quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Critérios para escolha dos cantos na Missa

 1 - Canto de Entrada: Sua finalidade é abrir a celebração. Promove a união da assembleia, introduz os fiéis no tempo litúrgico ou da festa, acompanha a procissão do sacerdote com os ministros da Eucaristia, leitores, acólitos, coroinhas, seminaristas etc. Deve terminar quando o padre chegar ao altar. Se houver uso de incenso, estende-se até que o altar seja incensado.

2 - Canto de Perdão (Ato Penitencial): É o momento em que todos são convidados a reverem suas faltas, permanecendo em silêncio por um tempo. É o próprio rito, por isso deve ser cantado integralmente, devendo obrigatoriamente conter as frases: Senhor, tende piedade de nós (ou Kyrie eleison) e Cristo, tende piedade de nós (ou Christe eleison). Caso contrário, o canto estará liturgicamente errado. No Domingo de Ramos, pode ser substituído pela procissão. Na Quarta-feira de Cinzas, é substituído pela bênção e imposição das cinzas. Aos domingos, pode ser substituído pela aspersão da água em recordação do batismo.

3 - Canto de Glória (Hino de Louvor): É o hino antiquíssimo (século II) pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. É um louvor às três pessoas da Santíssima Trindade, cantado ou recitado nas solenidades e festas dos santos e missas dominicais. Não se canta nos domingos do Advento e da Quaresma porque são tempos de preparação para as grandes festas, o Natal e a Páscoa, respectivamente. Também não se canta nos dias de semana porque este cabe ao dia por excelência do encontro com os cristãos, o domingo, nem nas missas de defuntos (missa de sétimo dia, trigésimo dia, um ano de falecimento, missa de corpo presente e Dia de Finados).

4 - Canto de Acolhida da Bíblia: Não faz parte oficialmente da liturgia, portanto é facultativo. Deve ser cantado apenas em ocasiões excepcionais, principalmente nos domingos de setembro, que é o mês da Bíblia, ou quando se pretende destacar a Palavra de Deus. Acompanha a procissão da Bíblia, por isso deve ser encerrado ao término dessa procissão.

5 - Canto de Aclamação ao Evangelho: Esta aclamação constitui um rito por si mesma, através da qual a assembleia acolhe o Senhor que lhe vai falar no Evangelho, saudando e professando sua fé pelo canto. Para ser um canto de aclamação ao Evangelho, deve obrigatoriamente conter a palavra 'Aleluia', que significa alegria, exceto no tempo da Quaresma, no qual o Aleluia é substituído por um versículo proposto no Lecionário, devido ao forte tempo de reflexão e conversão.

6 - Canto de Ofertório: Acompanha o rito da preparação das ofertas, por isso deve ser encerrado quando o sacerdote terminar de oferecer os dons e lavar as mãos. Nas missas solenes, quando se usa o incenso, o canto se estende até que a assembleia seja incensada. O texto não precisa falar necessariamente de pão e vinho, mas pode falar do tema da liturgia ou do oferecimento da própria vida a Cristo.

7 - Canto de Santo: É o próprio rito, por isso deve ser cantado integralmente. Para ser um canto de Santo, deve conter as palavras: Santo, Santo, Santo (3 vezes) + Bendito o que vem em nome do Senhor + Hosana nas alturas. Caso contrário, o canto estará liturgicamente errado.

8 - Canto de Paz: É considerado por alguns como inapropriado para antes da comunhão, pois dispersa o povo e desvia o clima de oração para o rito seguinte, transformando a Missa em um show, sendo por eles colocados em outros momentos na liturgia da missa (após a bênção final, ou após o ato penitencial, ou após o ofertório...). Mas a saudação da paz após a oração do pai-nosso está liturgicamente prescrita e fica a critério de cada costume local, como também de cada rito católico aprovado pela Sé Romana (melquita, maronita...). Muitos omitem esse canto nos tempos da Quaresma e do Advento para realizá-lo com mais alegria no tempo da Páscoa e do Natal

Abaixo segue resumo de carta circular publicada em 08 de junho de 2014 por decisão do papa Francisco:
 c) De todos os modos, será necessário que no momento de dar-se a paz se evitem alguns abusos tais como:
- A introdução de um "canto para a paz", inexistente no Rito romano.
- Os deslocamentos dos fiéis para trocar a paz.
- Que o sacerdote abandone o altar para dar a paz a alguns fiéis.
- Que em algumas circunstâncias, como a solenidade de Páscoa ou de Natal, ou Confirmação, Matrimônio, sagradas Ordens, Profissão religiosa ou Exéquias, o dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os presentes.

9 - Canto de Cordeiro: É o próprio rito de aclamação à fração do pão, por isso deve ser cantado integralmente e com letra rápida, com as mesmas palavras da oração. Deve ser iniciado quando o sacerdote toma em suas mãos o corpo de Cristo, quebra-o e põe uma parte deste dentro do cálice. Para ser um canto de Cordeiro de Deus, deve obrigatoriamente conter as palavras: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo (repetidas 2 ou várias vezes, se a fração do pão se estender) + dai-nos a paz. Caso contrário, estará liturgicamente errado.

10 - Canto de Comunhão: Pela unidade das vozes, expressa a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e torna mais fraternal a procissão dos que vão receber o corpo de Cristo. Deve obrigatoriamente falar sobre a comunhão, sobre o corpo e o sangue de Cristo, sobre o pão da vida, pão do céu, ou qualquer outro tema relativo ao mistério da Eucaristia. Começa quando o sacerdote comunga e termina quando o último fiel comungar.

11 - Canto de Ação de Graças: É um costume herdado do Papa João XXIII na década de 60. Embora seja inadequado, está previsto no Missal Romano. Pode ser cantado, mas é facultativo. É importante que seja breve e executado por todos, com moderação no volume dos instrumentos e dos microfones. Recomenda-se evitar esse canto na Quaresma.

12 - Canto Final: Foi herdado do Papa Paulo VI na década de 70, embora não previsto no Missal, portanto, suplementar, serve para preservar a mensagem e motivar a missão. Acompanha a saída do padre.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Encerramento TV Brasil - 06/01/2011

 Vinheta de encerramento da programação da TV Brasil, após o clipe infantil com animação de Andrés Lieban com música de Toquinho. A música é uma canção de ninar, como se fosse um tipo de senha que se digita na tela para avisar às crianças o horário de dormir.

De segunda a sexta, a TV Brasil sai do ar às 3:00, após a reprise dos melhores momentos do programa de entrevistas 'Sem Censura', com Leda Nagle, e volta às 5:50, com os programas educativos 'Salto para o Futuro' e 'Telecurso', o jornal para deficientes auditivos 'Jornal Visual' e a edição matutina do 'Repórter Brasil'.

Aos sábados e domingos, o horário de encerramento pode variar, dependendo da exibição de filmes ou documentários na faixa 'Programa de Cinema', podendo sair do ar às 4:00 da manhã. Após o clipe, é exibido o logo da emissora e o relógio na tela.

domingo, 15 de novembro de 2020

Semana santa, quaresma & etc. - inicial maiúscula ou minúscula? / Perguntas e respostas sobre a Páscoa

 Esta semana é muito especial. Como escrevê-la? Como grafar os feriados? Grafam-se com inicial grandona os feriados religiosos. É o caso de Sexta-Feira da Paixão e Domingo da Ressurreição / Páscoa. Semana santa, domingo de ramos, segunda-feira santa, terça-feira santa, quarta-feira santa, quinta-feira santa e sábado de aleluia não são feriados, mas apenas períodos religiosos. Daí por que não terem direito a pedigree. Escrevem-se com a inicial pequenina. 

Use maiúsculas e minúsculas como manda o dicionário. É assim: semana santa, quinta-feira santa, sexta-feira santa, sábado de aleluia escrevem-se com a inicial mixuruca. Páscoa e Sexta-feira da Paixão jogam em outro time. Nomes próprios, grafam-se com a primeira letra pra lá de exibida. Quem pode…pode.  

Olho vivo, moçada. Quaresma, semana santa e sábado de aleluia são nomes comuns. Escrevem-se com a inicial pequenina. Sexta-feira da Paixão e Páscoa jogam em outro time. Nomes próprios, escrevem-se com a inicial grandona. .

Quaresma? São os 40 dias que vão da quarta-feira de cinzas até a sexta-feira da Paixão. Para católicos e ortodoxos, o período se destina a penitências. A pessoa faz jejum, priva-se de carne e renuncia a prazeres, como doces, refrigerante, TV, internet, celular, tablet, videogame, novelas, fofoca, sexo, loteria, rádio e impressora. No 1º dia da provação, os fiéis vão à igreja. Lá, recebem cinza sobre a cabeça. O padre, então, lhes diz: ‘‘Lembra-te, homem, que és pó e ao pó retornarás’’. Lembra-te também: quaresma se escreve com a inicial minúscula, exceto em início de frase.

As portas do carnaval se fecham. Abrem-se as da quaresma. É quarta-feira de cinzas — primeiro dos 40 dias do império do roxo. Para católicos e ortodoxos, o período destina-se a penitências. A pessoa faz jejum, priva-se de carne e renuncia a prazeres. No primeiro dia da provação, os fiéis vão à igreja. Lá recebem cinza sobre a cabeça. O padre, então, lhes diz:


— Lembra-te, homem, que és pó e ao pó retornarás.


A coluna vai além:


— Lembra-te, também: quaresma é substantivo comum, porque é período religioso que não feriado, como Natal, Páscoa e Corpus Christi. Escreve-se com a inicial pequenina.  

O que é Páscoa? 

É a festa cristã que celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus. A Páscoa é a celebração mais importante para os cristãos, pois marca o mistério e o milagre da ressurreição. Na época de Jesus já se celebrava a Páscoa, mas com outro sentido, era o Pessach. 


O que é Pessach ou Páscoa Judaica? 

Pessach significa passagem em hebraico. É a festa judaica em que se comemora a libertação dos hebreus depois de um longo período de escravidão no Egito. São oito dias de celebração. 


Como se calcula a data da Páscoa? 

O Concílio Geral de Nicéia, no ano de 325 d.C definiu que a Páscoa fosse comemorada no primeiro domingo após a primeira Lua Cheia da primavera. Como Nicéia fica no hemisfério norte, a estação correspondente para o Brasil é o outono. 


O que é quaresma? 

Período de quarenta dias, que vai da quarta-feira de cinzas até o sábado anterior ao Domingo de Ramos. Este tempo serve de preparação para iniciar a Semana Santa. A Igreja Católica propõe que a oração, a penitência e a caridade seja o foco do cristão ao menos durante este tempo. É o momento de se reaproximar de Deus. 


O quarenta é um número simbólico que lembra o tempo que duraram diversas passagens descritas na Bíblia como os quarenta dias do dilúvio, de Moisés e de Elias na montanha, o tempo em que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública e ainda os 40 anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto. 


Semana Santa 

A semana santa dura, na verdade, oito dias. Começa no Domingo de Ramos e vai até o Domingo de Páscoa. 


Domingo de Ramos 

Significa a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém. Ele chegou sobre um jumento e o povo o aclamou com ramos de árvores e folhas de palmeiras. 

A frase deste dia é 'Bendito o que vem em nome do Senhor'


Quinta-feira Santa 

Foi o dia da última ceia de Jesus com seus 12 discípulos. O ritual que Jesus ensinou nessa noite é repetido durante as missas da Igreja Católica e na maioria das igrejas cristãs: a eucaristia ou Santa Ceia. Antes da ceia, Jesus ajoelhou-se diante de seus discípulos e lavou os pés de todos em sinal de seu amor e humildade. Este ato tornou-se um rito litúrgico realizado na missa da Quinta-feira Santa, o lava-pés. Simboliza a purificação de todo o ser. 

A frase deste dia é 'Fazei isto em memória de mim'


Sexta-Feira da Paixão

Também conhecida como Sexta-feira Santa, relembra a morte de Jesus. Foi o dia de seu sofrimento, quando foi julgado e castigado, carregou a cruz, a coroa de espinhos e foi crucificado. Como ato de penitência, os cristãos costumam não comer carne vermelha e evitar vários gestos que remetam ao trabalho, ao estudo ou à diversão. Estes são exemplos de “sacrifícios” feitos em lembrança a Paixão de Cristo. 

A frase deste dia é 'Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem'


Sábado de Aleluia 

Também conhecido como Sábado Santo, é o conhecido como o dia da oração e do jejum, o dia em que os cristãos choram e meditam sobre a paixão e morte de Jesus. À noite é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo, pois se acende o Círio Pascal, uma grande vela que representa a Luz de Cristo. 

A frase deste dia é 'Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição'


Domingo de Páscoa

Dia em que os cristãos lembram a ressurreição de Jesus que trouxe a esperança da vida eterna. 

A frease deste dia é 'Não procureis entre os mortos, Ele não está mais aqui, ressuscitou'


Por que se come peixe na Sexta-feira Santa? 

