Bom Dia Praça na TV Globo Nacional, que é captado em todo Brasil somente por parabólicas.
Apresentadores
Celso Freitas (1996-1998)
Vanessa Riche (1999-2004)
Maria Paula Carvalho (2005-2013)
Ana Carolina Raimundi (2009-2012)
Luciano Cabral (2013-2015)
Joana Calmon (2016)
Gabriela Ferreira (2016)
Luiza Zveiter (2016-2019)
Renata Capucci (2019-presente)
Como Será? é um programa jornalístico semanal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo, sendo apresentado por Sandra Annenberg.[1] Estreou em 9 de agosto de 2014[2], nas manhãs de sábado, das 6h às 8h. Em 25 de abril de 2015, seu horário mudou para 7h às 9h. Com 275 programas exibidos e mais de 400 horas no ar, teve seu fim anunciado no dia 2 de dezembro de 2019[3]. A partir de 21 de março de 2020, em virtude das alterações na programação devido à pandemia do COVID-19, estão sendo exibidas reprises no horário das 5h50min às 6h50min.
Também é exibido aos domingos na GloboNews às 6h e no Futura às 15h do mesmo dia.[4][5][6]
Índice
1 História
2 Equipe
2.1 Apresentação
2.2 Repórteres
3 Referências
4 Ligações externas
História
Em 2014, a direção da Rede Globo decidiu criar um programa único que juntasse todos os assuntos abordados em suas atrações segmentadas dos finais de semana. Em 9 de agosto entrou no ar o Como Será?, abrangendo assuntos de educação, ecologia, ciência e projetos sociais, absorvendo os conteúdos que antes eram divididos nos programas Globo Ação, Globo Ciência, Globo Ecologia, Globo Educação e Globo Universidade – que foram extintos.[7] Max Fercondini, que apresentava o Globo Ecologia, bem como os demais apresentadores dos programas extintos foram remanejados para o novo formato, tornando-se repórteres, enquanto Sandra Annenberg, do Globo Ciência e Globo Educação ficou responsável pela apresentação.[8]
O programa teve inúmeros quadros e séries marcantes. Citando algumas: Choque Ambiental, Qual Vai Ser?, Hoje é Dia de..., Expedição Espiritual, Nos.Doc, Comida do Futuro, Econsumo, #tmj, Expedição Urbana, Atlântico, Toque de Mestre, Expedição Digital, Terra Vista do Espaço, Engajadxs, Amor Animal, Expedição Água, América do Sul sobre Rodas, etc.
O Programa foi cancelado em 2 de dezembro de 2019, data da exibição de sua última edição inédita. A partir de 9 de dezembro de 2019 passaram a ser exibidas reprises do programa.[9]
Equipe
Apresentação
Sandra Annenberg
Repórteres
Júlia Bandeira
Alexandre Henderson
Helena Lara Resende
Rodrigo Coutinho
Mariane Salerno
Renato Cunha
Paulo Mario Martins
Max Fercondini (2014–16)
Amanda Richter (2014–16)
Pequenas Empresas & Grandes Negócios,[2] ou PEGN (anteriormente Pequenas Empresas, Grandes Negócios), é um programa de televisão sobre empreendedorismo e economia apresentado nas manhãs de domingo pela Rede Globo desde 3 de janeiro de 1988, sendo realizado pela Rede Globo, tendo como apresentadora a atriz Cristina Prochaska. A partir de 1990, produzido no Rio de Janeiro, a apresentação passou a ser de Esther Jablonski. Em 1992, a produção foi transferida para São Paulo. O programa completou 1000 edições em 2011. Esther ficou até 10 de maio de 2015 onde deixou a atração. No dia 17 de maio a atração ganhou novos cenários e também nova apresentadora, Lilian Fernandes[3] e passou a ser transmitido em HD. É a versão televisiva da revista homônima. [4]
Índice
1 Sinopse
2 Apresentadores
3 Ver também
4 Referências
5 Ligações externas
Sinopse
As reportagens feitas, em todas as regiões do Brasil, mostram os desafios de quem monta uma empresa, as oportunidades e as dicas para o sucesso de um negócio. São exemplos de brasileiros idealistas, que venceram desafios e usaram a criatividade para criar pequenas e médias empresas.
