sábado, 1 de janeiro de 2022

Orações coordenadas e subordinadas - Aline Gasperi

 ORAÇÕES COORDENADAS

As orações coordenadas são as que funcionam com um sentido completo, sem depender de um complemento.


Mesmo dentro de um grupo oracional ou período composto (período que contém múltiplas orações), as orações coordenadas não necessitam da interferência de outras orações para que ela carregue sentido. Alguns exemplos de orações coordenadas:


“Chegamos tarde. Não assistimos a todo o filme. Vimos o mais interessante dele.”

“Chegamos tarde e não assistimos a todo o filme, mas vimos o mais interessante dele.”


Quando o período tem apenas uma oração coordenada com sentido pleno, chamamos de período simples. Mas a oração coordenada pode vir acompanhada de outras orações, adicionando  detalhes a ela, mas não haverá interferência no sentido individual de cada oração. Por exemplo:


“Ontem choveu.” (período simples)

“Ontem choveu, mas não estava na previsão.” (período composto)


A frase poderia ser: “Ontem choveu. Não estava na previsão”. Consegue perceber a autonomia das duas orações?


As orações coordenadas podem ou não estar separadas por conjunções. Quando as orações não são regidas por conjunção, elas são chamadas de orações coordenadas assindéticas. Quando são regidas por conjunção, são chamadas de orações coordenadas sindéticas. Exemplos:


“Ela terminou o trabalho. Foi embora mais cedo.” (assindética)

“Ela terminou o trabalho e foi embora mais cedo.” (sindética)


As conjunções podem estabelecer 3 funções semânticas em uma oração coordenada: a função aditiva, a função adversativa e a função alternativa.


Coordenadas aditivas

A função aditiva é quando a conjunção acrescenta ou, como o nome sugere, adiciona detalhes a outra. As conjunções que marcam a função aditiva são “e”, “nem”, “mas também / mas ainda / como também” - depois de não só e “mais” - na matemática ou em linguagem regional. Exemplos:


“Ana estuda e trabalha.”

“Carlos não ajuda nem se empenha.”


Coordenadas adversativas

A função adversativa é quando a conjunção é usada para contrapor ou dar ideia de oposição ao conteúdo da oração anterior. É marcada pelas conjunções “mas”, “porém”, “todavia”, “contudo”, “entretanto”, “no entanto”, “senão”, “não obstante” e “inobstante” - usada nos cursos de Direito. Exemplos:


“Ela não brincava senão com os cachorros.”

“Junior fez um escândalo, mas não chamou tanta atenção.”


Coordenadas alternativas

A função alternativa é quando a conjunção expressa alternância, ou seja, que uma das alternativas irá excluir  ou anular a outra. É marcada pela conjunção “ou”, que pode vir repetida ou não. Exemplos:


“Ou eu estudo ou eu trabalho.” (as duas orações são sindéticas)

“É pegar ou largar.” (a primeira oração é assindética)


Funções não consensuais

Algumas funções são motivos de conflito entre teóricos, pois estão na intersecção entre as orações coordenadas e as subordinadas, já que aparentam estabelecer uma relação de dependência entre as orações.


A gramática tradicional incluiu as funções conclusiva e causal-explicativa entre as funções dos conectores coordenativos. No entanto, por extrapolarem as fronteiras das orações, afirma que não devem ser rigorosamente consideradas. Incluímos apenas por questões didáticas


Coordenadas conclusivas

A função conclusiva diz respeito às conjunções que introduzem uma conclusão ou consequência complementares à outra oração. É marcada pelas conjunções “pois”, “porque”, “por isso”, “portanto”, “então”, “logo”, “assim”, “por conseguinte”, entre outras. Exemplos:


“Você já me enganou antes, portanto estou atento.”

“Trabalhou como nunca. Conseguiu, pois, a promoção.”


Coordenadas causais-explicativas

A função causal-explicativa corresponde às conjunções que introduzem uma justificativa referente à oração anterior. É marcada pelas conjunções “que”, “porque”, “porquanto” e  também por “pois”.