Na época de Jesus, a carne vermelha era cara, artigo de luxo, por isso era raro tê-la à mesa, sobretudo nas famílias mais pobres, como a de Jesus. Os peixes existiam em abundância e eram mais baratos. Abster-se de carne vermelha na Sexta-feira Santa significa fazer um sacrifício em nome da morte de Jesus. A real essência deste dia é de ter uma refeição simples e pobre. Na missa de sexta-feira Santa é encenada a Via Sacra, as 14 passagens da vida de Jesus. 


O que significa “tirar a aleluia”? 

O termo se refere à surrar algo ou alguém. É um costume antigo que se dá no Sábado de Aleluia. Como na Sexta-feira Santa há várias ações que não são aconselháveis para os cristãos, os pais deixavam de castigar ou bater nos filhos neste dia ou ainda durante os 40 dias da quaresma. Todas as travessuras cometidas pelas crianças nestes dias ficavam sem punição. E os mais velhos costumavam prometer que iriam “tirar a aleluia” no sábado antes do Domingo de Páscoa. 


Este termo pode estar associado também à “malhação de Judas”, costume trazido pelos portugueses e espanhóis. Judas foi o discípulo traidor de Jesus. No sábado de Aleluia bonecos no tamanho de um homem, feitos com serragem, tecido ou papel, são surrados e queimados, simbolizando a condenação e execução de Judas pelo povo. 


Por que se colhe macela na Sexta-feira Santa? 

A tradição é que a macela seja colhida antes do nascer do sol. A sabedoria popular diz que a eficiência do chá das flores desta planta se torna ainda maior quando colhida neste dia. A tradição é comum apenas no Rio Grande do Sul, pois tem este arbusto em abundância e floresce a partir de abril. É importante colher apenas os galhos, jamais puxando pelo tronco e arrancando a planta com a raiz e evitar a colheita em campos muito próximos a estradas ou rodovias, pois a planta pode estar contaminada por metais expelidos pelos carros. 


O chá deve ser feito com 3 a 5g de flores secas para cada litro de água. Tem efeito analgésico, anti-inflamatório, relaxante muscular, no combate de cólicas, diarreias, disenterias e dores no estômago. 


Por que na Páscoa se presenteia com ovos de chocolate e se fala em coelho da Páscoa? 

No hemisfério norte a Páscoa acontece no início na primavera. Muitos anos antes desta data cristã começar a ser celebrada, na China e em alguns países da Europa era comum comemorar a chegada da primavera. Nesta ocasião, se referenciava a Ostera, a deusa da fertilidade e da primavera, que aparecia em pinturas como uma mulher de cabelos longos, segurando ovos, circundada por coelhos e lebres. Era de costume as pessoas se presentearem com ovos pintados com motivos de natureza. 


Quando se começou a celebrar a Páscoa para os cristãos, foi apropriada a imagem de ovos, porém pintados com figuras religiosas. Somente no século XVIII, na França é que se começou a ideia de confeccionar ovos de chocolate. 


As igrejas cristãs explicam que o ovo e o coelho são símbolos de fertilidade e renovação, que representam a nova vida que Jesus obteve ao ressuscitar e que os cristãos têm pela fé na graça de Deus, a vida eterna. 

Propriedade vocabular

 A crise na Venezuela trouxe ao noticiário questão de propriedade vocabular. Qual a palavra adequada para nomear a linha que separa os dois países? Alguns falam em fronteira. Outros, divisa. Limite também aparece. Os três substantivos separam, mas entes diferentes. Guarde isto:


Fronteira separa países.


Divisa separa estados.


Limite separa municípios.

A peça de teatro é exibida ou encenada? Guarde isto:


Exibe-se algo pronto: um quadro, um filme, uma escultura, um programa de TV, uma novela.

Uma peça de teatro ganha vida a cada representação. É encenada, representada.

Que calor! Brasília parece um forno. Boa parte do Brasil também. Daí por que entraram em cartaz quatro adjetivos — quente, frio, alto, baixo. Atenção para a propriedade vocabular. Frio e quente usam-se para tempo (tempo quente, tempo frio, dia quente, dia frio, tarde quente, tarde fria). A temperatura não pode ser quente nem fria. É alta ou baixa.

Não troque as bolas. Obter quer dizer ganhar, granjear, conquistar o que se deseja, o que se busca. Por isso só o use em sentido positivo: O time obteve vitórias (nunca obteve derrotas). Paulo obteve 90 pontos no concurso. Maria obteve o cargo pelo qual lutou durante dois anos.

Sabia? Na língua existem verbos-ônibus. Eles funcionam como transporte coletivo. Cabem em 42 contextos e um pouco mais. Imprecisos, causam má impressão. Denunciam o redator preguiçoso ou pobre de vocabulário. Fazer é um deles. Ultimamente ganhou novo assento. É o tal de fazer aula disto e daquilo. Ou fazer um câncer, uma tuberculose, um aneurisma. Cruz-credo! É possível substituí-lo por outros mais precisos. Com um cuidado: sem pedantismo, afetação ou rebuscamento.


Exemplos não faltam. Fazer uma carta? É escrever ou redigir a carta. Fazer um discurso? É proferir o discurso. Fazer uma fossa? É cavar a fossa. Fazer uma estátua de mármore? É esculpir a estátua de mármore. Fazer o trajeto de carro? Melhor percorrer o trajeto. Fazer direito é cursar direito. Fazer a cama? É arrumar ou forrar a cama.


Fazer não substitui cometer, praticar, ter. Fazer erros? É cometer erros. Fazer faltas? É cometer faltas. Fazer aulas? É ter aulas, assistir a aulas. Fazer uma música? É compor ou tocar uma música. Fazer mortes? É provocar mortes.

E a febre do defender continua. Eta modismo persistente! Já me insurgi, em artigo de três anos atrás, contra o uso abusivo desse verbo. Mas não tem jeito. Defender virou ônibus: sempre cabe mais um.


O uso insistente de um único verbo para expressar situações diferentes é, no fundo, sintoma de pobreza vocabular. O natural de uma língua é enriquecer com o passar do tempo. Novos vocábulos vão-se juntando aos existentes até formar um léxico gigantesco. Estranhamente, a língua brasileira, em lugar de se tornar mais rica, empobrece. Para cada novo vocábulo que entra no circuito, uma dúzia dos antigos sai da boca do povo pra recolher-se na poeira dos dicionários. É pena.




Chamada Estadão 27 ago 2018


Volto a sugerir ao distinto leitor que, caso esteja pra cair na tentação de usar defender no sentido de preconizar, pense em substitui-lo por outro mais sugestivo.


Na chamada do Estadão, ficaria mais elegante dizer, por exemplo, que «Dallagnol propõe não votar em envolvidos…». Essa é apenas uma possibilidade. Há dezenas. Uma lista (não exaustiva) de verbos que podem ‒ nesse caso e com vantagem ‒ substituir defender está aqui:


Preconizar, aconselhar, orientar, recomendar, sugerir, propor, indicar, prescrever, estimular, insinuar, pregar, solicitar, elogiar, lembrar, requerer, exigir,, exaltar, pedir.


Cada um deles carrega nuance diferente. Na hora de usar, basta escolher o que melhor convier.


Ah! É bom ter sempre em mente o que doutor Dallagnol “defende”. Votar em corrupto? Só faltava.


(José Horta Manzano)

“A gente pensa uma coisa. Diz outra. O leitor entende outra. E a coisa propriamente dita desconfia que não foi dita.” Mário Quintana parece brincar conosco, pobres autores e leitores, pobres falantes e ouvintes. Mas não está. Ele sabe que a língua é malandra que só. Poderosa, prega peças e arma ciladas. Dizemos uma palavra pensando dizer outra. Damos um recado na certeza de que acertamos o alvo. Ledo engano. Não raro a mensagem é contrária à pensada ou não tem nada a ver com a original. Pior: de tão repetidas, as armadilhas soam familiares, certas como dois e dois são quatro. Quer ver?


Tempestivo x intempestivo


A duplinha não tem nenhuma relação com temperamento. Nem com temperamental. Ela pertence à família de tempo:


Tempestivo = que vem ou sucede no tempo devido, oportuno: Consideraram a ação judicial tempestiva. O advogado apresentou o recurso tempestivamente (no prazo).


Intempestivo: fora do tempo próprio, inoportuno: A ação foi intempestiva. Manifestou-se intempestivamente.

Não confunda tempestivo com tempestuoso, que tem relação com tempestades climáticas.

Liderança = a qualidade do líder, o espírito de chefia: O regimento prevê voto de liderança. O chefe deve ter liderança. O técnico, sem liderança, não conseguiu evitar o conflito. Esta é a sala da liderança do partido.


Líder = pessoa que exerce a liderança: Os líderes do Congresso discutiram o projeto hoje. O presidente vai negociar com os líderes que se opõem ao projeto. Há partidos que têm mais líderes que liderados.

Atenção, gente fina. Muitos caem no modismo. Usam opção e alternativa como sinônimos. Mas são diferentes. A precisão vocabular impõe a diferença. Veja:


Opção = saída, possibilidade, recurso: Antes de decidir, avaliou as opções que lhe ofereciam. Na prova com cinco possibilidades de respostas, duas opções eram muito parecidas. Fiquei em dúvida.


Alternativa = escolha entre duas opções. Por isso, fuja de outra alternativa ou única alternativa, que é pleonasmo. Por quê? A alternativa é sempre outra. Se não há outra, só pode ser única: Perdi o voo. A alternativa foi esperar o próximo. Não havia alternativa para o problema. E agora? Qual a alternativa?

Usar a palavra mais adequada ao contexto. É o caso da mudança para o céu. Quarenta dias depois da Páscoa, Jesus, ressuscitado, voltou pra casa, sozinho, sem ajuda. O ato milagroso se chama ascensão, e o verbo, ascender (subir), que não tem nada a ver com acender (iluminar). Maria seguiu o filho, mas precisou ser levada. Sua subida às alturas se denomina assunção.

As duas palavras são parentes próximas. Mas pertencem a classes diferentes. A menor é adjetivo. A maior, advérbio:


Independente = livre: O Brasil ficou independente de Portugal em 1822. 


Independentemente = sem levar em conta: Ganha o mesmo salário independentemente do número de horas trabalhadas.

Modismos - inúteis e sem respaldo

 Thiago Bezerra escreve: “Tudo que vira moda é aceito pelas pessoas até sem pensar. Mas existe moda brega, não é mesmo? Entrou em cartaz o advérbio “justamente”. Jornais, telejornais, políticos, jornalistas, advogados abusam da palavra. Ela sobra”. É verdade. A maior parte dos advérbios terminados em –mente só tem uma função — sobrecarregar a frase. Quer ver?


João deve sair (provavelmente) às 6h. Provavelmente deve ser usado apenas em caso de dúvida. Em caso de certeza, prefira certamente.

Cumpriu a ordem (exatamente) como o chefe determinou.

(Atualmente) todo mundo tem celular.

A reclamação era (completamente) inoportuna.

Disse (exatamente) isso, sem tirar nem pôr.

Os pacientes odeiam (principalmente) ter de esperar.


É (terminantemente) proibido ultrapassar o limite. Como a proibição é sempre expressa, não existe algo meio proibido.


Nesse período, acho que a área social foi a que mais sofreu. Eu acabei de trocar o secretário (justamente) por isso. Justamente significa com justiça, e não precisamente, exatamente.


Xô! Xô! Xô!

Atenção ao modismo:


1. Inclusive não é partícula de reforço. Empregue-a como antônimo de exclusive, e no fim de uma enumeração: O curso se estende de 24 de janeiro a 2 de fevereiro, inclusive.

No meio da frase, deve-se usar incluindo: Compareceram todos os jogadores, incluindo os da reserva.


2. Não a use como sinônimo de até em frases como esta: O presidente sugeriu, inclusive, que o preço dos combustíveis poderia cair. O certo é: O presidente sugeriu que os preços dos combustíveis até poderiam cair.

Realizar virou modismo. Não o use no lugar de fazer, promover, celebrar, inaugurar, efetuar, lançar, desenvolver. Use-o só no sentido de tornar real.


Em vez de “realizar missa, batizado e casamento”, é melhor celebrar.

Em vez de “realizar curso ou oficina”, promover (quando é instituição) e ministrar (quando é professor).

Em vez de “realizar show”, estrear.

Em vez de “realizar exposição”, abrir, inaugurar ou apresentar.

Cuidado com o modismo. Use chamado só quando você falar de algo cujo nome não é o referido, mas é conhecido como tal. Não há por que escrever, por exemplo, os “chamados exames preventivos”. Exame preventivo é exame preventivo. O cinema não é a “chamada” sétima arte. É a sétima arte. As praças onde se reúnem os drogados não é a “chamada” cracolândia. É a cracolândia. As ONGs não são o “chamado” terceiro setor. São o terceiro setor.