O objetivo do programa é apresentar histórias de sucesso de empresas, que, graças a ideias inovadoras de seus proprietários ou colaboradores, ganharam destaque no mercado em que competem.
Apresentadores
Desde sua estreia na TV, em 1988, Esther Jablonski foi a apresentadora que ficou mais tempo na frente do dominical, de 1990 até 10 de maio de 2015. Pouco depois de assumir o programa, o mesmo ficou fora do ar de 1990 até 1992, devido ao mau momento econômico do país durante o governo Collor, retornando em 15 de março de 1992 e está no ar ininterruptamente, sendo produzida pela Gtec. Esther Jablonski foi a segunda apresentadora mais antiga da Rede Globo (25 anos), ficando atrás apenas de Sérgio Chapelin, no Globo Repórter, exibido desde 1973.[5][6]
Televisão
Ano Apresentador
1988 - 1990 Cristina Prochaska
1990 - 2015 Esther Jablonski
2015 - presente Lilian Fernandes
Globo Rural é um telejornal rural matutino brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo nas manhãs de domingo. Retrata o universo do campo, apresentando notícias que interessam ao agricultor, como notícias do agronegócio, eventos sobre agropecuária, receitas e dicas de tratamento de espécies animais e vegetais. Estreou em 6 de janeiro de 1980 sob o comando de Carlos Nascimento. Atualmente é apresentado por Nélson Araújo e Helen Martins. É a versão televisiva da revista homônima.
O programa teve uma edição diária, que estreou no dia 9 de outubro de 2000, às 06h30, com apresentação de Rosana Jatobá.[1] Em abril de 2003, a jornalista Priscila Brandão assumiu a apresentação diária, durante um período de licença da mesma, Kelly Varraschim assumiu a função em julho de 2007. Já de 2009 a 2014 o Globo Rural diário foi apresentado por Ana Paula Campos e, durante a licença-maternidade e as férias desta, por Cristina Vieira.
Índice
1 História
1.1 A primeira década
1.2 A segunda década
1.3 A terceira década
1.4 A quarta década
1.5 Globo Rural diário
2 Profissionais que passaram pelo programa
3 O Programa
3.1 Programas especiais
4 Apresentadores
4.1 Eventuais
5 Audiência e repercussão
6 Prêmios
7 Ver também
8 Referências
9 Ligações externas
História
A primeira década
A concepção do programa começou em 1979, quando o jornal era chamado pelo apelido jocoso de "Mandioca News" nos bastidores da Globo[2]. A estreia foi em 6 de janeiro de 1980 com a apresentação de Carlos Nascimento e sessão de cartas por Silvia Poppovic. Foi o primeiro telejornal sobre agronegócio e vida no campo no Brasil.
Durante sua fase inicial, nem sequer dispunha de estúdio próprio: as edições eram gravadas na madrugada de sexta-feira para sábado, quando vagava o espaço disponível na emissora de São Paulo.
Todo branco, sem o logotipo do programa, o primeiro cenário do Globo Rural era simples, composto de poucos elementos cenográficos: apenas uma pequena bancada e uma mesa, ambas feitas de plástico transparente imitando vidro. Pequenos detalhes da decoração – como dois cinzeiros em cima da mesa e paletós pendurados no encosto das cadeiras – evocavam o ambiente de uma redação de jornal.
Em 3 de agosto de 1980, a duração do programa foi estendida de 30 para 60 minutos. Atualmente tem duração de 45 minutos, desconsiderando os comerciais[3][4]. A primeira matéria internacional foi sobre um cultivo de maçãs na Argentina[5].
Em 1982, o Globo Rural passou a ser apresentado por Wellington de Oliveira e Sérgio Roberto Ribeiro que substituíram Carlos Nascimento na apresentação. A editora Olga Vasone assumiu a sessão de cartas[6].