“Vou encerrar, que estamos todos cansados.”

“Maria está triste porque foi mal no teste.”


A relação de dependência que elas aparentam ter é apenas semântica. Por isso elas se encaixam mais nas orações coordenadas do que nas subordinadas.


Há, ainda, as funções distributivas e disjuntivas, que são os períodos compostos cujos conectivos ligam unidades que reiteram, equilibradamente, a oração antecedente, para estabelecer um sentido de condição, alternativa, concessão ou temporalidade. Não há consenso sobre elas, pois também aparentam relação de dependência. Incluímos apenas por questão didática.


Coordenadas distributivas

As distributivas repetem, anaforicamente, uma determinada conjunção no início da primeira oração e na oração composta por coordenação. Como os conectores “ora […] ora”, “já […] já”, “quer […] quer”, “seja […] seja”, “talvez […] talvez”. Estes vêm sempre repetidos. Exemplos:


“Ora se fecha e não se sabe o que pensa, ora se expõe mais do que deveria.”

“Ela não se ilude, seja pelas suas próprias expectativas, seja pelas dos outros.”


Coordenadas disjuntivas

As disjuntivas têm a mesma disposição das distributivas, mas os termos usados no início da primeira oração e da composta por coordenação são diferentes, como “este […] aquele”, “um […] outro”.  Exemplos:


“Uns viciam em café, outros em álcool.”

“Este não dorme porque não quer, aquele se irrita se não o deixam dormir.”


Alguns gramáticos classificam as distributivas e as disjuntivas dentro da função alternativa, e não necessariamente deixam de ser, elas apenas se diferenciam daquelas por terem uma estrutura que parece criar uma certa dependência, mas não são dependentes por completo, pois também funcionam assindeticamente. Incluímos por questão didática.


ORAÇÕES SUBORDINADAS

As orações subordinadas, ao contrário das coordenadas, são orações que não possuem um sentido completo individualmente, portanto sempre serão constituídas de pelo menos duas orações, uma principal e uma subordinada à principal. Exemplo:


“Vou ao mercado sozinha [oração principal] se meu marido não acordar [oração subordinada].”


As conjunções que ligam uma oração principal (a que contém a informação ou o verbo principal do período) à oração subordinada (a que está servindo de complemento à principal) são chamadas de conjunções integrantes. São comuns, às orações subordinadas, as conjunções integrantes “se” e “que”.


É necessário, no mínimo, haver duas orações em um grupo oracional para configurar orações subordinadas, por isso elas sempre formarão períodos compostos.  As orações subordinadas são classificadas em 3 tipos: adjetivas, substantivas e adverbiais, cada uma com sua subdivisão.


Orações subordinadas adjetivas

As orações subordinadas adjetivas são divididas em 2 tipos: explicativas e restritivas. Como o nome sugere, elas têm função de adjetivo, ou seja, acrescentam características relacionadas ao verbo da oração principal. Elas não são ligadas por conjunções, mas por pronomes relativos (que, o qual - e variações, onde, quem, cujo - e variações, quanto - e variações, como, quando)


Adjetivas explicativas

As orações subordinadas adjetivas explicativas são as que se ligam à oração principal por pronomes relativos que indicam explicação. Exemplo:


“Os maratonistas, que chegaram antes do tumulto, foram dispensados.”


A oração principal não precisa, necessariamente, estar antes da subordinada, como o caso da frase acima, em que a oração principal é “os maratonistas foram dispensados”. A oração subordinada, neste caso, está no meio da oração principal.


O fato de a oração subordinada estar entre vírgulas, no exemplo acima, estabelece o sentido de que o pronome “que” é de explicação. Os maratonistas foram dispensados, o fato de eles terem chegado antes do tumulto foi uma explicação, um acessório, um detalhe geral, em relação a todos estes maratonistas mencionados.