O aviãozinho partiu de Santa Catarina rumo a São Paulo. O voo transcorreu sem problemas. Na hora de pousar, ops! Algo falhou. A aeronave despencou. Jornais, sites e tevês divulgaram o fato. Nove entre 10 notícias tropeçaram no modismo. Assim: “Dos sete ocupantes do avião, quatro foram arremessados para fora e os outros três tiveram de ser retirados das ferragens”. Reparou? O pronome outros sobra. Xô! Assim: Dos sete ocupantes do avião, quatro foram arremessados para fora e três tiveram de ser retirados das ferragens.

As palavras, como as pessoas, têm manias. Combinam. Brigam. Fazem exigências. Armam ciladas. Um verbo cheio de caprichos é acontecer. Elitista, ele tem poucos empregos. E quase nenhum amigo. Mas, por capricho do destino, os colunistas sociais o adotaram. A moda se espalhou como fogo morro acima ou água morro abaixo.

O pobre virou praga. Tudo acontece. Até pessoas: Phillipe Coutinho está acontecendo na Seleção. O casamento acontece na catedral. O show acontece às 22h. E por aí vai.

Violentado, o verbo vira a cara. Esperneia. E se vinga. Deixa mal quem abusa dele. Diz que o atrevido sofre de pobreza de vocabulário. Para não cair na boca do povo, só há uma saída. Empregá-lo na acepção de suceder de repente.

Acontecer dá sempre a ideia do inesperado, desconhecido: Caso acontecesse a explosão, muitas mortes poderiam ocorrer.

O verbinho de sangue azul sente-se muito bem com os pronomes indefinidos (tudo, nada, todos), demonstrativos (este, isto, esse, aquele) e o interrogativo que: Tudo acontece no feriado. Aquilo não aconteceu por acaso. O que aconteceu?

Xô, abuso

Não use acontecer no sentido de ser, haver, realizar-se, ocorrer, suceder, existir, verificar-se, dar-se, estar marcado para. Se você insistir, prepare-se. É briga certa. Melhor não entrar nessa. Busque saídas.

Uma delas é substituir o verbo: O show acontece (está marcado para) às 21h. O festival aconteceu (realizou-se) no ano passado. O crime não aconteceu (ocorreu). Acontecem (ocorrem) casos de prisão de inocentes durante as batidas policiais. O vestibular está previsto para acontecer em dezembro (previsto para dezembro). Não aconteceu (houve) o rigoroso inverno.

Outra é mudar a frase: A prisão aconteceu ontem. (A polícia prendeu o ladrão ontem.) A divulgação do resultado acontece logo mais. (O resultado será divulgado logo mais.) O início da prova aconteceu às 8h. (A prova iniciou-se às 8h.)

É um mistério. Modismos chegam tímidos. Repetem-se aqui e ali. De repente, não mais que de repente, viram praga. É o caso do sufixo -izar. Outro dia, alguém disse sem corar: “É preciso perdoalizar os inimigos”. Valha-nos, Deus! O que fazer? Boa parte dos feiosos dá ideia de movimento. Pode ser substituída por verbos mais precisos, familiares e pra lá de simpáticos.

 Eis exemplos:

 agilizar (apressar), desincompatibilizar-se (deixar o cargo), equalizar (igualar), fidelizar (conquistar), independentizar (liberar), integralizar (completar), oportunizar (dar oportunidade), otimizar (melhorar, aperfeiçoar), publicizar (divulgar, publicar).
É lugar-comum afirmar que a língua muda. Organismo vivo, está a serviço dos falantes. Eles, como a água que passa sob a ponte, nunca são os mesmos. Movimentam-se, misturam-se, transformam-se. Viva!

Mas, por motivo que até Deus ignora, algumas deixam de circular. Ficam estagnadas. Resultado: viram moda. Depois, praga. O uso se intensifica por influência do rádio, da tevê, da internet. São os modismos, que pegam com a rapidez da água morro abaixo ou do fogo morro acima.

Podem ser palavras ou expressões que passam a ser empregadas em sentido diferente do usual. Uma das mais recentes é gratidão. Por contágio talvez do emoji da internet, as mãozinhas postas substituíram o vocábulo obrigado. Não só nas mídias sociais. Também na fala. Vamos combinar? É uma chatice. Usar a imagem no zap ou no e-mail tudo bem. Mas fora daí? Xô! E gratiluz? Mais uma invenção desnecessária.
 
Estes são o novo a nível de: 
deletar - Só use em textos de informática. Nos outros casos, use excluir, apagar ou eliminar.
detonar - Só se forem bombas. Nos outros casos, use gerar, despertar ou provocar.
contabilizar - Só em textos de contabilidade. Nos outros casos, use somar ou totalizar.

Xô - artigos um e uma

 Um texto limpo não cai do céu. Nasce de trabalho, humildade, desapego. E muita faxina. Como diz o outro, 10% de inspiração e 90% de transpiração.


A escrita agradável tem muitos segredos. Um deles: fugir do artigo indefinido. Um, uma, uns, umas fazem estragos. Tornam o substantivo impreciso e molengão. Mais ou menos como Sansão sem cabelo. Quer ver?


Nove jovens morreram em (um) baile em Paraisópolis.


Deus é (um) poder supremo.


(Um) outro bate-boca ocorreu ontem entre o marido e a mulher.


Falava com (um) tal cuidado que parecia medir as sílabas.


Para que os artigos? Só pra estragar a frase. Eles detonam o esforço de planejamento e redação. Fora!

Use o um e o uma em apenas uma circunstância: se esse um não for artigo indefinido, e sim numeral, isto é, se não se tratar de um qualquer, mas de apenas um. Por exemplo: Para a obra, foi destinado um recurso.

O truque do três - manhas do encantamento

 Ninguém sabe por quê. Mas trios bajulam os ouvidos. Pai, Filho e Espírito Santo formam a Santíssima Trindade. Executivo, Legislativo e Judiciário são os poderes da República. Os lados do triângulo também são três. Liberdade, igualdade e fraternidade são os lemas da Revolução Francesa. Governo do povo, para ele e por ele, proclamou Abraham Lincoln. Vim, vi e venci, orgulhou-se Júlio César.


Nas enumerações, o três faz mágicas. Pense em três itens para agrupar: O candidato colecionou desafetos ao combater o divórcio, o homossexualismo, a igualdade de gêneros. O estilo deve ter três virtudes: clareza, concisão e correção gramatical.


Vamos trabalhar com afinco, vontade e competência.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Redação do Enem - perguntas e respostas e mandamentos da nota 1000

 A linha que separa a redação nota zero da redação nota mil é tênue. Quase sempre o fracasso na produção de texto não se deve ao desconhecimento do tema ou a tropeços na língua. Deve-se à desobediência às orientações. Bobear é proibido. Dar jeitinhos também. O caminho para não morrer na praia é um só: ler, entender e aplicar as ordens tim-tim por tim-tim. Vamos a elas?


1. O candidato pode fazer rascunho?


Pode e deve. Mas é proibido fazê-lo em qualquer lugar. Há uma folha destinada a ele. Use-a. Ali você escreve, reescreve, rabisca, corta, borra, rasura, escreve por cima. O espaço é todo seu. Ninguém tem nada a ver com ele.


 


2. Como deve ser apresentado o texto definitivo?


O texto definitivo é o que será avaliado pela banca examinadora. Com ele, todo o cuidado é pouco. Siga estas dicas:


1. escreva-o na folha própria.


2. escreva-o a tinta. Escolha uma caneta familiar, de que goste muito. Deixe em casa a caneta novinha, cujas manhas você ainda não conhece. Ela pode atrapalhar seu raciocínio e roubar minutos preciosos da revisão. Xô!


3. o texto deve ter até 30 linhas. Preste atenção ao “até”. Significa que perde pontos quem ultrapassar o tamanho determinado. Pode ser um pouco menos de 30 linhas. Mas nenhuma mais.


 


3. O candidato pode copiar trechos apresentados na prova ou nos textos motivadores?


Não. Nada de cópia. Ctrl + C e Ctrl + V é mega perigoso. Cada linha copiada será alvo de punição. Você perde pontos e, valha-nos, Deus, pode perder a prova. Você pode utilizar dados ou citar uma ou outra frase entre aspas.


 


4. O que leva à nota zero?


Guarde isto: nota zero é mais resultado de bobeira que de ignorância. As instruções apresentam cinco descuidos que anulam a obra que lhe deu tanto trabalho. Ei-los:


1. se a redação for “insuficiente”. O que é isso? Se o texto tiver menos de sete linhas. Vamos combinar? Sete linhas é muito pouco. Vá além, muito além. Chegue às 30. Ou bem próximo das 30. Lembre-se: você não só precisa se sair bem na prova. Precisa se sair melhor que os concorrentes. Lute para chegar na dianteira.


2. se a redação fugir ao tema. É lógico, não? Se o enunciado pede um assunto e o candidato apresenta outro, não dá outra. O examinador pensa que ele levou o texto decorado. Para não correr risco, leia o tema uma vez, duas vezes, três vezes, muitas vezes. Leia-o até entendê-lo. Antes de escrever, diga baixinho, com suas palavras, o que está sendo pedido. Imagine que esteja falando sobre o assunto com sua mãe, seu pai, seu amigo ou seu irmãozinho. Assim, você ganha intimidade com o tema. Mil ideias vêm à cabeça. Viva! Se o tema é 'Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil' (Enem 2016), não escreva sobre política, por exemplo.


3. se a redação “não atender ao tipo dissertativo-argumentativo”. Seu texto terá de defender uma tese. Dado um tema, você precisa tomar posição clara — de preferência, a favor ou contra. É importante justificar sua posição com argumentos. Prove, demonstre, convença. Não vale escrever um poema, muito menos um texto narrativo ou um depoimento pessoal.


4. se a redação “apresentar proposta de intervenção que desrespeita os direitos humanos, como mensagens de ódio, preconceito de qualquer tipo e racismo”. Direitos humanos se referem à dignidade da pessoa. (Dê uma olhadinha na coluna passada. Ali você encontra explicação legal.)


5. se a redação “apresentar parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto”. No texto, as palavras, as frases e os parágrafos conversam, batem papo pra lá de amigável. Se entra um estranho sem se anunciar, rompe-se a harmonia. Lembra-se do bobão que introduziu, no meio do texto, uma receita de Miojo? Vacilou. Quis bancar o esperto. Pagou caro.


 


5. Como deve ser o texto?


O texto deve ter três partes. Na introdução, diga o que você vai dizer. No desenvolvimento, diga o que você prometeu dizer. Na conclusão, diga o que você disse. Encerre a redação com charme.


 


O Blog da Dad postou ontem seis posts que lhe ensinam o passo a passo da redação nota 1000. Siga-os pela ordem (1, 2, 3, 4, 5, 6). No fim, você chegará à única conclusão possível: escrever não é nenhum bicho de sete cabeças. É fácil como andar pra frente.

A dissertação tem três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. 

1.1.        Introdução: apresenta a tese. Diz ao leitor o que você vai dizer.


1.2.        Desenvolvimento: sustenta a tese. Apresenta os argumentos para convencer os incrédulos de que você tem razão.


1.3.        Conclusão: confirma a tese e encerra o assunto. Apresenta a proposta de intervenção.


Divida o texto em parágrafos. Um para a introdução. Dois ou três para o desenvolvimento. Um para a conclusão.

Comece pelo começo. Escolha uma frase bem atraente. Pode ser uma declaração, uma citação, uma pergunta, um verso, a letra de uma música. Depois, desenvolva a tese. Cada ideia num parágrafo. Por fim, conclua. Com um fecho elegante.

4.Seja natural. Imagine que o leitor esteja à sua frente ou ao telefone conversando com você. Fique à vontade. Espaceje suas frases com pausas. Sempre que couber, introduza uma pergunta direta e prefira esta à indireta. Confira a seu texto um toque humano. Você está escrevendo para pessoas. Gente igual a você.


5.Use frases curtas. Com elas, você tropeça menos nas vírgulas, nos pontos ou nas reticências. “Uma frase longa”, ensinou Vinicius de Moraes, “não é nada mais que duas curtas.”

Vírgula? Ponto e vírgula? Dois-pontos? Na dúvida, use ponto.


6.Ponha as sentenças na forma positiva. Diga o que é, nunca o que não é. Em vez de escrever “ele não assiste regularmente às aulas”, escreva “ele falta com frequência às aulas”.


7.Prefira palavras curtas e simples. Os vocábulos longos e pomposos criam uma barreira entre leitor e autor. Fuja deles. Seja simples. Entre duas palavras, prefira a mais curta. Entre duas curtas, a mais expressiva. Fuja das literárias e científicas, reserve para quem adora erudição.

Proibido ou defeso? Proibido. Imposição ou injunção? Imposição. Reduzido ou mitigado? Reduzido. Extenso ou prolixo? Extenso. Empecilho ou óbice? Empecilho. Imitação ou simulacro? Imitação. Notável ou conspícuo? Notável. Suavizar ou atenuar? Suavizar. Breve ou lacônico? Breve. Concordância ou aquiescência? Concordância. Objetivo ou escopo? Objetivo. Fazer uso ou lançar mão? Fazer uso. Renomado ou reputado? Renomado. Concluir ou depreender? Concluir. Punir ou infligir? Punir. Desrespeitar ou infringir? Desrespeitar. Principal ou precípuo? Principal. Dispensar ou prescindir? Dispensar. Correto ou escorreito? Correto. Espúrio ou errado? Errado. Adstrito ou dependente? Dependente. Silencioso ou silente? Silencioso. Atinente ou referente? Referente. Ou então, pertinente.


8.Opte pela voz ativa. Ela deixa o texto esperto, vigoroso e conciso, livra-o do verbo ser. A passiva, ao contrário, deixa-o desmaiado, sem graça. Compare:


Voz ativa: Os candidatos leram as instruções da prova.

Voz passiva: As instruções da prova foram lidas pelos candidatos.

 Abuse de substantivos e verbos. Seja sovina com adjetivos, advérbios, pronomes, conjunções, aumentativos, diminutivos e superlativos. Eles são os inimigos do estilo enxuto.

Seja conciso. Respeite a paciência do leitor. A frase não deve ter palavras desnecessárias. Por quê? Pela mesma razão que o desenho não deve ter linhas desnecessárias ou a máquina peças desnecessárias.

Evite mesóclises, ponto de exclamação, reticências, regionalismos, gírias, internetês e siglas desconhecidas. Use estrangeirismos apenas se não houver correspondente em português, ou se este for pouco usado. Não escreva FIM, porque não é o último capítulo da novela. Evite coisa e algo, por serem palavras vagas. Prefira elemento, fator, tópico, índice, item etc. 

10 mandamentos do estilo - Blog da Dad

 Mensagem


“O estilo deve ter três virtudes: clareza, concisão e objetividade.” Anatole France


Nós escrevemos para o leitor. Queremos que ele leia e entenda nosso texto. E mais: que aprecie a leitura, que não se arrependa da escolha. Os cinco, dez ou vinte minutos investidos no artigo, reportagem ou entrevista devem ter retorno garantido: apuração séria, informações corretas e estilo atraente.


Com os dados à mão, objetivo definido e plano traçado, é hora de redigir. Como? Sem perder de vista o leitor. Seja natural. Imagine que ele esteja à sua frente ou ao telefone conversando com você. Fique à vontade. Espaceje suas frases com pausas e, sempre que couber, com perguntas diretas. Confira ao texto um toque humano. Você está escrevendo para as pessoas.


Não o canse. Vá direto ao assunto. Comece pelo mais importante. E comece bem, com uma frase atraente, que lhe desperte o interesse e o estimule a prosseguir a leitura. No final, dê-lhe o prêmio: um fecho de ouro, como inesquecível sobremesa a coroar um lauto almoço.


Os dados, o objetivo e o plano são os ingredientes. A forma de prepará-los é que dá o toque especial ao prato. Uma frase particularmente elegante, capaz de veicular com clareza e simplicidade a mensagem que você quer transmitir, é conquista pessoal, exercício diário de desapego, humildade e vontade de melhorar.


William Strunk Jr, professor de altos estudos da língua inglesa, costumava dizer: “A prosa vigorosa é concisa. A frase não deve ter palavras desnecessárias, nem o parágrafo frases desnecessárias, pela mesma razão que o desenho não deve ter linhas desnecessárias, nem a máquina partes desnecessárias. Isso não quer dizer que o autor faça breves todas as suas frases, nem que evite todo detalhe, nem que trate seus temas só na superfície: apenas que cada palavra conta”.


Os segredos do estilo mais eficiente podem ser resumidos em dez preceitos:


1. Use frases curtas e incisivas


O leitor só consegue dominar determinado número de palvras antes que seus olhos peçam uma pausa. Se a frase for muito longa, ele se sentirá perdido, sem capacidade de compreender-lhe o completo significado. Por isso, use sentenças de, no máximo, uma linha e meia. Lembre-se de que uma frase longa nada mais é do que duas curtas.


2. Prefira palavras breves e simples


Palavras longas e pomposas funcionam como uma cortina de fumaça entre quem escreve e quem lê. Seja simples. Entre dois vocábulos, prefira o mais curto. Entre dois curtos, o mais expressivo. Fuja dos literários e científicos.

Evite palavras que emprestem tom preciosista ou exagerado ao texto: demandante, causídico, pleito, julgador, inconformação, contestação, pretório excelso, corte, amplexo, ósculo, discente, certame, holerite.

Dê preferência ao vocábulo coloquial: réu, advogado, eleição, juiz, recurso, resposta, Supremo Tribunal Federal, tribunal, votar, abraço, beijo, aluno, concurso, contracheque.



3. Ponha as sentenças na forma positiva


A regra é dizer o que é, não o que não é. Não ser honesto é ser desonesto; não lembrar é esquecer; não dar atenção é ignorar; não comparecer é faltar; não pagar em dia é atrasar o pagamento; não acreditar é duvidar; não ser necessário é ser dispensável; não passar é ser reprovado; não alterar é manter; não ser possível é ser impossível.


Dizer o que não é em geral soa hesitante, impreciso, pouco objetivo. Dá a impressão de se estar fugindo do compromisso de afirmar.


Compare as frases:


Ele não acredita que o ministro chegue a tempo. Ele duvida que o ministro chegue a tempo).


O presidente eleito diz que não fará alterações profundas no Plano Real. O presidente eleito nega que faça alterações profundas no Plano Real.


Vargas Llosa não chegará hoje . Vargas Llosa chegará no sábado.

Em vez de:


USE:


Não pense em ........


Pense em ........


Em caso de incêndio não use o elevador


Em caso de incêndio use a escada.


Não esqueça o seu cartão


Lembre de retirar o cartão


Não se esqueça de validar o ticket de estacionamento


Lembre de validar o ticket de estacionamento


Se beber, não dirija.


Se beber, vá de Uber ou 99.


Nunca tranque o cruzamento.


Deixe o cruzamento livre.


Evite trancar o cruzamento.


Deixe o cruzamento livre.


Não se preocupe.


Fique tranquilo.


Não entre em pânico.


Fique calmo.


Não se aborreça.


Esqueça, deixe passar.


Não fique aborrecido.


Pense em algo agradável.


Não quero comer doces.


Quero comer comidas saudáveis.


Não quero comer comidas gordurosas.


Quero comer frutas e verduras.


Não quero engordar.


Quero emagrecer.


Quero perder peso.


Quero atingir o meu peso ideal.


Não pinte esta parede de azul.


Pinte esta pare de verde.


Não quero perder tempo.


Quero aproveitar bem o tempo.


Não quero perder tempo com isso.


Quero usar o menor tempo possível .....


Não quero me atrasar.


Quero chegar no horário.


Meu filho, não mexa nisso.


Meu filho, vá brincar com ...


Meu filho, não mexa nisso.


Meu filho, pode mexer e brincar com ....


Não suba na cadeira.


Por favor, sente na cadeira.


Não suba na cadeira.


Subir na cadeira é perigoso ........


Cuidado para não derramar o copo.


Preste atenção no copo, tome cuidado.


É proibida a entrada de menores de ...


Só é permitida a entrada de maiores de ..


Não pise na grama


Use os passeios para caminhar


Não fume


Mantenha o ar limpo


Proibido fumar


Use o fumódromo para fumar


Não coloque o papel no vaso


Coloque o papel no cesto ao lado


Não ultrapasse quando a faixa amarela ....


Só ultrapasse quando a faixa amarela ...


4. Opte pela voz ativa


A voz ativa é mais direta, vigorosa e concisa que a passiva. Dê-lhe preferência sempre que puder. Ciro Gomes caracterizou o compulsório como medida transitória é construção preferível a O compulsório foi caracterizado por Ciro Gomes como medida transitória.


5. Escolha termos específicos


Há palavras que são mais específicas do que outras. Gato siamês é mais singular do que simplesmente gato; homem, mais do que animal; laranjeira, mais que árvore; árvore, mais do que planta ou vegetal. Trabalhador é termo de sentido geral, muito amplo; jornalista tem sentido mais restrito; jornalista do Correio Braziliense, mais ainda.


Ao descrever uma cena de rua, você pode referir-se genericamente a transeuntes ou particularizar: homens, jovens, estudantes, alunos da Escola Normal.


Escrever “Foi um período difícil” constitui vagueza. “Estive desempregado durante três meses” é mais preciso, bem melhor.


Não foi por acidente que Gonçalves Dias compôs: “Minha terra tem palmeiras / Onde canta o sabiá”. Se tivesse dito Minha terra tem árvores / Onde canta o pássaro, seus versos estariam enterrados com ele, ignorados de todos.


Siga a regra: o específico é preferível ao genérico; o definido ao vago; o concreto ao abstrato.


6. Abuse de substantivos e verbos


Escreva com a convição de que no idioma só existem substantivos e verbos. As demais classes gramaticais, como adjetivos, advérbios, pronomes, conjunções, aumentativos, diminutivos e superlativos, devem ser usadas com o cuidado do ourives e a parcimônia do sovina.

Substantivos e verbos são a roupa e o sapato do texto. As demais, o acessório.


7. Respeite a harmonia


A harmonia está ligada ao ouvido. Implica a habilidade de combinar as palavras e frases com elegância, sem tropeços, ecos, repetições ou dissonâncias. Os românticos impressionistas dizem que cada um escreve como quer, mas até eles reconhecem que a harmonia é o segredo dos grandes escritores, qualidade essencial do estilo. Por isso, leve em conta estes princípios:


a. Dê prioridade ao termo mais curto: Na colocação dos termos na oração, o mais curto (o que tiver o menor número de sílabas) deve preceder o mais longo:. Na livraria, comprei uma gramática, um dicionário e vários livros de geografia e história é construção preferível a Na livraria, comprei vários livros de geografia e história, uma gramática e um dicionário.


Examine outros exemplos: O Mustang volta ao Brasil com tecnologia e desenho modernos por R$ 39mil (não: O Mustang volta com tecnologia e desenhos modernos por R$ 69 mil ao Brasil). Gláuber Rocha, diretor dos filmes Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe, foi homenageado no festival (é preferível a: O diretor dos filmes Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe, Gláuber Rocha, foi homenageado no festival). O Congresso Nacional votará o projeto na próxima semana em regime de urgência urgentíssima (nunca: O Congresso Nacional votará, na próxima semana em regime de urgência urgentíssima, o projeto).


b. Evite os ecos: A rima, qualidade da poesia, é considerada defeito da prosa. Releia seus textos, de preferência em voz alta, para verificar se ocorre repetição de sons iguais ou semelhantes: Mais confusão e provocação no Maranhão. O Plano Real acabou com a inflação inercial. O rigor do calor de Salvador lhe causava maior pavor. 

Sem o eco: O Plano Real acabou com a inflação inativa. Mais tumulto e provocação em São Luís. O forte calor da capital baiana lhe causava maior medo.

Tantos ãos retumbam como trovão.


c. Cuidado com as cacofonias: Às vezes, a última sílaba de uma palavra se junta à primeira de outra e forma novo vocábulo, soando desagradavelmente aos ouvidos do leitor atento ou desavisado: por cada; uma mão; por razões, boca dela, por tal, por tais, por tão.


d. Fuja da monotonia: As repetições, seja de palavras, seja de estruturas, são as grandes responsáveis pela monotonia do texto, transmitem a impressão de inexperiência , descuido e pobreza de vocabulário. Existem formas de evitá-las. 1) suprimir a palavra; 2) substituí-la por sinônimo, hiperônimo, hipônimo ou pronome; e 3) dar outro torneio à frase.


8. Aproxime termos e orações que se relacionem pelo sentido


A liberdade de colocação de termos na frase e orações no período encontra limites nas exigências da clareza e da coerência. A boa norma manda “amarrar”cada termo determinante ao respectivo termo determinado.


Haverá um seminário sobre Aids na Câmara dos Deputados.


O seminário se realizará na Câmara, mas a colocação do adjunto adverbial na Câmara dos Deputados junto do termo Aids leva a outra leitura: o seminário tratará da ocorrência de Aids na Câmara dos Deputados.


Evita-se a ambigüidade aproximando o adjunto adverbial do termo a que se refere: Na Câmara dos Deputados, haverá um seminário sobre Aids.


9. Dê clareza às declarações


Dificultar a compreensão do texto é colocar uma pedra no caminho do leitor. Para que obrigá-lo a gastar tempo e energia na transposição do obstáculo? Facilite-lhe a passagem. Nas declarações longas, não o deixe ansioso. Identifique o autor imediatamente – antes da citação ou depois da primeira frase.


Veuillot ensina: “É preciso escrever com a convicção de que só há duas palavras no idioma: o substantivo e o verbo. Ponhamo-nos em guarda contra as outras palavras”.


ou


“É preciso escrever com a convicção de que só existem duas palavras no idioma: o substantivo e o verbo”, ensina Veuillot. “Ponhamo-nos em guarda contra as outras palavras.”


Nas declaraões curtas, a identificação do autor pode ser feita no começo ou no fim da fala:


“Toda questão tem dois lados”, escreveu Pitágoras. Pitágoras escreveu: “Toda questão tem dois lados”.


10. Seja conciso


Cultivar a economia verbal sem prejuízo da completa e eficaz expressão do pensamento tem dupla vantagem: respeita a paciência do leitor e poupa tempo e espaço (bens escassos no jornal).


Conciso não significa lacônico, mas denso. Opõe-se a vago, impreciso, verborrágico. No estilo denso, cada palavra, cada frase, cada parágrafo devem estar impregnados de sentido.


Eis algumas sugestões que contribuem para a concisão:


a. Dispense, nas datas, os substantivos dia, mês e ano: em 20 de janeiro (não no dia 20 de janeiro); em dezembro (não no mês de dezembro); em 1995 (não no ano de 1995).


b. Substitua a locução adjetiva por adjetivo: material de guerra (material bélico); pessoa sem discrição (indiscreta); pessoa sem emprego (desempregada). A dupla preposição + substantivo pode ser facilmente trocada por pares de substantivos e adjetivos, evitando as famosas fileiras de dês.


c. Troque a oração adjetiva por adjetivo: animal que se alimenta de carne (animal carnívoro); pessoa que planta café (cafeicultor); criança que não tem educação (criança mal-educada); pessoa que não come carne (vegetariana).


d. Use aposto nominal em vez de oração apositiva: Brasília, que é a capital do Brasil, oferece serviços públicos de boa qualidade (Brasília, capital do Brasil, oferece serviços públicos de boa qualidade). Jarbas Passarinho, que foi eleito senador pelo Pará, nasceu no Acre (Jarbas Passarinho, eleito senador pelo Pará, nasceu no Acre). Jacó amou Raquel, que era a a filha mais nova de Labão (Jacó amou Raquel, a filha mais nova de Labão).


e. Substitua a oração pelo termo nominal correspondente:


A comunidade exige que o criminoso seja punido (a punição do criminoso). Ninguém duvidava que o plano tivesse êxito (do êxito do plano) .


f. Reduza orações:


Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro (Explicado o título, passo a escrever o livro). Depois de redigir o texto, pensarei na legenda (Redigido o texto, pensarei na legenda).


g. Elimine palavras ou expressões desnecessárias: decisão tomada no âmbito da diretoria (decisão da diretoria); trabalho de natureza temporária (trabalho temporário); problema de ordem emocional (problema emocional); curso em nível de pós-graduação (curso de pós-graduação); lei de alcance federal (lei federal); doença de característica sexual (doença sexual); casos de ocorrência (ocorrências); casos de atraso (atrasos).


h. Substitua a locução verbo + substantivo pelo verbo: Fazer uma viagem (viajar). Fazer música (compor). Pôr as idéias em ordem (ordenar as idéias). Pôr moedas em circulação (emitir moedas).


Ufa!

Termos longos ligados por uma fileira de dês constituem pedra no caminho do leitor. De um lado, pecam pela abstração. De outro, pela dificuldade de serem entendidos. Vale tudo para descarrilhar o trenzinho. A melhor estratégia: transformar substantivos e adjetivos em verbos. Veja:


O progresso dos estudantes de instituições de ensino do governo é lento.


Ruim, não? O período, além da fileirinha de dês, parece manco. A razão: o sujeito tem 22 sílabas. O predicado, três. Vamos harmonizá-lo? Busquemos o verdadeiro sujeito e usemos verbo de ação: Os estudantes de escolas públicas progridem lentamente.

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Semob - Planos 2019

O tradicional desfile das Muriçocas do Miramar, apesar das mudanças anunciadas pela organização, causará bloqueios e desvios no trânsito de João Pessoa, nesta quarta-feira (26) e na quinta-feira (27), segundo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP). Além disso, a quantidade de viagens de algumas linhas de ônibus deve ser reforçada.


Ao todo, 120 agentes de mobilidade devem estar distribuídos nos pontos de bloqueio, em viaturas e no entorno da concentração dos foliões, para monitorar o fluxo de veículos em toda a extensão da Via Folia e da Praça das Muriçocas.


Bloqueios

A rua Tito Silva será interditada a partir das 21h desta terça-feira (26), para que os palcos sejam montados na Praça das Muriçocas e na altura da Farmácia Pague Menos.


Na quarta-feira (27), segundo a Semob-JP, os bloqueios serão feitos a partir da chegada dos foliões e em um sistema gradativo. A interdição começará depois do cruzamento com a rua João Domingos e deve avançar conforme o aumento do número de pessoas e o deslocamento dos trios elétricos.


Todo o entorno da Praça das Muriçocas também será bloqueado. As ruas Carlos Barros, Tito Silva e Hilda Coutinho Lucena estarão totalmente fechadas, assim como os trechos das ruas Nevinha Cavalcante e José Liberato, localizados entre as ruas João de Pessoa (curso de português Hudson) e Manoel Gualberto (lateral do colégio Século e da igreja Nossa Senhora de Fátima / berçário Espaço Desenvolver).



Já a rua Angelina Baltar, conhecida como rua do Capim, situada ao lado do supermercado Pão de Açúcar, será interditada para o tráfego de veículos, para servir como estacionamento para as viaturas de utilidade pública que estarão em serviço.


Rotas de desvio

A avenida Ministro José Américo de Almeida, conhecida como Beira Rio, poderá ser utilizada por aqueles que estiverem no bairro Cabo Branco e desejarem ir em direção aos bairros de Tambaú, Manaíra e Bessa.


O condutor poderá seguir pela rua Wandick Filgueiras, lateral ao Espaço Cultural, que o levará até a avenida Epitácio Pessoa e permitirá o acesso à avenida Ruy Carneiro.


Já aqueles que estiverem em Tambaú e desejarem ir para o Cabo Branco ou Altiplano, a orientação da Semob-JP é que dobre à direita na rua Vereador Alberto Falcão Barroca e à esquerda na rua Catulo da Paixão Cearense (empresarial Techne Mall / lateral da Escola Luz) e cruze a avenida Ruy Carneiro, a partir da rua Casimiro de Abreu (confeitaria Santa Farra) e rua Prefeito José Leite (Yázigi / Newsedan). Então, será possível acessar a rua João Domingos (Wizard) e seguir até a avenida Beira Rio.



Ônibus

De acordo com a Semob-JP, as 12 linhas do projeto “Tetéu”, que circulam no período da noite, terão duas viagens a mais e farão o itinerário seis vezes entre 0h e 4h30, com base nos horários de saída do Terminal de Integração do Varadouro.



Além disso, outras seis linhas vão circular durante a noite e farão duas viagens com saída às 1h30 e às 2h30: 116 (Colinas do Sul/Cruz das Armas); 204 (Cristo); 302 (Mangabeira/Cidade Verde); 505 (Bairro dos Ipês); 3200 (Circular) e 5201 (Colinas do Sul/Epitácio – Rangel).


Já as linhas 5600 (Mangabeira Shopping), 5603 (Mangabeira VII), 5605 (Mangabeira Shopping) farão viagens extras até o fim dos eventos, enquanto as linhas 507 (Cabo Branco), 510 (Tambaú), 513 (Tambaú/Bessa) vão operar com frota mínima de 10 veículos, entre 16h e o término do evento


Rotas


A partir das 17h, na avenida Epitácio Pessoa, as linhas que trafegam no sentido Castelo Branco/Epitácio (bairro/Centro) seguirão pela avenida Presidente Castelo Branco, ruas Tito Silva, Miguel Lisboa (centro comercial Miramar / Sala 10 Comunicação), Domingos Mororó (estúdio de pilates Sofia Freitas / padaria artesanal Totoca), avenida Beira Rio e Wandick Filgueiras até a Epitácio Pessoa.


No sentido Centro/bairro, com destino ao Castelo Branco e aos bairros da Zona Sul, os ônibus circularão pelas ruas Major Salustino Ribeiro (Audi Center), Deputado Geraldo Mariz (centro de ginástica cerebral Supera), João Domingos (Centro Médico Veterinário) e Professora Emerentina Coelho (na altura da Praça das Muriçocas), retomando o itinerário normal.


Os ônibus que circulam no sentido Praia/Bairros pela avenida Epitácio Pessoa poderão continuar circulando na avenida até o bloqueio total. Haverá um pequeno desvio pelas ruas Giácomo Porto (Drogasil) e Hildebrando Tourinho (lateral do Eco Medical), mas devem retornar à via principal em seguida.


No entanto, a partir do início do bloco, os ônibus circularão pela avenida Ruy Carneiro. Para isso, deverão acessar a rua Helena Meira Lima (lateral do colégio Motiva), a partir da avenida Professora Maria Sales, dobrando à direita na rua Sidnei Clemente Dore (Capital Fiat) até a avenida Ruy Carneiro.

O Bloco Cafuçu, tradicional na sexta-feira que antecede o Carnaval, em João Pessoa, acontece nesta sexta-feira (1º). A concentração acontece em três pontos do Centro: Praça Dom Adauto (Praça do Bispo), Barão do Rio Branco (Sabadinho Bom), às 19h. Participam do bloco orquestras de frevo Mestre Quimba, Frevo Mania, Gambiarra, Unidos do Frevo, Paraíso Tropical, Paraíba de Ritmos, Campinense, DJ Ian Valentim, DJ Brasinha, Dj Jambo Jones.


O trânsito em João Pessoa terá mudanças devido ao bloco, que acontece no Centro da cidade, segundo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).


Veja programação completa dos blocos de carnaval de João Pessoa

Apesar das interdições, algumas linhas de ônibus serão reforçadas para facilitar o transporte dos foliões. Ao todo, 25 agentes de mobilidade urbana devem ser designados para monitorar e disciplinar a área do desfile e o entorno. Veja abaixo as alterações.



Bloqueios

O estacionamento na avenida Visconde de Pelotas será proibido a partir das 12h desta sexta-feira (1º), no trecho localizado entre o Ponto de Cem Réis e a Praça Dom Adauto.


Já às 18h, a parte de cima da Praça 1817 será totalmente bloqueada, bem como a avenida Visconde de Pelotas e os encontros das ruas Arthur Aquiles e Treze de Maio (Câmara de Dirigentes dos Lojistas / Sintur) e da Barão do Abiaí com a Treze de Maio (Caixa Econômica).


Com isso, os veículos que partem da rua Rodrigues de Aquino serão desviados pela parte de baixo da Praça 1817 e avenida Padre Meira, em direção ao Parque da Lagoa (após a C&A).


Ônibus

De acordo com a Semob-JP, as 12 linhas que circulam no turno da noite, chamadas de “Tetéu”, terão duas viagens a mais e farão o itinerário seis vezes entre meia-noite e 4h30, tendo em vista os horários de saída do Terminal de Integração.

Os desfiles do Carnaval Tradição 2019 em João Pessoa causarão bloqueios em vias e mudanças nos itinerários de algumas linhas de ônibus, segundo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP). As alterações serão implantadas deste sábado (2) até a segunda-feira (4).


Ao todo, 25 agentes devem ser distribuídos em pontos estratégicos em torno do evento, enquanto agentes motociclistas vão monitorar as ruas próximas para orientar os condutores sobre as mudanças e indicar rotas alternativas para chegar ao destino desejado.


Bloqueios

A via formada pelas avenidas Duarte da Silveira e Ministro José Américo de Almeida (Beira Rio), será interditada a partir das 17h. O trecho entre a avenida Coremas (metalúrgica Portal / Filipeso) e a rua Clemente Rosas (Sindicato dos Motoristas / consultório de pediatria e neurologia Dra. Sônia) também será bloqueado.


No trecho da avenida Maximiano Figueiredo situado entre as avenidas Quintino Bocaiúva (lateral do laboratório Hemato) e Almirante Barroso (colégio IE / Unidentis), será permitido apenas o tráfego de veículos da organização do evento, das agremiações e de viaturas de utilidade pública.



Concentração e dispersão

Já parte da avenida Duarte da Silveira, entre as avenidas Coremas e Maximiano Figueiredo, será destinada exclusivamente para a concentração e estacionamento dos carros alegóricos e equipamentos das agremiações e escolas de samba.


Já a dispersão dos desfiles ocorrerá no trecho da avenida Beira-Rio localizado após a avenida Bento da Gama.


Ciclovia

De acordo com a Semob-JP, a ciclofaixa da avenida Ministro José Américo de Almeida está interditada desde a quinta-feira (28) e deve continuar assim até a quarta-feira (6), devido à montagem, permanência e desmontagem das arquibancadas do local.


Ônibus

A partir das 15h, as linhas 401 (Altiplano) e 402 (Torre), sentido bairro/Centro, seguirão pela rua Clemente Rosas em direção às avenidas Carneiro da Cunha, Almirante Barroso e Corálio Soares, onde devem voltar ao trajeto normal.


Já no sentido inverso, os ônibus deverão trafegar pelas avenidas Coremas e Pedro II, entrar à esquerda na rua Subtenente Manoel Gato, contornar a Praça Pedro Gondim, seguir pela rua Clemente Rosas e, então, retomar o percurso pela avenida Ministro José Américo de Almeida.

A circulação de veículos no entorno da Praça Vidal de Negreiros (Ponto de Cem Réis) vai ser modificada pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP), entre os dias 22, 23 e 24 deste mês, para as apresentações do ‘São João do Jeito da Gente’, na Capital.


As mudanças começam  a partir das 6h deste sábado (22), onde a Semob-JP vai proibir o estacionamento de veículos na Avenida Visconde de Pelotas, a partir da Praça João Pessoa, para evitar que ocupem as vagas destinadas aos veículos oficiais e de emergência.


A circulação na Visconde de Pelotas será permitida até às 17h, após esse horário apenas as viaturas de serviços públicos terão acesso ao perímetro. O trânsito será normal pela parte de baixo da Praça 1817, trecho em frente ao Banco do Brasil. Este mesmo plano de mobilidade vai ocorrer nos dias 23 e 24.


Praça de táxi

A faixa da direita da Praça 1817 (parte de baixo) até a Avenida Padre Meira será transformada numa praça de táxis e veículos de aplicativo, como Uber e 99, facilitando o acesso de todos que optarem por esse tipo de transporte para ir assistir às apresentações no Ponto de Cem Réis, bem como na volta pra casa, a fim de evitar eventuais atrasos ou transtornos. 


Ônibus

Também para facilitar o retorno de quem for assistir aos shows, a Semob-JP vai incluir seis linhas extras de ônibus com saída do Terminal de Integração do Varadouro (TIV), à 1h da madrugada, sendo as linhas 116 – Colinas do Sul/Cruz das Armas, 204 – Cristo, 302 – Geisel, 701 – Alto do Mateus/Acesso Oeste, 3200 – Circular e 5201 – Colinas do Sul/Epitácio/Rangel.


As linhas do Tetéu também terão uma viagem extra, à 1h da madrugada, com saída do TIV. As linhas T011 e T012 são circulares.

Para garantir o acesso seguro da população à festa da virada do ano na orla de João Pessoa, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) definiu o plano especial de mobilidade para a chegada de 2020.


A partir das 17h, parte das avenidas Almirante Tamandaré e Cabo Branco, bem como o seu entorno, serão bloqueadas ao tráfego de veículos na terça-feira (31), assegurando o acesso e o espaço dos pedestres no local do evento. O principal corredor não sofrerá alterações no sentido praia/Centro, mas, no sentido inverso, o acesso será restrito aos veículos de serviço público e moradores. Os demais serão desviados por rotas alternativas, com orientações dos agentes da Semob, para chegar ao destino desejado.


Chegada – Até meia-noite, as pessoas que vêm dos bairros da Zona Sul, utilizando a Avenida João Cirilo da Silva, no Altiplano, no sentido Busto de Tamandaré, deverão priorizar o acesso pela ladeira da Barreira, até a Rua Edvaldo Bezerra Cavalcanti Pinho (Rua da Barreira) para chegar ao local do evento. O acesso de quem vem dos demais bairros deve ser feito pelos corredores Beira Rio, Rui Carneiro e Epitácio Pessoa.


 


As ruas Índio Arabutan e Desembargador José Augusto Trindade servirão como saída de emergência. Esse trecho será monitorado a partir das 7h da manhã, sendo proibido o estacionamento de veículos na orla a partir da Rua Índio Arabutan até a Rua José Augusto Trindade, garantindo mais tranquilidade e espaço para a população. A partir da Avenida Cairu, até o final do Cabo Branco, o trânsito ficará livre para a circulação de veículos particulares, que deverão retornar pela Avenida Edvaldo Bezerra Cavalcanti Pinho (Rua da Barreira).


Retorno – Após a meia-noite os agentes de mobilidade vão priorizar o sentido praia/bairros garantindo a fluidez na volta pra casa de quem foi prestigiar o Réveillon na orla.


Carga e descarga – A Semob-JP recomenda aos comerciantes que programem o recebimento de produtos para abastecimento dos seus estabelecimentos, neste dia 31, preferencialmente no turno da manhã e, à tarde, até no máximo 16h, contribuindo assim para a fluidez do trânsito nessa área da orla.


Transporte – O esquema de ônibus foi feito de maneira a facilitar o acesso da população à festa de Réveillon na orla da Capital para comemorar a chegada de 2020. A Semob-JP determinou às empresas concessionárias do transporte coletivo o reforço nos ônibus do Projeto Tetéu, que circulam pelo Terminal de Integração do Varadouro, e das linhas que passam pela orla marítima.


Para melhor atender os usuários do transporte coletivo, a Semob-JP também determinou às empresas concessionárias que disponibilizem após a meia-noite 50 ônibus extras durante o Réveillon na orla para o retorno da população.


A partir das 16h, a linha 507 vai circular pela Rua Amaro Bezerra, Odilon Coutinho e Avenida Cabo Branco. Após 22h passará a trafegar pelas ruas Amaro Bezerra, Cairu, acesso ao Altiplano, João Cirilo – retornando pela Rua da Barreira e Marcionila da Conceição. Já as linhas que atendem Manaíra vão circular pela Avenida Epitácio Pessoa, entrando na Nossa Senhora dos Navegantes, Rui Carneiro, seguindo o itinerário normal.


 Linhas do projeto Tetéu que serão reforçadas – T002 – Bairro das Indústrias, T004 – Valentina/Paratibe/Mussumago, T007 – Mandacaru, T008 – Cabo Branco, T005 – Mangabeira VII, T006 – Mangabeira, T009 – Tambaú, T011 e T012 – Circulares. A linha T010 – Bessa deverá circular no Tetéu durante o evento.


 Outras linhas que receberão reforço durante o Réveillon - 204 – Cristo, 507 – Cabo Branco, 510 – Tambaú/Val Paraíso, 513 – Tambaú/Bessa, 5600 – Mangabeira/Shopping, 5603 – Mangabeira VII/Shopping, 5605 – Mangabeira/Shopping, 116 – Colinas do Sul, 5201 – Colinas do Sul/Epitácio, 3200 – Circular, 505 – Bairro dos Ipês, 302 – Mangabeira Cidade Verde.


As Circulares 1500 e 5100 vão circular até a orla. Já a linha 5100 passará pelo TIV a partir da meia-noite de 1º de janeiro.


Vá de Táxi ou Aplicativo – Para melhor servir à população, garantindo um retorno seguro para casa, um esquema especial para táxi será implantado na noite do Réveillon, próximo ao Busto de Tamandaré, a partir das 18h. Serão dois pontos de embarque de passageiros para esse tipo de transporte. Um ficará na Avenida Marcionila da Conceição, entre a Avenida Odilon Coutinho e Avenida Cairu, no Cabo Branco, o outro ficará na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, entre a Avenida Epitácio Pessoa e a Rua José Augusto Trindade, em Tambaú. Outra opção é solicitar um carro por aplicativo, como Uber, 99, Cabify ou inDriver. 

A 256ª Romaria da Penha, que acontece a partir das 22h deste sábado (23) em João Pessoa, vai contar com esquema especial de transporte público e segurança para os fiéis. Veja abaixo.


De acordo com a Polícia Militar, 1,5 mil policiais militares, policiais civis, bombeiros e membros de outros órgãos estarão atuando para garantir a segurança dos fiéis durante o trajeto da Romaria.

 

A movimentação dos participantes será monitorada por câmeras e a PM também usará drones para auxiliar o trabalho dos policiais. O policiamento estará atuando desde o início da noite, para garantir a segurança dos participantes desde a saída de casa, com reforço nos pontos do ônibus e em locais estratégicos.


Ao longo do percurso, a PM estará ainda com 15 Pontos de Observação Policial (POP), duas plataformas e também de disciplinadores de público. A passarela da Avenida Dom Pedro II será interditada com a presença dos policiais do Canil.


O Corpo de Bombeiros vai utilizar 28 viaturas, 13 postos operacionais e dois postos de guarda-vidas, uma embarcação e sistema de monitoramento com drone, para atuar no combate a incêndios, atendimentos pré-hospitalares, buscas e salvamentos, além de prevenções aquáticas e vistorias técnicas.


A Polícia Civil vai garantir reforço com plantão na 9ª Delegacia Distrital, no bairro de Mangabeira, que será responsável por todos os procedimentos ocorridos durante o evento. Além disso, estarão funcionando normalmente o plantão da Central de Polícia, no bairro do Geisel, para procedimentos em geral e a 12ª Delegacia Distrital, em Manaíra, para registro de Boletim de Ocorrência (BO).


As Delegacias da Infância e Juventude, de Atendimento Especializado a Mulher e de Crimes contra a Pessoa também estarão atuando normalmente, em regime de plantão. Ao todo, 20 policiais civis serão escalados a mais para trabalhar no dia do evento, com oito viaturas.


O Samu contará com 12 profissionais atuando exclusivamente no percurso da romaria e a Guarda Municipal da capital vai atuar com 150 homens e mulheres. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai empregar um efetivo de 30 policiais e quatro viaturas, garantindo a segurança viária na BR-230 e nas alças do viaduto da Universidade Federal da Paraíba.


Trânsito

As intervenções serão executadas por um efetivo de mais de 100 agentes de mobilidade urbana da Superintendência executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP), que também trabalharão na orientação dos condutores. No transporte, será disponibilizada uma frota de 130 ônibus para garantir o conforto e a agilidade dos romeiros no retorno para casa.


A Romaria da Penha tem um percurso de 14 quilômetros que se inicia na Igreja de Lourdes, na Avenida João Machado, e segue pela Avenida Dom Pedro II, Via Expressa Padre Zé (UFPB), principal dos Bancários, Rua Santa Bárbara e Avenida Hilton Souto Maior, a partir do Shopping Mangabeira, até a Penha.


No Centro, os agentes de mobilidade interditarão, a partir das 13h, uma faixa da Rua Nina Lima, no sentido Cemitério Senhor da Boa Sentença, para a montagem de um palco. A partir das 16h, haverá interdição parcial de um trecho da Avenida João Machado, entre a Rua das Trincheiras e a Avenida Tabajaras.


A circulação será impedida em uma das faixas no sentido Centro/bairros, permitindo o posicionamento dos trios elétricos. O aumento na aglomeração de fiéis implicará no avanço dos bloqueios, levando a uma interdição total da Avenida, a partir das 21h.


Bloqueios

Ao longo do roteiro até o Santuário, haverá bloqueios em diversas vias cujos sentidos são direcionados à rota do percurso. Isso deve evitar congestionamentos e riscos aos romeiros. Os motoristas serão orientados pelos agentes no local, mas há rotas indicadas para dois pontos específicos, pois deverão ser interditados ainda durante a tarde.


Um deles é a intersecção entre as avenidas Diogo Velho e João Machado. Com o seu fechamento, os veículos que saem do Centro com destino a Cruz das Armas deverão seguir pela Rua Desembargador José Peregrino e cruzar a Rodrigues de Aquino, indo até a Rua Nina Lima, que permite o retorno às Trincheiras.


O segundo ponto é o cruzamento entre as avenidas João Machado e Tabajaras. Após o seu bloqueio, os veículos que vêm da Vasco da Gama em direção ao Centro, deverão seguir pelas ruas Capitão José Pessoa, Rodrigues de Aquino, Irineu Joffiliy, Rodrigues Chaves e Nina Lima, até a cidade baixa, ou em frente, indo à Praça Venâncio Neiva.


O Santuário da Penha estará totalmente interditado a partir das 7h do sábado (23). Será permitida apenas a circulação de veículos que contarem com o adesivo de permissão de acesso.


Transporte

Os fiéis que pretendem voltar para casa utilizando o transporte coletivo urbano vão contar com uma frota de 130 ônibus que circularão a partir das 4h saindo da entrada da Penha, na PB-008. Serão 60 veículos da Transnacional, que farão rotas para Mangabeira e Centro, e 70 da Marcos da Silva, que irão até o Terminal de Integração do Varadouro (TIV) pelas avenidas Beira Rio e Epitácio Pessoa.


Os ônibus ficarão estacionados na PB-008, próximos do posto de combustíveis “Federal”.  Os pontos de taxi e aplicativo também estarão na rodovia estadual, situados à direita do posto, no sentido Estação Ciências.


As linhas do Tetéu estarão operando normalmente durante toda a madrugada do domingo. Equipes da Seção de Fiscalização de Transporte Público (SEFTP) vão controlar a saída dos veículos, bem como o embarque e desembarque de passageiros.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) divulgou o plano de circulação que será executado nos próximos dias 3 e 10 de novembro, quando serão realizadas as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O objetivo da Semob-JP é evitar transtornos nos corredores e vias próximas aos colégios onde será realizado o Enem.


Para garantir a fluidez do trânsito e permitir que os candidatos cheguem aos locais de prova com tranquilidade, o órgão vai reforçar as linhas de Ônibus e suspender o funcionamento da ciclofaixa de lazer da Epitácio Pessoa. O órgão ainda destaca que, aos domingos, as faixas exclusivas para ônibus são liberadas para todos os tipos de veículo.


A Semob-JP vai disponibilizar 40 agentes de mobilidade para monitorar e orientar o trânsito no entorno das escolas e instituições. O transporte coletivo terá um reforço em algumas linhas, operando com quadro de sábado no turno da manhã. Isso representa um acréscimo de 50 carros, realizando ainda duas viagens extras entre 9h e 10h30, o que vai facilitar a ida aos locais de prova dos candidatos que utilizarem o ônibus urbano.


O diretor de Operações, Cristiano Nóbrega, recomenda que os pais dos candidatos retirem o veículo do local de provas logo após o desembarque dos alunos, evitando a formação de filas. “Para evitar transtornos, o candidato tem que sair de casa com bastante antecedência, pois o tráfego próximo aos colégios fica com uma maior demanda de veículos. Também é importante que imediatamente após o desembarque do candidato o veículo saia do local”, frisou.


Faixa exclusiva – A Semob-JP reforça que aos domingos e feriados é permitida a circulação de veículos particulares nas faixas exclusivas de ônibus, facilitando a chegada dos candidatos aos locais de provas, bem como agilizando o tráfego em dias com grande demanda de trânsito, como os dois próximos domingos em função do Enem.


Ciclofaixa de lazer – Nos dias de realização das provas do Enem, a Semob-JP vai suspender a operação da ciclofaixa de lazer da Avenida Epitácio Pessoa, que volta a funcionar normalmente no domingo (17).


Ônibus – Confira as linhas que serão reforçadas:


Consórcio Navegantes – Bairro das Indústrias (104), Paratibe (118), Geisel/Epitácio (502), Alto do Mateus/ Acesso Oeste (701), Valentina/ Cruz das Armas (1519), Valentina/ Epitácio (5120), Grotão/ Colinas do Sul (101A), Colinas do Sul (116), Circular (1510), Colinas/ Rangel/Epitácio (2501), Circular (5110), Colinas/ Epitácio/ Rangel (5201), Jaguaribe (003), Cabo Branco (507), Mandacaru (504), Bairro dos Estados (506).


Consórcio Unitrans – Ceasa (201), Mangabeira/Pedro II (301), Mangabeira/ Cidade Verde (302), Mangabeira/ Pedro II (303), Tambaú/Praia (510), Tambaú/Hiper (511), Bessa (601), Mangabeira/ Rangel/ Pedro II (2303), Cidade Verde/ Rangel/ Epitácio (2509), Mangabeira (2514), Mangabeira/ Pedro II/ Rangel (3203), Cidade Verde/ Epitácio/ Rangel (5209), Bessa (603), Mangabeira (2515), Cidade Verde (3507), Cidade Verde (5307).

As linhas Castelo Branco/Epitácio (517) e Castelo Branco/Pedro II (304) deverão operar durante o turno da manhã com quadro de dias úteis.

A movimentação em vias onde estão situados cemitérios será diferenciada no sábado (2) devido ao Dia de Finados. Para garantir maior fluidez e segurança no deslocamento de quem vai prestar homenagens aos familiares mortos, a Semob-JP coloca em prática um plano de circulação que pretende de facilitar o acesso aos quatro principais cemitérios da Capital.


O esquema será executado a partir das 6h nos arredores do Cemitério Senhor da Boa Sentença, no Varadouro; Cemitério São José, em Cruz das Armas; Cemitério do Cristo, no Cristo Redentor; e Cemitério Santa Catarina, no Bairro dos Estados.


Nos demais cemitérios, com fluxo menor de visitantes, a Semob vai disponibilizar equipes de agentes móveis para monitorar e organizar o trânsito no local. Ao todo, 80 agentes de mobilidade urbana estarão destacados para auxiliar organização do tráfego e nos desvios e bloqueios, o que deve trazer mais segurança para pedestres, ciclistas, passageiros e condutores.


Boa Sentença

Para evitar transtornos, não será permitido o fluxo de veículos em frente ao Cemitério Boa Sentença. O fluxo de veículos que vem de Bayeux e da Ilha do Bispo será direcionado para a Avenida Sanhauá, por trás do Terminal Rodoviário.


O tráfego da Rua São Miguel será desviado para a Rua Maciel Pinheiro, com retorno dos veículos na Rua Cruz Cordeiro para ter acesso à Rua Francisco Londres, rua do Terminal de Integração, que será liberada para os veículos que vão em direção à Ilha do Bispo e Bayeux.


São José

Será realizado o bloqueio total da Avenida Cruz das Armas no trecho em frente ao cemitério, para permitir a circulação dos pedestres. O fluxo de veículos no sentido Centro-bairro será feito pelas ruas Santos Coelho e Porfírio Costa para o acesso à Avenida Cruz das Armas.


Já no sentido inverso, o fluxo de veículos será desviado pela Avenida Pedro Alexandrino, Rua Benjamin Lira, Avenida José Tavares e Avenida Centenário, retornando à Avenida Silvino Montenegro. Como acontece todo ano, o fluxo da Avenida Cruz das Armas será desviado por vias paralelas.


Cristo Redentor

Serão bloqueadas as ruas Heronides Vieira com Morise de Miranda Gusmão; Rua dos Milagres com Rua do Jarro e a Rua dos Milagres com a Rua Olívia Almeida Guerra.


Santa Catarina

O fluxo de veículos será proibido em frente ao cemitério com bloqueio na Avenida Santa Catarina com a Avenida Espírito Santo.


Ônibus no Dia de Finados

As linhas de ônibus vão operar com o quadro normal de feriados. Em caso de aumento da demanda a fiscalização solicitará carros extras às empresas para atender os usuários.


As linhas de transporte 504, 505 e 1001, que seguem pelas avenidas Espírito Santo e Santa Catarina serão desviadas pelas ruas Gonzaga Silva, Pedro Ramos Coutinho e Elvira Malaguti, onde terão novamente acesso à Santa Catarina. Para que seja possível o tráfego do transporte coletivo, será proibido estacionar neste trecho.


A linha 503 que vem pela Rua Tertuliano de Brito seguirá pelas ruas Pedro Ramos Coutinho e Elvira Malaguti, retornando também à Santa Catarina.

A partir das 12h deste sábado (12), a Superintendencia Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) vai iniciar a alteração do itinerário dos veículos que circulam no entorno do Parque da Lagoa para a realização do evento “Dia de Brincar e Ser feliz”, promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). O evento, que começa a partir das 14h, com previsão de encerramento às 18h, terá uma programação com atrações circenses e musicais, além de brinquedos gratuitos para a criançada.


Serão realizados três pontos de bloqueios: Rua Diogo Velho x Parque da Lagoa; Av. Dom Pedro II x Rua Rodrigues de Carvalho e na Av. Princesa Isabel x Av. Camilo de Holanda.


No total, 10 agentes de mobilidade irão orientar os condutores e pedestres que prestigiarão o evento. No entorno do Parque da Bica, outro ponto de atividades, quatro agentes serão disponibilizados para monitorar e disciplinar a travessia da faixa de pedestre.


A Semob orienta e solicita ao público que só vá de carro quando o evento concluir, e prefiram utilizar o transporte coletivo, táxi ou ir de carona para que sejam evitados possíveis atrasos e transtornos. Outra opção é solicitar um carro por aplicativo.


Transporte público – Os coletivos irão ter o seu itinerário modificado deixando de transitar no entorno do Parque da Lagoa (Cassino) e seguirão pela Rua Diogo Velho, Av. Dom Pedro II, Av. Tabajaras chegando na Av. Presidente Getúlio Vargas.


Educação Para o Trânsito – Uma tenda da equipe da Educação Para o Trânsito da Semob vai realizar brincadeiras e jogos educativos. As crianças realizarão atividades com pinturas e desenhos e aprenderão o respeito às normas de trânsito.


Dia de Brincar e ser Feliz – O evento é promovido todos os anos pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) no Dia das Crianças. Diversas secretarias estão envolvidas.


O Parque da Lagoa se encherá de alegria com shows musicais para toda a família. Além disso, as crianças poderão acessar gratuitamente brinquedos como pula-pula, piscina de bolinhas e outros fixos e infláveis que estarão espalhados pelo Parque, além da distribuição de picolés, sacolinhas, água e kits de escovação.


Programação (a partir das 14h):

– Show com personagens infantis

– Atrações circenses

– Show com Agitada Gang

– Baladinha do Pipi

– Banda Planeta Mágico

Com o objetivo de garantir a fluidez do tráfego de veículos e a segurança dos pedestres no local e entorno de onde ocorrerão os desfiles cívicos, neste sábado (7), a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), já definiu o plano de trânsito e transporte que será executado nas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira, trecho compreendido entre as avenidas Tabajaras, Maximiano Figueiredo e Clemente Rosas, e vias próximas.


A Divisão de Operações (Diope) da Semob-JP vai mobilizar 115 agentes em pontos fixos e em viaturas em toda a área central, desde os pontos de concentração das tropas federais e estaduais, escolas, órgãos públicos e entidades de classe que vão desfilar, bloqueando esses trechos a partir das 5h, indo até 12h, hora prevista para o encerramento dos desfiles alusivos à Independência do Brasil.


Concentração – As escolas vão se concentrar no Parque da Lagoa e na Rua Rodrigues de Carvalho. O desembarque dos estudantes vai ocorrer na Av. Diogo Velho e o acesso será pela Rua Almeida Barreto. Os órgãos públicos e as entidades de classe irão se concentrar nas avenidas Princesa Isabel e Almirante Barroso e desembarcar na Corálio Soares. As tropas federais e estaduais, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal se concentrarão próximo ao Mercado Central.


Táxi – Seis áreas distribuídas estrategicamente no entorno do Centro da cidade serão destinadas exclusivamente aos táxis. A Semob-JP recomenda à população que não vá de carro para o evento e, em vez disso, utilize táxi, aplicativo ou ônibus para ir aos desfiles. Caso opte por veículo particular, o órgão de mobilidade pede a compreensão dos condutores, pois será proibido o estacionamento nas áreas interditadas. (ver mapa)


Desfile da Semob-JP – Além de disciplinar o trânsito e o transporte, a Semob-JP também participará do desfile cívico com o grupamento motorizado composto por 15 agentes de mobilidade, sendo seis motociclistas, quatro viaturas operacionais de fiscalização e uma van da Divisão de Educação.


Ônibus – Em função dos bloqueios na área central, ocorrerão alterações no itinerário das linhas que circulam pelos corredores de Cruz das Armas, 2 de Fevereiro, Pedro II, Beira-Rio, Epitácio Pessoa, Tancredo Neves e Acesso Oeste (sentido Bairro-Centro/Centro-Bairro). A mudança na rota dos ônibus começa das 6h e vai até o término do evento, quando voltam a funcionar normalmente. A equipe da Semob-JP vai disciplinar as mudanças de rota dos ônibus e orientar a população.


Os ônibus urbanos que circulam no sentido Bairro – Centro, até o Terminal de Integração do Varadouro vão passar pelo Parque da Lagoa (trecho do Hiper Bompreço).


Confira os desvios de itinerário nas linhas de ônibus urbanos até o Terminal de Integração do Varadouro (TIV):


LINHAS CORREDOR CRUZ DAS ARMAS:


Bairro/Centro: Após Vasco da Gama – João Machado – São Miguel (Praça da Pedra) – Maciel Pinheiro – Sanhauá – Terminal de Integração do Varadouro (TIV).


Centro/Bairro: – Volta ao itinerário normal.


LINHAS CORREDOR 2 DE FEVEREIRO E JAGUARIBE:


Bairro/Centro: Após Vasco da Gama – João Machado – São Miguel (Praça da Pedra) – Maciel Pinheiro – Sanhauá – TIV.


Centro/Bairro: Volta o itinerário normal.


LINHAS CORREDOR PEDRO II:


Bairro/Centro: Após N S de Fátima – Caetano Filgueira – Juarez Távora – Bento da Gama – Epitácio Pessoa – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – Anel Externo da Lagoa – Miguel Couto – Itinerário normal


Centro/Bairro: TIV -Guedes Pereira – Gal Osório – Pavilhão do Chá – Almeida Barreto – Diogo Velho – João Machado – Pedro II – Volta ao itinerário normal.


LINHAS CORREDOR BEIRA-RIO:


401 – 402 Bairro/Centro: Beira-Rio – Caetano Filgueiras – Juarez Távora – Bento da Gama – Princesa Isabel – João Bernardo Albuquerque – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – Anel Externo da Lagoa – Miguel Couto – Almirante Barroso – Anel Externo da Lagoa – Miguel Couto – Itinerário normal.


401– 402Centro/Bairro: TIV -Guedes Pereira – Gal Osório – Pavilhão do Chá – Almeida Barreto – Diogo Velho – João Machado –  Pedro II  – Rui Barbosa – Volta ao itinerário normal.


LINHAS CORREDOR EPITÁCIO PESSOA:


Bairro/Centro: Epitácio Pessoa – João Bernardo Albuquerque – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – anel externo da Lagoa – Miguel Couto – Itinerário normal.


Centro/Bairro: TIV – Guedes Pereira – General Osório – Pavilhão do Chá – Praça 1817 -Visconde de Pelotas – Av. Pedro I – Maximiano Figueiredo – Epitácio Pessoa – volta ao itinerário normal.


LINHAS CORREDOR TANCREDO NEVES:


Bairro/Centro: Boto de Menezes – Princesa Isabel – Almirante Barroso – Anel ext. da Lagoa – Miguel Couto – Itinerário normal.


Centro/Bairro: TIV – Guedes Pereira – Eurípedes Tavares – Gal. Osório – Pavilhão do Chá – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Av. Pedro I – Flávio Maroja – Boto de Menezes – Volta ao itinerário normal.


LINHA 701 / ACESSO OESTE:


Bairro/Centro:Itinerário normal


Centro/Bairro: TIV – Guedes Pereira – Gal. Osório – Pavilhão do Chá – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Pedro I – Souto Maior – anel externo da lagoa – Miguel Couto. Volta ao itinerário normal.


LINHAS 110 – 7118 e 7120:Lagoa – Diogo Velho – Itinerário normal


LINHA 2509: Após Vasco da Gama – João Machado – Rodrigues de Aquino – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Pedro I – Maximiano Figueiredo – Epitácio – Volta ao itinerário normal.


LINHA 5209:Após Epitácio Pessoa – Rua João Bernardo Albuquerque – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – anel externo da Lagoa – Diogo Velho.


LINHA 1001:


No sentido Mandacaru/Bairro das Indústrias – Igual ao desvio da Epitácio Pessoa até o anel externo da Lagoa – Diogo Velho – volta pelo itinerário normal.


No sentido Bairro das Industrias/Mandacaru – Após Vasco da Gama – João Machado – Rodrigues de Aquino – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Pedro I – Maximiano Figueiredo – Epitácio Pessoa – Volta ao itinerário normal.


LINHA 2300:Após Vasco da Gama – João Machado – São Miguel (Pça da Pedra) – Maciel Pinheiro- Sanhauá – TIV -Guedes Pereira – Gal. Osório – Pavilhão do Chá – Almeida Barreto – Diogo Velho – João Machado – Pedro II – Volta ao itinerário normal.


LINHA 3200:Após N S de Fátima – Caetano Filgueiras- Juarez Távora – Bento da Gama – Rua João Bernardo Albuquerque – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – Anel Externo da Lagoa – Miguel Couto – Guedes Pereira – Gal. Osório – Pavilhão do chá – Almeida Barreto – Diogo Velho – Volta pelo itinerário normal.


LINHAS: 2514 – 1500 – 1510: Após Vasco da Gama -João Machado – Rodrigues de Aquino – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Pedro I – Maximiano Figueiredo – Epitácio Pessoa – Volta ao itinerário normal.


LINHA 2515: Após Vasco da Gama – João Machado – São Miguel (Pça da Pedra) – Maciel Pinheiro – Sanhauá – TIV – Guedes Pereira – General Osório – Pavilhão do Chá – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Pedro I – Maximiano Figueiredo – Epitácio Pessoa – Volta ao itinerário normal.


LINHAS 5100 – 5110 – 5206 – 5210: Após Epitácio Pessoa – Rua João Bernardo Albuquerque – Mons. Walfredo Leal – Princesa Isabel – Almirante Barroso – anel externo da Lagoa – Diogo Velho – Volta ao Itinerário normal.


OBS.: LINHA 5120 – Itinerário do Corredor Epitácio Pessoa e volta ao itinerário normal após anel externo da Lagoa – Miguel Couto –  TIV.


LINHA 5204:


No sentido CRISTO/SHOPPING – Após Vasco da Gama – João Machado – Rodrigues de Aquino – Praça 1817 – Visconde de Pelotas – Odon Bezerra, Monsenhor Walfredo Leal – Epitácio Pessoa – Volta ao itinerário normal.


No sentido SHOPPING/CRISTO – Após Epitácio Pessoa -Juarez Távora- Barreto Sobrinho – Boto de Menezes – Princesa Isabel – Almirante Barroso – anel externo da Lagoa – Diogo Velho – Volta ao itinerário normal.

Os horários das linhas permanecem sem alterações.

A Superintendencia Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) vai executar um plano de mobilidade para o Concerto de Natal, que será nesta quarta-feira (25), e para o Natal de Luz, na quinta-feira (26). Os dois eventos serão realizados no Busto de Tamandaré, orla de Tambaú.


O objetivo da operação é promover o disciplinamento do trânsito e assegurar a tranquilidade de pedestres e motoristas nas vias de acessos aos eventos. Os bloqueios terão início a partir das 17h e serão disponibilizados 15 agentes de mobilidade e equipamentos móveis de sinalização viária (cones e cavaletes) para efetuar bloqueios e indicar os desvios próximos ao local do evento.


O trecho final da Avenida Epitácio Pessoa, a partir da Avenida Antônio Lira, já se encontra interditado por conta das obras do Largo de Tambaú. O trecho das avenidas Cabo Branco e Almirante de Tamandaré estarão interditadas entre a Rua José Augusto Trindade até a Índio Arabutan. A exceção para circular nessas vias são os serviços públicos, moradores da área, hóspedes da rede hoteleira, funcionários dos estabelecimentos, pessoas com deficiência que vão participar do evento e ainda servirá de acesso para as viaturas de emergência.


Esses trechos serão monitorados a partir das 7h, sendo proibido o estacionamento de veículos na orla a partir da Rua Índio Arabutan (centro médico Cabo Branco) e a José Augusto Trindade (padaria Bonfim), garantindo mais tranquilidade e espaço para a população. A partir da Avenida Cairú (ITC Vertebral), até o final do Cabo Branco, o trânsito ficará livre para a circulação de veículos particulares, que deverão retornar pela Avenida Edvaldo Bezerra Cavalcanti Pinho (Rua da Barreira).


Transporte

No dia 26, a Semob informa ainda que haverá um reforço na linha 507 (Cabo Branco), 510 (Tambaú) e nas linhas circulares 1500, 5100, 1510, 5110, 2300 e 3200, com uma viagem extra seguindo para o terminal de integração do Varadouro, ajudando os usuários a terem um melhor deslocamento aos seus destinos. Os agentes de mobilidade também vão orientar os usuários do transporte coletivo sobre as mudanças provisórias nos pontos de parada para embarque e desembarque em função dos desvios no trânsito.


No Centro

O tradicional Culto de Natal da Primeira Igreja Batista, nesta quarta-feira (25), será realizado na Rua Corálio Soares de Oliveira, no Centro, ao lado do templo da igreja, como acontece todos os anos.


Na terça-feira (24), a partir das 21h, a Semob vai realizar o bloqueio no tráfego de veículos do trecho desde a Avenida Getúlio Vargas até a Avenida Almirante Barroso, para a montagem da estrutura necessária (palco, som e luz). A interdição será mantida até a manhã da quinta-feira (26), dia após o culto, para a retirada dos equipamentos e a liberação da via para o tráfego de veículos.

A Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) divulgou, nesta terça-feira (3), o plano de circulação que será implantado na orla de Cabo Branco durante os shows do Festival Louvor e Adoração. O evento acontece na praia durante as noites de quinta (5) e sexta-feira (6), devendo reunir milhares de fiéis de diversos estados. Os bloqueios começarão a ser realizados a partir das 5h nos dois dias. O evento será concluído no sábado (7).


O palco estará localizado na praia do Cabo Branco, na altura do cruzamento com a Avenida Maria Elizabeth. Esta via será utilizada, portanto, como corredor de segurança, sendo exclusiva para acesso de viaturas da Semob, Samu, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil, além da organização do evento. Moradores poderão ter acesso para estacionar veículos em suas residências.


A Avenida Cabo Branco estará totalmente bloqueada para veículos a partir da intersecção com a Av. Cairu, com exceção dos que transportam carros de apoio ao evento religioso, idosos, gestantes, autistas e deficientes com dificuldade de mobilidade. O espaço exclusivo para a circulação de pedestres se estende até o encontro com a Rua Dr. Gilvan Muribeca.


Alguns trechos de vias transversais também estarão interditados para carros e motos, sempre a partir do cruzamento com a Rua Tabelião José Ramalho Leite. São elas: Avenida Cairu, Rua Buarque e Rua Osires de Belli.


Circulação – Os veículos que precisarem circular pelo bairro nestes dois dias, incluindo os ônibus coletivos, poderão acessar o Cabo Branco pela Avenida Antônio Lira. Chegando ao cruzamento com a Avenida Cairu, os motoristas deverão dobrar à direita e imediatamente à esquerda na Rua Tabelião José Ramalho Leite, por onde poderão seguir até a Rua Dr. Gilvan Muribeca, via que dará acesso à Avenida Cabo Branco. 

Transporte – A Semob-JP determinou às empresas um quantitativo extra de ônibus para atender a demanda de passageiros nas datas de shows. Os veículos estarão à disposição em terminal que estará localizado na esquina da Avenida Monsenhor Odilon Coutinho com a Rua Dr. Frutuoso Dantas.


Quem quiser ir de táxi ou aplicativo encontrará pontos no final das avenidas Monsenhor Odilon Coutinho e Cairu. “Nossa orientação é que a população evite ir de carro ao local, dando preferência ao transporte coletivo, ao táxi ou aplicativo. Essa medida é muito importante pela dificuldade de acomodar todos os veículos estacionados em um evento deste porte, e também para evitar possíveis atrasos ou transtornos.”, afirmou o diretor de Operações da Semob-JP, Cristiano Nóbrega.


Caravanas – As Ruas Desportista José Eduardo de Holanda e Rua Edvaldo Bezerra Cavalcante Pinho serão ponto de concentração para estacionamento dos ônibus de caravanas.


Os organizadores das caravanas deverão entrar em contato com a Semob-JP até a manhã de quinta-feira (5) para o repasse de informações necessárias ao planejamento. Deverá ser informado o tipo de veículo, o quantitativo de pessoas e um horário previsto para a chegada. O contato poderá ser feito pelo telefone 3218-9420.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) definiu o plano de circulação para assegurar a segurança dos participantes na 18ª Meia Maratona Cidade de João Pessoa. O evento será realizado no próximo domingo (11), em alusão aos 434 anos da Capital paraibana. A concentração, bem como a largada da disputa, acontecerá, às 6h, no Busto de Tamandaré.


O ordenamento do trânsito no percurso da corrida será iniciado pelos agentes de mobilidade urbana às 5h. São 65 profissionais, que irão monitorar toda a extensão dos percursos de 5km e 21km da Meia Maratona e, também, os locais onde serão necessários bloqueios viários para o deslocamento seguro dos competidores, condutores de veículos e pedestres.


A partir das 23h de sábado (10) os veículos não terão acesso ao Busto de Tamandaré, ficando o local restrito aos pedestres. O trânsito para os bairros de Tambaú, Intermares, Bessa e Manaíra será feito pela Avenida Nossa Senhora dos Navegantes (Esquina 200), com acesso à orla e pela Avenida Nego (lanchonete Bob's). O acesso ao bairro do Cabo Branco será pela Avenida Antônio Lira (Banco do Brasil). 


Toda a orla do Cabo Branco será bloqueada ao tráfego a partir das 5h de domingo. Agentes de mobilidade estarão nos locais de interdição orientando os motoristas e disciplinando o trânsito quanto às vias alternativas. Para reduzir ao mínimo os transtornos causados ao trânsito, os cruzamentos bloqueados serão liberados logo após a passagem do último atleta, o que, segundo a organização, de acontecer por volta do meio-dia.


Para o percurso de 21 Km ainda serão utilizadas vias em direção ao Parque da Lagoa. Para a rota de ida, será bloqueada uma faixa da Avenida Epitácio Pessoa, Rua Walfredo Leal (TV Tambaú), Avenida Princesa Isabel (TRE), Avenida Getúlio Vargas (Zeny) e o anel da Lagoa. A volta tomará uma faixa da Rua Corálio Soares (Empresarial Atrium), Avenida Pedro I e Epitácio Pessoa, sendo concluído na Avenida Cabo Branco.