No início de 1982, o programa também ganhou novo cenário, com uma bancada única feita de madeira e com plantas como parte da decoração. Em novembro de 1983, a edição número 200 do Globo Rural inaugurou um novo cenário criado pelo cenógrafo Jean Philippe Therene. Fotografias relacionadas com a vida agrícola, com plantações e trabalhadores rurais, decoravam as paredes do fundo. A bancada dos apresentadores e outras peças da cenografia foram construídas com madeiras de cedro, ipê e pinheiro.
Com o sucesso do programa, foi criada em 1985 a revista Globo Rural.
Em 1988, William Bonner esteve na bancada do Globo Rural por alguns meses. Ele apresentava o 'SPTV' e gravava o Globo Rural às sextas-feiras à noite. Saiu em junho do mesmo ano para trabalhar no Jornal Hoje.
A segunda década
Em 1990, a equipe e a redação do Globo Rural ganhou o reforço do jornalista Nélson Araújo que acumulou as funções de produtor, repórter, editor e apresentador. Em 1995, a repórter Helen Martins se juntou ao time, inicialmente na apresentação e editoria da sessão de cartas e o repórter Vico Iasi, que trabalhava no CBN Campo – um programa de rádio sobre agronegócios fruto de uma parceria do Globo Rural e a rádio CBN Campinas – passou a fazer reportagens para o telejornal.
No ano seguinte a atração passou por reformulações e Helen e Nelson passaram a apresentar o programa por completo, inclusive a sessão de cartas. Em 1999, o programa chegou a sua milésima edição.
A terceira década
A partir de 2000, o Globo Rural estreou cenário novo, aludindo aos quatro elementos da natureza: ar, terra, água e fogo. A parede do fundo foi decorada com painéis com fotos de plantações, fogueiras e rios. A antiga bancada de madeira deu lugar à outra, feita com aço e vidro. À esquerda dos apresentadores, um monitor de vídeo prateado é usado no quadro de meteorologia. O cenário é assinado pelo diretor da editoria de Arte da Central Globo de Jornalismo Alexandre Arrabal, o ilustrador-chefe Andrei Jiro e o arquiteto ilustrador Fábio Figueiredo.
A quarta década
Em 25 de abril de 2010, a atração ganhou novos cenários que visavam atrair, cada vez mais, o telespectador ao programa. Cada cor do novo cenário simboliza os quatro elementos da natureza: o marrom e o verde simbolizam a terra; o azul do céu simboliza o ar; o amarelo e o avermelhado do horizonte simbolizam o fogo; e a água é representada pelo azul presente na bancada do telejornal.
Em 2 de dezembro de 2013, o Globo Rural passou a ser exibido em alta definição, bem como todos os telejornais e programas jornalísticos da emissora.
Em 27 de abril de 2014, o Globo Rural ganhou um novo cenário com muitas novidades como um telão touch screen de 65 polegadas para a exibição de informações sobre eventos agropecuários, cotações de produtos agrícolas, fotos e vídeos enviados pelo público e previsão do tempo e que integra o novo espaço dos apresentadores Nelson Araújo e Helen Martins (edição de domingo) e de Ana Paula Campos (edição de segunda a sexta), trazendo uma releitura dos 34 anos de história do programa.
Em 8 de outubro de 2014 foi anunciado o fim da edição diária do jornalístico, com base na reformulação da grade matinal da Rede Globo, visando a criação do telejornal Hora Um da Notícia e a expansão da duração dos telejornais matutinos locais e do Bom Dia Brasil.[7][8][9] A última edição diária do programa foi ao ar no dia 28 de novembro de 2014.
Em 02 de dezembro de 2018, o programa ganha nova vinheta, trilha, pacotes gráficos e cenário.
Atualmente há flashes do programa nos intervalos comerciais da Globo nas parabólicas, para preencher o espaço destinado às afiliadas da emissora fazerem comerciais. No geral, os boletins são apresentados por Cristina Vieira e por Vico Iasi. [carece de fontes]
Globo Rural diário
Período: 09/10/2000 - 28/11/2014 (edição diária)
A partir do dia 9 de outubro de 2000, após as aulas do Telecurso 2000 (atual Novo Telecurso), o Globo Rural ganhou uma edição diária apresentada pela jornalista Rosana Jatobá, com a previsão do tempo de Lúcio Sturmm. Com 15 minutos de duração, o programa foi ao ar de segunda a sexta-feira, às 6h15, informando em tempo real sobre as cotações diárias do mercado, o andamento das safras e a agenda de feiras agropecuárias, seminários, congressos, exposições de gado e a cobertura meteorológica.
Além da equipe de São Paulo, o programa passou a contar com outros profissionais comandados por Ana Paula Couto, em Brasília, além das centrais de jornalismo das 127 emissoras ligadas à Globo, entre geradoras e afiliadas. Outra novidade da edição diária foi a participação, ao vivo, da equipe de reportagem até então inédito no programa.
Entre 2003 e 2009, a jornalista Priscila Brandão apresentou a edição diária do Globo Rural e durante um período de licença da mesma, Kelly Varraschim assumiu a função em julho de 2007. Em março de 2009, a jornalista deixou a bancada para atuar como repórter especial do telejornal, sendo substituída por Ana Paula Campos e, durante a licença-maternidade e as férias desta, por Cristina Vieira. No final de 2012, Cristina Vieira passou a apresentar o Globo Rural, durante a licença-maternidade de Ana Paula Campos. O Globo Rural diário ficou no ar até 28 de novembro de 2014. Até esta data a faixa horária do telejornal era ocupada pelas aulas do Telecurso, exibidas pela Rede Globo havia 36 anos e pela edição diária do Globo Rural, que estreara em outubro de 2000. Com o anúncio do Hora Um da Notícia, foi informado que o Telecurso passaria para as plataformas de internet — mantendo a exibição matinal na TV Cultura, Futura, TV Brasil, TV Aparecida e Rede Vida— e o Globo Rural voltou à edição semanal, feita somente aos domingos. Com a estreia do jornalístico, os telejornais locais ganharam meia hora a mais de duração. Para sua implantação e realização, o Hora Um contou com a equipe de produção do antigo Globo Rural diário.
Com a estreia do Globo Rural diário, em 2000, o programa ganhou um novo quadro de meteorologia, apresentado por Lúcio Sturmm, que utilizava imagens dos satélites Góes e Noaa, que permitiam apresentar um mapa com o volume e a distribuição das chuvas em todo o território brasileiro. O mapa das chuvas era apresentado no segundo bloco do programa. Para os blocos seguintes, ficavam reservados os quadros Previsão para Hoje e Previsão para Amanhã, com projeções dos meteorologistas para o dia seguinte e para os próximos cinco e dez dias. Os comentários sobre o tempo foram acompanhados de dicas e sugestões para o produtor rural, como “no Mato Grosso, Goiás e Tocantins, o sol forte e a chuva no fim da tarde deixam o solo perfeito para a germinação da soja” ou “os produtores de arroz do Rio Grande do Sul devem paralisar as atividades do campo nos próximos dias em consequência do sol apenas no leste do Paraná. Chove nas outras áreas”. Lúcio Sturmm declarou, na época, que o índice de acerto da meteorologia nas regiões Norte e Nordeste chegava a 90%. Nas demais regiões, beirava os 85%.
Profissionais que passaram pelo programa
Entre os profissionais que passaram pelo programa, estão Celso Ming, Joelmir Beting e Lilian Witte Fibe – comentaristas de economia – e Adriano Cação, Roberto Caiado, Fernando Guzzardi e Rodolpho Sky, que eram editores de imagem. Diversos repórteres da Rede Globo, como José Roberto Burnier, também tiveram passagens no Globo Rural.
Atualmente, Camila Marconato, Cristina Vieira e Eliane Rabelo são editoras, ficando encarregadas, respectivamente, de reportagens especiais, das cartas dos telespectadores e da seção de atualidades. Os jornalistas Maurino Marques, Pedro Málaga e Thomaz Kravezuk são os responsáveis pela produção. O assistente de produção é Samuel Reis.
O Programa
O programa é exibido aos domingos, às 08h30, com 60 minutos de duração. O programa recebe cartas de seus telespectadores, que pedem informações sobre o campo, formas de plantação, formas de alimentação etc. O principal repórter do programa é José Hamilton Ribeiro.
Programas especiais
Em seus programas centenários, o Globo Rural é dedicado a um único tema, usualmente sobre importantes plantas para a cultura brasileira.
# Programa Descrição Data de exibição Vídeo
1.800 Batata 8 de fevereiro de 2015 link
1.900 Ipê 22 de janeiro de 2017 link
2.000 Babaçu 13 de janeiro de 2019 link
Apresentadores
Nélson Araújo (desde 1990)
Helen Martins (desde 1995)
Eventuais
Vico Iasi (desde 1998)
Cristina Vieira (desde 2012)
Ana Paula Campos (2014-2017; desde 2020)
Maria Júlia Coutinho (desde 2020)
Audiência e repercussão
O programa é líder de audiência no Painel Nacional da Televisão (PNT) do Ibope, com 9 pontos de média e 43% de participação em abril de 2010; o programa é mais assistido por pessoas de faixa etária entre 25 e 49 anos (44%), por mulheres acima de 18 anos (46%), e a maioria de seu público nacional pertence à classe C (50%) contra 20% das classes D e E, e 30% das classes A e B.[10]
Em sua edição diária o programa brigava décimo a décimo com o Jornal do SBT Manhã e o Notícias da Manhã. Geralmente era líder de audiência no PNT, com 5 pontos de média e 44% de participação em abril de 2010; o programa é mais assistido por pessoas de faixa etária entre 25 e 49 anos (45%), por mulheres acima de 18 anos (44%), e a maioria de seu público nacional pertence à classe C (50%) contra 24% das classes D e E, e 26% das classes A e B.[11]
Retrospectiva é um programa de televisão jornalístico brasileiro transmitido pela Rede Globo, na última sexta-feira de cada ano, como parte especial do Globo Repórter. Foi ao ar pela primeira vez em 1967, como um programa de caráter jornalístico mostrando uma seleção dos principais acontecimentos do ano.
Índice
1 História
1.1 Mudança conceitual
1.2 Variações
1.3 Apresentação e produção
2 Retrospectivas
2.1 Retrospectiva 2019
2.2 Retrospectiva 2018
2.3 Retrospectiva 2017
2.4 Retrospectiva 2016
2.5 Retrospectiva 2015
2.6 Retrospectiva 2014
2.7 Retrospectiva 2013
2.8 Retrospectiva 2012
2.9 Retrospectiva 2011
2.10 Retrospectiva 2010
2.11 Retrospectiva 2009
2.12 Retrospectiva 2008
2.13 Retrospectiva 2007
2.14 Retrospectiva 2006
História
Até o final da década de 1970, prevaleceu uma visão editorial que privilegiava a sequência cronológica dos fatos como critério de escolha e apresentação dos assuntos. A Retrospectiva 1975, dirigida por Marcos Margulies, por exemplo, se dividiu em temas internacionais e nacionais. Entre os assuntos destacados estavam o fim da Guerra do Vietnã, a guerra civil no Líbano e o acordo atômico entre Brasil e Alemanha Ocidental. Já o Retrospectiva 1976 foi dividido em quatro blocos temáticos: a morte de Mao Tse-Tung, os conflitos nos países africanos, as eleições norte-americanas e a situação da América Latina.
Mudança conceitual
No dia 1 de janeiro de 1980 foi ao ar a aventura do homem na década de 70, marco divisor na história do Retrospectiva. O então diretor da Central Globo de Jornalismo, Armando Nogueira, e sua equipe implementaram mudanças em termos estruturais e conceituais, que serviram de referência para a realização dos programas nos anos seguintes.
Armando Nogueira achava que o Retrospectiva não poderia ser meramente um bombardeio de informações, mas uma espécie de reflexão sobre a década a partir das imagens dos seus fatos mais significativos e emocionantes. Para atingir esse objetivo, a saída encontrada foi investir no aspecto humano e evitar a estrutura jornalística tradicional.
Variações
As diferenças entre as Retrospectivas com o passar dos anos residiam na duração e no formato dos programas (alguns eram exibidos em dois ou quatro dias, outros em uma edição única, que podia durar de uma a duas horas); e nos elementos que amarravam os assuntos apresentados.
Muitos programas utilizaram vinhetas com depoimentos de personagens importantes nos fatos do ano. Para falar da primeira visita ao país do Papa João Paulo II, a Retrospectiva 80 ouviu os depoimentos dos escritores Jorge Amado e Adélia Prado e do cantor Luiz Gonzaga. As imagens foram apresentadas sem narração enquanto eram relembradas pelos três entrevistados.
Outros programas utilizaram recursos de dramaturgia, literatura e animação. Na Retrospectiva 87, dirigida por Mônica Labarthe, foram empregadas vinhetas protagonizadas pela mímica Lina do Carmo e produzidas por Ricardo Nauemberg, para apresentar alguns assuntos. Mônica Labarthe também dirigiu a Retrospectiva 88, na qual a diretora de teatro Bia Lessa trabalhou com um grupo de jovens e crianças, dramatizando situações que destacavam o prazer da leitura. Hans Donner criou vinhetas animadas especiais sobre o tema. A atriz Ângela Corrêa, protagonista da minissérie Abolição, leu trechos do livro O poético e o político, de Gilberto Gil, durante o segmento que lembrou os cem anos de abolição da escravatura.
Houve, ainda, programas que estabeleciam uma linha conceitual que costurava os fatos. A Retrospectiva 84, que teve como editoras Margareth Cunha, Anne Polan e Rene Castelo Branco, alinhavou as matérias e os blocos do programa com a inserção de trechos da música 1984, composta por William Prado e cantada por Moreira da Silva. A letra era uma crônica bem-humorada, ao estilo dos sambas-de-breque, dos acontecimentos marcantes no Brasil, especialmente no campo político.
Nos últimos anos, a Retrospectiva tem apostado mais na força das imagens e edição. O apresentador narra os fatos em off e aparece pouco no vídeo.
Apresentação e produção
O número de apresentadores da Retrospectiva variou bastante ao longo dos anos. Em geral, o programa era apresentado por uma dupla. Mas em 1990 e 1991, dez repórteres apresentaram as matérias.
Entre 1996 e 2002, o programa passou a ser apresentado por cinco ou seis duplas de jornalistas, escolhidos entre os principais repórteres e apresentadores dos telejornais e programas da Rede Globo. Renato Machado, Cláudia Cruz, Carlos Nascimento, Sandra Annenberg (atual apresentadora), Sérgio Chapelin, Lilian Witte Fibe, Pedro Bial, Fátima Bernardes, William Bonner, Mônica Waldvogel, Chico Pinheiro e Leilane Neubarth eram inseridos num cenário virtual, no qual se projetavam as imagens dos fatos.
A partir de 2003 até 2009, Sérgio Chapelin voltou a ser o único apresentador do programa.
Outra mudança diz respeito às equipes de produção. Desde 1974, o programa era apresentado como um Globo Repórter especial. Mas as equipes responsáveis não eram fixas, variando de ano para ano, de acordo com as necessidades específicas de cada Retrospectiva. A partir de 1992, entretanto, a produção do programa passou a ficar sob a responsabilidade da equipe do Globo Repórter, dirigida por Silvia Sayão.
Atualmente, é apresentado por Sandra Annenberg e Glória Maria.
Apresentadores - Até 2019
Carlos Nascimento
Sérgio Ewerthon
Lígia Maria
Cid Moreira
Leilane Neubarth
Celso Freitas
Carlos Monforte
Olga Vasone
Fátima Bernardes
Márcio Guedes
Sérgio Chapelin
Augusto Xavier
Nélson Araújo
Glória Maria
Fernando Vannucci
Léo Batista
Leda Nagle
Dárcio Arruda
Sônia Maria
Marcos Hummel
Heron Domingues
Humberto de Oliveira
Luciano do Valle
Emerson Assis
Renato Machado
Cláudia Cruz
Sandra Annenberg
Lilian Witte Fibe
Pedro Bial
William Bonner
Mônica Waldvogel
Chico Pinheiro
Alexandre Garcia
Retrospectivas
Retrospectiva 2019
O Retrospectiva 2019 foi ao ar em 27 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano. Foi a primeira edição apresentada por Sandra Annenberg, que comandou ao lado de Glória Maria.
Mortes de Gugu Liberato, Rubens Ewald Filho, Caio Junqueira, Bibi Ferreira, Jorge Fernando, Fernanda Young, Ruth de Souza, Beth Carvalho, entre outros
Rompimento da Barragem em Brumadinho
Copa América no Brasil, sendo vencida pela Seleção Brasileira
Vitórias do Flamengo no Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores da América
Escândalos envolvendo o Governo Bolsonaro
Incêndio no alojamento do Flamengo
Copa do Mundo de Futebol Feminino na França
Incêndio na catedral Notre Dame
Queimadas na Amazônia e Vazamento de óleo no Brasil
Crise na Venezuela
O 1° ano do mandato de Jair Bolsonaro
Retrospectiva 2018
O Retrospectiva 2018 for ao ar em 28 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Copa do Mundo na Rússia
Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang
Eleição presidencial no Brasil
Prisões resultantes da Lava Jato
Assassinato de Marielle Franco
Time de futebol preso em uma caverna na Tailândia
Incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro
Denúncias de abuso sexual contra o médium João de Deus
Mortes de Stephen Hawking, George H. W. Bush, Stan Lee, Beatriz Segall, Agildo Ribeiro, Eloísa Mafalda, Ângela Maria, Dona Ivone Lara, Maria Esther Bueno, entre outros.
Jair Bolsonaro é eleito Presidente
Retrospectiva 2017
O Retrospectiva 2017 foi ao ar em 29 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Mortes de Paulo Silvino, Marcelo Rezende, Márcia Cabrita, Malcolm Young, Chester Bennington, Tom Petty, Teori Zavascki, Rogéria, entre outros
Independência da Catalunha e conflito com a Espanha
Rebelião em Alcaçuz
O 1° ano do mandato de Donald Trump e ameaças contra a Coreia do Norte
Atentados em Londres e Paris, massacre em Las Vegas e incêndio em Portugal
Novas prisões resultantes da Lava Jato
A polêmica apresentação da performance La Bête no MAM
O sucesso da novela A Força do Querer
O sucesso de Anitta e Pabllo Vittar
Retrospectiva 2016
O Retrospectiva 2016 foi ao ar em 30 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Mortes de David Bowie, Prince, Domingos Montagner e Orival Pessini
Protestos contra o Governo pelo Brasil
Impeachment da Presidente Dilma Rousseff e posse do Vice Presidente Michel Temer
Eleição do presidente Donald Trump
Panamá Papers
Olimpíadas no Rio de Janeiro
Queda do avião da Chapecoense
Retrospectiva 2015
O Retrospectiva 2015 foi ao ar em 30 de dezembro (quarta-feira), destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Mortes de Marília Pera, Inezita Barroso, Antônio Abujamra e Leonard Nimoy
Escândalo da FIFA
Jogos Pan-Americanos de Toronto
Atentado terrorista na Turquia
Tragédia em Mariana-MG
Atentado de 13 de Novembro em Paris
Retrospectiva 2014
O Retrospectiva 2014 foi ao ar em 26 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Copa do Mundo no Brasil
Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi na Rússia
Mortes de Eduardo Campos, Ariano Suassuna, Robin Williams, Hugo Carvana e Roberto Gomez Bolaños
Bombardeios dos EUA contra o Estado Islâmico
Eleições presidenciais no Brasil
Operação Lava-Jato
Retrospectiva 2013
O Retrospectiva 2013 foi ao ar em 27 de dezembro, destacando alguns dos principais fatos daquele ano.
Incêndio em Santa Maria-RS
Renúncia do Papa Bento XVI e eleição do Papa Francisco
Atentando na Maratona de Boston
Manifestações de junho em todo o Brasil
O sumiço de Amarildo
Jornada Mundial da Juventude 2013
Copa das Confederações
Mortes de Nelson Mandela e Hugo Chávez
Caso Snowden
Queda de Mohamed Morsi no Egito
Crise econômica na Europa
Guerra civil na Síria
Tufão nas Filipinas
Retrospectiva 2012
"No ano em que o mundo não acabou, vimos nascer um novo Brasil", disse Sérgio Chapelin na abertura da Retrospectiva 2012, em menção às previsões catastróficas feitas com base no término do Calendário Maia naquele ano. Ao seu lado, Glória Maria apresentou o programa, gravado no Antigo Palácio da Justiça, Rio de Janeiro. Os destaques foram:
Mensalão
Violência em São Paulo volta a crescer
Barack Obama é reeleito presidente
Mortes de Oscar Niemeyer e Hebe Camargo
Furacão Sandy
Greves e falhas nos trens e metrôs brasileiros
Crise econômica continua na União Europeia
Massacre nos EUA reabre discussão sobre armas
Naufrágio na Itália deixa 32 mortos
Hugo Chávez é reeleito
Onda de violência continua no Oriente Médio
O sucesso das novelas Avenida Brasil e Cheias de Charme
Retrospectiva 2011
Do Parque das Ruínas, no Rio de Janeiro, a dupla de apresentadores Glória Maria e Sérgio Chapelin trouxe os principais acontecimentos daquele ano que teria sido "assustador e promissor". O programa foi ao ar em 30 de dezembro e abordou os seguintes assuntos:
Enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro
Terremoto e acidente nuclear no Japão
Dilma Rousseff toma posse como Presidente
Casamento Real
Rock in Rio IV
Mortes de Amy Winehouse, Osama Bin Laden, Muammar al-Gaddafi, Itamar Franco, José Alencar, Nate Dogg e Steve Jobs
Visita de Barack Obama ao Rio de Janeiro
Atirador mata 92 noruegueses
Economia européia em risco
Massacre em escola de Realengo
Primavera árabe
Retrospectiva 2010
"Um ano que foi além de qualquer ficção", anunciou a jornalista Glória Maria na abertura da Retrospectiva 2010. Com Sérgio Chapelin, ela apresentou o programa no último dia do ano do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Ocupação da Vila Cruzeiro e do Morro do Alemão
Mineiros soterrados no Chile
Deslizamentos em Angra dos Reis
Enchentes no Rio de Janeiro
Morte de Néstor Kirchner
Copa do Mundo na África do Sul
Dilma Rousseff é eleita Presidente
Protestos na Europa
Fluminense vence o Brasileirão
Julgamento do Caso Isabella Nardoni
Vulcão na Islândia provoca caos aéreo
Retrospectiva 2009
Rio de Janeiro é escolhida para sediar as Olímpiadas Rio 2016
Mortes de Michael Jackson e Alborghetti
Retrospectiva 2008
Olímpiadas em Pequim
Barack Obama é eleito Presidente dos Estados Unidos
Morte de Dercy Gonçalves
Retrospectiva 2007
Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro
Mortes de Pedro de Lara e Nair Bello
Retrospectiva 2006
Copa do Mundo na Alemanha
Acidente na Venezuela que matou seis mil jogadores de futebol
Mortes de James Brown, Sivuca, Braguinha e Bussunda
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