Adjetivas restritivas

As orações subordinadas adjetivas restritivas se ligam à oração principal por um pronome que indica uma restrição. Exemplo:


“Os maratonistas que chegaram antes do tumulto foram dispensados.”


Parece ser a mesma frase, mas, neste caso, a ausência da vírgula deu outro sentido à frase, porque o pronome “que” da oração subordinada restringiu a dispensa apenas aos maratonistas que chegaram antes do tumulto, ou seja, nem todos foram dispensados, apenas os que chegaram antes do tumulto.


Em outras palavras: se tem vírgula, é adjetiva explicativa (explica, por isso diz respeito a um todo); se não tem vírgula, é adjetiva restritiva (restringe, por isso diz respeito a uma parcela). Portanto, dependendo do sentido que se quer estabelecer, a vírgula é determinante.


Dica: se surgir dúvidas se o conectivo “que” é um pronome relativo ou não,  procure substituí-lo por “o qual”/ “a qual” ou “os quais”/”as quais”. Se a substituição fizer sentido, é pronome relativo, ficando mais fácil identificar que é oração subordinada adjetiva. Exemplo:


“Esta é a casa que construí.”

“Esta é a casa a qual construí.”


Orações subordinadas substantivas

As orações subordinadas substantivas são classificadas em 6 tipos: subjetivas, objetivas diretas, objetivas indiretas, completivas nominais, predicativas e apositivas, tudo dependendo da função que o complemento carrega.


Substantivas subjetivas

As orações subordinadas substantivas subjetivas são aquelas em que a oração subordinada têm função de sujeito da principal. Exemplo:


“É óbvio [oração principal] que todos serão bonificados [oração subordinada].”


Repare que o primeiro verbo (é) não tem sujeito. Quem é óbvio? O que é óbvio? A resposta está na oração subordinada: “que todos serão bonificados”. A oração subordinada é, portanto, sujeito da principal, por isso o nome de substantiva subjetiva. Resumindo: não encontrou sujeito na oração principal? O sujeito é a oração subordinada.


Substantivas objetivas diretas

As orações subordinadas substantivas objetivas diretas são aquelas em que a oração principal termina com um verbo transitivo direto, ou seja, verbo que dispensa preposição antes do complemento, e a oração subordinada é complemento desse verbo. Exemplo:


“Elas deduzem [oração principal] que serão criticadas [oração subordinada].”


O verbo “deduzir” é transitivo direto, ou seja, quem deduz, não deduz de algo nem deduz em algo nem a algo, mas simplesmente deduz algo (o “algo” no exemplo acima é “que serão criticadas”). Quando o verbo não demanda preposição antes do complemento, é objeto direto, por isso a oração é chamada substantiva objetiva direta.


Substantivas objetivas indiretas

As orações subordinadas substantivas objetivas indiretas são aquelas em que a oração principal termina com um verbo transitivo indireto, ou seja, verbo que exige a preposição antes do complemento, e a oração subordinada é complemento desse verbo. Exemplo:


“O chefe gosta [oração principal] de que sejamos pontuais [oração subordinada]”.


A frase parece estranha, mas porque estamos acostumados a falar do jeito errado. O verbo “gostar” é transitivo indireto, ou seja, quem gosta não gosta algo, mas gosta de algo. Perceba como a preposição “de” é necessária. Por ter preposição antes do complemento (“algo”), é objeto indireto, por isso a oração é chamada de substantiva objetiva indireta.


Substantivas completivas nominais

As orações subordinadas substantivas completivas nominais são as que complementam um substantivo abstrato da oração principal e são sempre regidas por preposição, o que caracteriza um complemento nominal (se diferenciam das objetivas indiretas porque são complemento de substantivo, adjetivo ou advérbio, não de verbo). Exemplo:


“Eu tenho certeza [oração principal] de que serei aprovado [oração subordinada].”


O substantivo “certeza” é abstrato, porque não é palpável, e pede uma preposição, porque quem tem certeza, tem certeza de algo. O complemento “de que serei aprovado” está se referindo ao substantivo abstrato “certeza”. Logo, se o complemento é nominal, a oração é  substantiva completiva nominal.


Substantivas predicativas

As orações subordinadas substantivas predicativas são as que complementam o sujeito (não o verbo, nem o substantivo). A oração principal, nas predicativas, termina com um verbo de ligação, e a oração subordinada, seu complemento, se refere ao sujeito da oração principal. Exemplo:


“O fato é [oração principal] que brasileiro teima muito [oração subordinada].”


O sujeito da frase é “o fato”, e o complemento “que brasileiro teima muito” diz respeito ao sujeito. O verbo de ligação (neste caso: “é”) ajuda muito a identificar quando a oração é substantiva predicativa, pois está presente em todas elas.


Substantivas apositivas

As orações subordinadas substantivas apositivas, são as que têm função de aposto, servindo para explicar, esclarecer, desenvolver ou detalhar a oração principal. Exemplo:


“Um desejo predomina entre as mulheres: que não sejam assediadas ou abusadas.”


Neste caso é mais simples identificar, pois a substantiva apositiva sempre estará posicionada após dois pontos (:), e eventualmente, podem vir entre vírgulas ou travessões.

 

As substantivas também podem ser introduzidas por pronomes e advérbios interrogativos: Não sei - onde fica o teatro / como a máquina funciona / quanto custa o remédio / quando entra em vigor a nova lei / qual é o assunto da palestra


Orações subordinadas adverbiais

As orações subordinadas adverbiais funcionam como adjunto adverbial para a oração principal. Adjuntos adverbiais são termos que alteram o sentido de um verbo, acrescentando uma informação de circunstância a ele.


São 9 os tipos de subordinadas adverbiais: causais, consecutivas, condicionais, concessivas, conformativas, comparativas, finais, temporais e proporcionais.


Adverbiais causais

As orações subordinadas adverbiais causais são as que indicam a razão da oração principal e de seu verbo. São marcadas pelas conjunções “porque”, “como”, “uma vez que”, “já que”, “visto que” e “na medida em que”. Exemplo:


“Já que está chovendo [oração subordinada], não vamos ao estádio [oração principal].”


Você deve ter reparado que, no exemplo acima, a oração subordinada antecede a principal. Isso mostra que nem sempre a oração principal é a primeira. O fato principal é que eles não vão ao estádio, a oração subordinada é a causa, por isso, causal (tente trocar as orações de lugar e verá que elas carregam o mesmo sentido: “Não vamos ao estádio, já que está chovendo”).


Adverbiais consecutivas

As orações subordinadas adverbiais consecutivas indicam a consequência do verbo da oração principal. São marcadas pela conjunção “que”, quando usada nas locuções “tanto / tal / tão / tamanho que”, “de modo / maneira / forma / sorte que” ou expressando tamanho: “tão alto que”, “tão curto que”, entre outros casos. Exemplo:


Minha mãe gritou tanto [oração principal] que perdeu a voz [oração subordinada].”


Como pode ser observado, a oração subordinada tem um sentido de consequência do verbo “gritar” adicionado ao adjunto adverbial de intensidade “tanto”, por isso é uma adverbial consecutiva.


Adverbiais condicionais

As orações subordinadas adverbiais condicionais indicam uma situação de condição  para a oração principal. As conjunções mais usadas nessa subordinação são “caso”, “se” e, novamente, “que” quando usada em “desde que”, “contanto que”, “sem que”, “a menos que”, “a não ser que”, “uma vez que”,  entre outros casos.  Exemplo:


“Vai perder peso rápido [oração principal], se for disciplinado [oração subordinada].”


O fato de perder peso rápido está, portanto, condicionado à disciplina do sujeito, pois a conjunção “se” é adjunto adverbial de condição, por isso o nome de adverbial condicional.


Adverbiais concessivas

As orações subordinadas adverbiais concessivas são as que expressam que algo foi cedido, permitido ou, como o nome sugere, concedido para que a informação da oração principal acontecesse. As conjunções mais usadas nessa subordinada são “embora”, “conquanto” e “que”, quando usada em “mesmo que”, “ainda que”, “se bem que”, “nem que”, “posto que”, “apesar de que” entre outros que carreguem o mesmo sentido. Exemplo:


“Embora tenha sido constrangido [oração subordinada], continuei investigando [oração principal]”.


No caso acima, entende-se que o contrangimento deveria impedir que o sujeito continuasse investigando, mas por alguma razão não o fez. Foi, portanto, permitido ou concedido (ainda que não tenha sido, de fato, uma permissão. Por exemplo, se o sujeito contrariou ou ignorou o impedimento).


De alguma forma, a oração principal e a adverbial concessiva têm uma relação de oposição entre si, ou seja, há sempre um atrito entre elas, quebrado pela conjunção.


Adverbiais conformativas

As orações subordinadas adverbiais conformativas são as que apresentam sentido de condordância com a oração principal. As conjunções mais comuns nessas subordinadas são “conforme”, “consoante”, “como”, “segundo”, entre outras. Exemplo:


“O livro foi reeditado [oração principal] conforme o Novo Acordo Ortográfico [oração subordinada].”


Se a subordinada demonstrar, pela conjunção, que concorda com a oração principal, não tem erro, é adverbial conformativa.

 

Conforme, segundo e consoante, se introduzirem apenas adjuntos adverbiais de conformidade, são preposições.


Adverbiais comparativas

As orações subordinadas adverbiais comparativas, são as que têm função de comparação com a oração principal. As conjunções que expressam esse sentido são “como”, “assim como”, “mais/menos... (do) que” ou “tão/tanto... quanto/como”. Exemplo:


“Sou mais determinado [oração principal] do que meus pais [oração subordinada].”


Sempre que o sentido da oração subordinada expressar comparação, ainda que seja uma comparação que expressa igualdade, por exemplo: “sou determinado como meus pais”, será adverbial comparativa.


Adverbiais finais

As orações subordinadas adverbiais finais são as que trazem o objetivo, a intenção da oração principal. As principais conjunções que expressam tal sentido são “para que”, “porque”, “a fim de que”, “que”, entre outras. Exemplo:


“Fui à festa de Uber [oração principal], para que minha moto não sujasse o vestido [oração subordinada].”


Cuidado para não confundir estas com as coordenadas conclusivas ou causais explicativas, ou mesmo com as subordinadas adverbiais causais, porque têm conjunções praticamente iguais, mas o efeito de sentido de cada um, assim como sua relação de dependência/independência, são diferentes.


Adverbiais temporais

As orações subordinadas adverbiais temporais são as que expressam condição de tempo à oração principal. As conjunções que ajudam a identificar esse sentido são “quando”, “enquanto”, “às vezes”, “mal” e “que”, nas locuções “assim que”, “logo que”, “sempre que”, “antes que”, “depois que”, “até que”, “desde que” entre outros casos. Exemplo:


“Sempre que ela passa [oração subordinada], meu coração dispara [oração principal].”


Não se esqueça de que a conjunção que determina o sentido não pode ser contrariada ou causar ambiguidade. Por exemplo, o período “Sempre que ela passa, às vezes ignoro” é estranho porque o advérbio “sempre” entra em conflito com “às vezes”, então o mais apropriado seria substituir “sempre” por “quando”.


Adverbiais proporcionais

Por fim, as orações subordinadas adverbiais proporcionais são as que adicionam  condição de medida ou proporção à oração principal. As conjunções que identificam essa subordinação são “quanto mais”, “quanto menos”, “tanto mais”, “tanto menos”, “à medida que”, “à proporção que”, “ao passo que”, “enquanto”, entre outras. Exemplo:


“Quanto mais o tempo passa [oração subordinada], eu fico mais desanimado [oração principal]”.

Nenhum comentário: