terça-feira, 10 de novembro de 2020

Nossa Língua - Códigos, Linguagens e suas Tecnologias (23)

 A sintaxe de colocação trata da disposição das palavras e expressões na frase. A ordem das palavras é variável, deve garantir o significado e a harmonia na frase.

A colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) é um dos aspectos de colocação das palavras ligados à harmonia da frase. Esses acompanham o verbo, podendo ser colocados antes dele, intercalados a ele ou após ele. Para cada tipo de colocação, há um nome específico.

Próclise - é o nome dado à colocação do pronome antes do verbo. Diz-se que o pronome está proclítico.

O que justifica o deslocamento do pronome para antes do verbo, gerando a próclise, são alguns tipos de palavras e frases, como: advérbios e locuções adverbiais (não seguidos de vírgula), palavras e expressões negativas, pronomes relativos, pronomes indefinidos em função substantiva, pronomes demonstrativos em função substantiva, o numeral ambos, conjunções coordenativas aditivas ou alternativas, conjunções subordinativas integrantes ou adverbiais, infinitivo pessoal precedido de preposição, gerúndio precedido da preposição em, frases exclamativas, interrogativas e optativas, formas verbais proparoxítonas

A próclise é facultativa nos seguintes casos: pronomes pessoais, possessivos e de tratamento, pronomes indefinidos e demonstrativos em função adjetiva, substantivos e numerais e conjunções coordenativas

Mesóclise - é o nome dado quando o pronome fica intercalado ao verbo, ligando-se a ele através de hífen. Diz-se que o pronome está mesoclítico.

O que justifica a mesóclise é o fato de o verbo estar no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo e o fato de ser impossível a próclise, isto é, não haver palavra que atraia o pronome para antes do verbo. Havendo justificativa para a próclise, desfaz-se a mesóclise.

Observação: No Brasil, a mesóclise é uma colocação exclusiva da língua culta e da modalidade literária, não ocorrendo na fala espontânea de nenhum falante, a menos que seja intencional. Geralmente é substituída por uma locução verbal formada pelo verbo auxiliar ir. Deve ser evitada em textos argumentativos, por conferir um tom cerimonioso ao discurso.

Ênclise - é o nome dado à colocação do pronome após o verbo. Diz-se que o pronome está enclítico.

A ênclise é a posição normal do pronome, pois obedece à sequência verbo + complemento (ordem direta). Não só ocorre quando há justificativas para a próclise ou mesóclise. Deve ser usada: em frase iniciada com verbo (desde que não esteja no particípio, no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo nem no futuro do subjuntivo), depois de pausa, com verbo no imperativo afirmativo, com verbo no gerúndio sem a preposição em e com infinitivo impessoal, mesmo havendo justificativa pela próclise.

Hoje, praticamente não se usa a mesóclise, e é comum a substituição da ênclise pela próclise em início de oração ou depois de vírgula. Não se usa isso em situação formal, exceto sob licença poética ou quando se pretende reproduzir a fala coloquial.

Nas locuções verbais e nos tempos compostos, basicamente, a colocação dos pronomes oblíquos átonos obedece aos seguintes critérios.

Com verbo auxiliar + infinitivo ou gerúndio:

Se não houver justificativa para a próclise, o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar (se houver sujeito expresso), depois do verbo auxiliar ou depois do infinitivo ou gerúndio.

Se houver justificativa para a próclise, o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar ou depois do infinitivo ou gerúndio.

Com verbo auxiliar + particípio:

Se não houver justificativa para a próclise, ocorre a próclise ao verbo auxiliar (com sujeito expresso) ou a ênclise ao verbo auxiliar. Lembre-se que não se admite ênclise com verbo no particípio.

Se houver justificativa para a próclise, é desfeita a ênclise ao verbo auxiliar.

Observações:

Se o verbo auxiliar estiver no futuro do presente ou do pretérito, a ênclise a ele é substituída pela mesóclise.

Na linguagem informal, a tendência é colocar o pronome antes do verbo principal nas locuções verbais, sem o uso do hífen. A literatura já registra tal emprego.

Havendo preposição entre o verbo auxiliar e o infinitivo, costumam ser empregadas a ênclise ou a próclise ao verbo principal.

Porém, se a preposição for a e o pronome for o (e flexões), por questão de eufonia, ocorre somente a ênclise.

Cheias de Charme - abertura e encerramento em espanhol: Globo Internacional

 autorización especial - SATED RJ

escenografía - May Martins, Mauro Vicente, Claudiney Barino

asistentes de escenografía - Alessandra Cirino, Ana Paula Diniz, Celina Bertin, Cibele Vidal, Dani Leal, Danielle Faria, Josue Vieira, Lia Farah, Liana Slipoi, Liane Uderman, Tatiana Garcia, Zuila Cohen

vestuario - Gogoia Sampaio

asistentes de vestuario - Alessandra Barrios, Barbara Cruz, Carolina Bozzi, Isabela Lima, Michelle Rabischoffsky, Tereza Nabuco, Vanessa Lopes

equipo de apoyo de vestuario - Luiz Ramos, Tony Lemos, Roberta Costa, Dionei Silva, Robson Salomão, Sandro Rogerio, Antonio Ramos, Carlos Henrique Sousa, Nasaré Amorim, Marlene Regina, Carlos José, Daniela de Souza, Rosa Correa, Widja Pereira, Tatiana da Silva, Severina da Silva, Vitor Clapp, Jeserson de Souza

director de fotografía - Roberto Amadeo

directores de iluminación - Luiz Leal, Henrique Sales, Gustavo Lacerda, Dorgival Félix da Silva

equipo de iluminación - Alan Carlos de Oliveira Machado, Antonio Alves de Carvalho, Carlos Henrique Chaves Jorge, Cristiano de Paula, Érico Henrique Magalhães, Fabio Souza, Júlio Cezar Rosa, Leandro Andrade, Givaldo Nunes, Glauber Figueiredo, Luiz Ribeiro da Silva, Marcelino Filho, Marcelo Ribeiro Nunes, Marco Aurelio da Silva dos Anjos, Murcio Mota, Reinaldo Barros, Roberto Pereira Junior, Sandro Pinto, Sebastião Lopes, Sidnei Meirelles Cussa

producción de arte - Guga Feijó

asistentes de producción de arte - Fátima Guinard, Dri Simões, Mariana Barros, Sílvia Nogueira, Gabriela Cunha Souza, Carolina Pierazzo

equipo de apoyo de arte - Manoel Rubens, Lucas Mota, Ricardo Gomes, Rafael Guedes, Mauro Medeiros, Ronaldo Jardim, Luiz Alberto Ochotorena, Luciano Esteves, Marcelo Melo Cardoso

casting - Bruna Bueno

instructora de dramaturgia - Isabella Secchin

asesoría musical - Hermano Vianna

producción musical - Sérgio Saraceni

director musical - Mariozinho Rocha

asesoría de dublaje - Marly Santoro de Brito

dibujo de caracterización - Alê Souza

maquillaje - Fernando Torquato, Núbia Maísa

equipo de apoyo de caracterización - Paula Inez, Dirlene Thomás, Cris Bastos, Sônia Costa, Rachel Furman, Monique Diogo, Inez Costa, Fabíola Gomez, Adriana Alves, Ronaldo Fayal, Lucimar de Almeida, Claudia Viana, Alessandra Torres, Carlos Alexandre Rodrigues, Michelle Lima, Delise Oliveira, José Alves Guedes

edición - Ubiraci de Motta, Carlos Roberto Mendes, José Carlos Monteiro, Rodrigo Clemente

colorista - Marina de Martha Pena

sonido - Octávio Lacerda, Bruno Panno, Pedro Belo

efectos visuales - Eduardo Halfen, Mauro Heitor

efectos especiales - Federico Farfan

apertura - Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Alexandre Romano

director técnico - André Warwar

camarógrafos - Lúcio Sibaldi, Marcos Siqueira, Thelso Batista Gaertner, Ana Cristina Leccioli, Alexandre Couto, Cristiano Barroso, Ataíde Júnior

equipo de apoyo para la operación de cámara - Vladimir Stanislau, Bernardo Blaz Schwartz, André Gomes Santos, Willian Lopes Sarzedas, Carlos Henrique de Souza de Lima, Ricardo Rodrigues Bandeira, Vagner Geraldo Cahon, Randolfo Thomaz, Vinícius da Silva Leandro

equipo de video - Carlos Eduardo Reis, André Mendes e Michele Soares Pereira Braga

equipo de audio - Tavares Paiva, Diego Armando, Ádamo Martins, Helberth Moury, Fábio Fernandes, Ricardo Manfrinato, Renildo Machado, Flávio Martins

supervisor y operador de sistemas - Marcos Lourenço

productor de escenografía - Carlos Alexandre Rebelo

gerente de proyectos - Francisco Mesquita

supervisión de producción de escenografía -  Alexandre Santanna, Edgard Oliveira, Fábio Rodrigues, Luclésio Gomes, Francisco Silva, André Lopes

equipo de escenografía - Ademilson Rodrigues, Alan Tavares da Silva, Alexandre D’Ávila Pereira, Alexsandro do Nascimento Barbosa, Anderson Nascimento Alemões, Andre Luis Pires Lopes, André Tobias, Angelo Santos Rocha, Antônio Carlos, Antonio Marcos de Lima, Bruno dos Santos Moreira, Bruno Silva de Souza, Carlos José Ferreira, Carlos Lemgruber, Carlos Serravale, Daniel Zavoli da Silva, Di Stefano Silva Medeiros, Douglas Baptista, Elbert Santos de Assis, Eliseu Antonio da Silva, Erivando Souza Pae, Erotildes dos Santos Souza, Fabio da Costa, Felipe Pegas da Silva, Francisco das Chagas Mesquita, Franklin Silva Carvalho, Gilberto Lima Alves, Gisele Laura, Ingrid Gonçalves, Jefferson Oliveira da Silva Alves, Jesu da Conceição Chagas, Jonatan de Oliveira Mineiro, Jorge Antonio, Jorge Luis Costa, Jorge Marcos Lima Coelho, José Alexandro da Silva, José Domingos da Silva Filho, José Gomes da Silva, Joseilton Bento da Silva, Kassio Honorio Paiva, Leandro Cristino da Silva, Leandro de Souza Cesário, Luciano Benicio Muniz de Farias, Luciano da Silva Santos, Lucimar Machado, Luis Jose Mendes de Oliveira, Luiz Araujo Azevedo, Luzoneto Julio de Paula, Marcelo Barboza, Marcus Paiva, Maria Nilza de Jesus, Marilene Pedro da Silva, Odair José de Oliveira Silva, Paulo Andreata, Pedro Batista Jose Braz, Raul Fonseca da Silva, Reginaldo Mothé, Ricardo Alexandre de Almeida, Roberto Fernandes M. Souza, Romulo Cardoso Dantas, Romulo Oliveira Pinto, Sergio Ferreira dos Santos, Sergio Marco Nóbrega Silva, Sergio Ricardo Pereira da Silva, Sergio Teixeira Fernandes, Viviane Tucci, Wagner Rodrigo dos Santos

investigación de texto - Leusa Araújo

investigación de imagen - Madalena Prado de Mendonça

asesoría - Virgínia Casé

continuistas - Fernanda Borges, TT Prata, Fabíola Lyra, Giselle Lewicki

asistentes de dirección - Oscar Francisco, Giovanna Machline, Diego Schliemann, Dayse Amaral Dias, Mariana Duarte, Alice de Andrade

ingeniero de producción - Alfredo Campos Neto

equipo internet - Fernanda Almeida, Eduardo Wolff, Aída Barros, Eduardo Farias, Rafael Miranda, Felipe Monteiro, Daniel Chevrand

equipo de producción - Caren Olivieri, Claudio Nunes, Valeria Freund, Renata Rossi, Ana Luisa Miranda, Wagner Gonçalves, Tamara Araujo, Otávio Luiz, Karla Bittencourt, Jailson Mattos, Joana Poltronieri, Norberto Pfeiffer, Chico Marinho

coordinadores de producción - Maria Mocelin

supervisión ejecutiva de producción - Marília Fonseca, Silvaldo Fernandes, Silvana Gabbardo, Guto Wong, Leonardo Gonçalves

supervisor ejecutivo de producción de línea - Gilberto Nunes

producción ejecutiva: gerencia - Carla Mendonça

edición internacional - Luiz Antônio Ayres Braz

sonido internacional - Marcos Valentim

gerente de operación internacional - Augusto Seixas

'Ésta es una obra coletiva de ficción basada en la libre creación artística y sin compromiso con la realidad.'

una telenovela de - Filipe Miguez y Isabel de Oliveira

Taís Araújo / Leandra Leal / Isabelle Drummond

Ricardo Tozzi / Malu Galli / Tato Gabus Mendes

Daniel Dantas / Alexandra Richter / Leopoldo Pacheco

Bruno Mazzeo / Juliana Alves / Jayme Matarazzo

Simone Gutierrez / Humberto Carrão / Ednei Giovenazzi / Sérgio Menezes dos Reis

Ilva Niño / Aramis Trindade / Fábio Lago / Titina Medeiros

Dhu Moraes / Jonatas Faro / Cláudio Tovar / Rodrigo Pandolfo / Pablo Bellini

Maria Pompeu / Fábio Neppo / Tainá Muller / Sérgio Malheiros / Analu Prestes

Chandelly Braz / Miguel Roncato / Giselle Batista / Luiz Henrique Nogueira / Kika Kalache

Millene Ramalho / Nado Grimberg / Rafaela Amado / Olívia Araújo 

los niños - Nicollas Paixão / Beatriz Passos / Letícia Santos / Sílvia Nazareth

actuación especial de - Aracy Balabanian

Marcos Palmeira como Sandro

Cláudia Abreu como Chayene

original de - Filipe Miguez / Izabel de Oliveira

colaboración - Daisy Chaves / Isabel Muniz / João Brandão / Laís Mendes Pimentel / Paula Amaral / Sérgio Marques

supervisión de texto - Ricardo Linhares

dirigida por - Natália Grimberg / Maria de Médicis / Allan Fiterman

dirección general - Carlos Araújo

director de núcleo - Denise Saraceni

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Finadas empresas paraibanas

 Neste Dia de Finados, listamos as “finadas empresas paraibanas” para que todos possam saber quais empresas já fizeram parte do transporte do nosso dia a dia.


Ontem listamos as rodoviárias, hoje, a pedidos, listamos as urbanas de João Pessoa e Campina Grande e de suas respectivas regiões metropolitanas. Se esquecemos de alguma, nos perdoe e nos lembre nos comentários.

João Pessoa

Etur (1970-1994), sucessora foi a Boa Viagem, parte das linhas foram repassadas para a Reunidas junto com parte dos carros.

Nos anos 70, operava no Rangel e zona sul, sendo as atuais 115 - Distrito Industrial, 109 - Rua do Rio, 105 - Cidade dos Funcionários, Bairro dos Novais e Jardim Veneza (linhas extintas). 

Em 1977, com a implantação do serviço opcional, passou a operar as atuais 108 - Alto do Mateus, 102 - Esplanada, 502 - Geisel e José Américo via Epitácio.

Nos anos 80, também operava em Cruz das Armas, Costa e Silva (atual 102), Grotão e Funcionários I, II, III e IV.

Nos anos 90, passou a operar no Distrito Industrial com a linha 103 - Toália, em Gramame - atual 113, além das circulares 1510 e 5110.

RB Transportes: cassada pela Prefeitura em 1979, dá origem a Nossa Senhora das Neves. Operava nos Bancários, Castelo Branco e Cidade Universitária.

Canaã: vendida para a São Judas Tadeu entre 1984 e 1985. Operava no José Américo (atual 107), Geisel (atual 502), Ceasa (atual 201) e Cristo (atual 204)

Auto Viação Dutra: Nos anos 50 e 60, a Viação Dutra fazia linhas de vários pontos da cidade para o centro, ou como diziam na época, para o comércio.

Empresa ABC: Operava na regiao do Jaguaribe - atual 003, na linha Circular ABC e possivelmente a linha João Machado. (Possivelmente esse foi o primeiro nome da Marcos da Silva, ou a mesma adquiriu a ABC em 1976. Conforme uma fonte documentada do mesmo ano, ambas são citadas atuando em Jaguaribe, e lógico: a Marcos da Silva nasceu nesse bairro)

Após a mudança para Marcos da Silva, passou a operar a linha Cabo Branco - atual 507, Altiplano - atual 401, Penha - atual 508, João Agripino - atual 509 e São José - atual 512.

Viação 1º de Maio: Operava as linhas Tambaú, Cabo Branco* e João Agripino.

A denominação Cabo Branco existia nos anos 60, porém se dava apenas à falésia. O restante era conhecido como Tambaú. O bairro propriamente dito só chegou a existir no início dos anos 70.

Ônibus após acidente. O terminal da linha se localizava no atual serviço de táxi, ao lado do Hotel Tambaú, mas foi transferido para Manaíra antes da transferência

Senhor do Bonfim: Surgiu a partir da compra da Viação 1º de Maio, e opera a linha Tambaú / Cabo Branco, e João Agripino / Via Ruy Carneiro. Houve uma entrega oficial da frota dela, sendo a pioneira em ônibus Mercedes-Benz Monobloco urbano na cidade.

Torrelândia: Operava a atual 402 – Torre. Após alguns meses, a Santa Rita passa a operar a linha da Torre no lugar da Torrelândia após essa ter encerrado suas atividades por motivos desconhecidos.

Viação Ilha do Bispo: Operou no bairro de mesmo nome, possivelmente na extinta linha 001, atual 602 e antiga 516, depois transformada em um encurtamento da 506 (Bairro dos Estados). Não foram achadas fotos da empresa.

Nossa Senhora das Neves: vendida em 1987 para o Grupo A.Cândido, é a pedra fundamental da Transnacional em João Pessoa. Operava no Geisel - 202, Cristo - 204, Ceasa - 201, Mangabeira - 203, 206, 209, 301, 303, 304, 514, 515 e 516, Penha - 207, Bancários - 302 e 518, Castelo Branco - 304 e 517, Torre - 402, Tambaú - 510, 511 e 513 e a circular 1510.

São Judas Tadeu: vendida para o Grupo A.Cândido em 1988, é incorporada a Transnacional. Operava na Torre (atual 402) e Tambaú (510 e 511). 

Transurb: cisão da Etur, vendida em 1997 ao Grupo A.Cândido, dá origem a São Jorge. Operava no Geisel - atual 502, Bairro das Indústrias - atuais 104 e 1001 via Manaíra Shopping, Jardim Planalto - 110 e Alto do Mateus - 108.

Boa Vista: cisão da Etur, parte urbana vendida ao Grupo A.Cândido em 2002, fundida a São Jorge. Operou algumas linhas radiais do Valentina, que se transformaram em integracionais.

Boa Viagem: sucessora da Etur, vendida em 2009 para o Grupo A.Cândido, dá origem a Santa Maria.

A Santa Maria operou as linhas municipais de João Pessoa e as metropolitanas do Conde, tendo repassado as rodoviárias para a Viação Rio Tinto. A Santa Maria operou as linhas metropolitanas do Conde até 2018, quando o Grupo A.Cândido renovou a concessão destas após licitação, agora operando como Transnacional e no mesmo lote das de Cabedelo.

Mandacaruense: fundiu-se em 2019 à Marcos da Silva, que por sua vez divide-se em duas novas empresas ligadas a família Lopes: Nossa Senhora Aparecida e São Sebastião.

Nos anos 70, operava em Mandacaru - atual 504 e Roger - atual 002.

Nos anos 80, com a implantação do sistema executivo, passou a operar em Padre Zé via 13 de Maio - atual 503, Bairro dos Ipês - atual 505 e Bairro dos Estados - atual 506.

Setusa: extinta em 1996 após licitação de suas linhas, da qual a Transnacional se sagrou vencedora. Operava em Mangabeira - 305 (extinta), Bessa - 601 (atualmente da Reunidas), Roger - 002, Bairro das Indústrias - 1001 e as circulares 1500, 5100, 2300 e 3200.

Campina Grande

Luso Brasileiro e São Domingos: A empresa surgiu entre os anos de 1970 e 1971 por iniciativa de Arlindo Medeiros e Chuquinho Portugues. A empresa operava linhas municipais de Campina Grande, intermunicipais para cidades como Lagoa Seca, Massaranduba, Alagoa Nova e Galante, além de interestaduais para cidades do estado do Rio Grande do Norte, como Caicó e Currais Novos.

Nos anos 80 Chiquinho e Zé Arlindo desfazem a sociedade.Chiquinho cria a São Domingos e Arlindo continua com a Luso. São Domingos fica com as linhas intermunicipais e a Luso com as interestaduais.

Por volta de 1985, a Transnacional assume as linhas municipais e intermunicipais da Luso Brasileiro e da São Domingos e a Jardinense fica com as interestaduais.

Empresa de Transportes Borborema: O fim já era esperado, mas não tardou a acontecer na tarde do dia 5 de agosto de 2015. Após quase 50 anos de operação, a Empresa de Transportes Borborema deixou o sistema de transportes de Campina Grande. A empresa não participou da licitação que redefiniu o sistema campinense.

A empresa era uma das mais antigas do sistema, se não a mais antiga. Operava linhas nos bairros de Presidente Médici, Catingueira, Três Irmãs e Catolé de Zé Ferreira.

Foi a primeira empresa a utilizar o sistema de pagamento por fichas, quando ainda se chamava Autoviária Rainha da Borborema. O nome da empresa na época inspirou até mesmo o empresário Arthur Schwambach, que no tempo que morou na cidade, se inspirou no nome para fundar o que seria a Borborema Imperial em Recife.

Idalino Transportes (São José): Assim como a Borborema, não participou da licitação das linhas municipais de Campina Grande e deixou o sistema no ano de 2015.

Campina Grande Transportes (Nossa Senhora do Perpétuo Socorro): A Nossa Senhora Pérpetuo Socorro surgiu entre 2009 e 2010 em substituição a Campina Grande Transportes que por sua vez substituiu a Caririense. A empresa operava as linhas para distritos de Caluete, Catolé de Boa Vista e Estreito. Deixou de existir em 2015.

Metropolitanas de João Pessoa

Wilson: mudou de nome para Metro em 2014, cassada em 2017 pelo DER, que repassou suas linhas ao Consórcio Metropolitano, formado inicialmente pela Reunidas, Santa Maria e Rodoviária Santa Rita. As linhas foram licitadas em definitivo em 2018, com o mesmo Consórcio Metropolitano agora composto pela Transnacional e TR Transportes (novo nome da Rodoviária Santa Rita).

Almeida: a Almeida, assim como as demais empresas que operavam na região metropolitana de João Pessoa, receberam um prazo do DER-PB para renovarem as suas frotas e a Almeida foi a única não fazer nenhuma aquisição para renovar a sua combalida frota de ônibus. Com isso, em janeiro de 2014, a Empresa Almeida deixou de circular e a Almeida assumiu as suas linhas.

Roger: chegou a operar linhas no municipal, mas as repassou a RB Transportes, concentrando-se nas linhas metropolitanas de Cabedelo, as quais operou até 2003, quando vendeu a operação para o Grupo A.Cândido, que incorporou a operação a Reunidas. A Reunidas atuou em Cabedelo até 2018, quando o Grupo A.Cândido renovou o direito de operar as linhas em licitação, mas agora como Transnacional. A empresa existe, mas se dedica ao turismo e fretamento da TBS e Energisa, denominada de Rogetur.

TPU: Operava a única linha municipal de Bayeux, a Mário Andreazza / Ponte do Baralho. Dos ônibus da TPU, dois eram da Wilson e dois da Almeida. Depois de uma paralisação da empresa, a PB Rio assumiu temporariamente a operação da linha. A Wilson voltou a operar a linha com um Torino LN com uma nova pintura para TPU até o final de 2013 quando a empresa encerrou atividades.
Metropolitanas de Campina Grande

Expresso Condor: A Expresso Condor, que por vários anos operou a linha que liga Campina Grande ao município de Queimadas, fechou as portas em 2015. A linha passou a ser operada pela Tomaz Turismo, que colocou veículos de padrão intermunicipal em substituição aos veículos da antiga empresa. Atualmente a Tomaz também deixou de operar as linhas.

Viação São José: Operava a linha intermunicipal entre Campina Grande X Puxinanã, que em 2013 passou a ser dividida com a Cabral e logo depois a empresa encerrou atividades.

sábado, 7 de novembro de 2020

Missa - Ritos Finais

 Ritos Finais

Avisos: Toda a assembleia sentada. Deverão ser dados da na mesa do comentarista. É o momento mais adequado para breves homenagens, que as comunidades gostam de prestar em dias especiais ou algum comunicado, a divulgação dos eventos religiosos do mês ou algo de interesse à comunidade. É útil uma mensagem final ou uma vivência, na qual se exorte a comunidade a testemunhar pela vida a realidade celebrada.

É o momento oportuno para os parabéns aos aniversariantes da semana e acolher os novos moradores ou visitantes.

• Benção: Toda a assembleia de pé. Parte própria do celebrante. Aqui se faz uma leve inclinação para receber a benção.

• Despedida: Toda a assembleia de pé. Parte própria do diácono ou do celebrante, para que cada qual retorne às suas boas obras, louvando e bendizendo a Deus. Um canto final, se oportuno, embora não previsto pela liturgia, mas suplementar, pode ser entoado e encontrará maior receptividade neste momento, do que mais tarde. Serve para preservar a mensagem e motivar a missão, como um 'canto inicial da missão'. Só se deixa o lugar após o celebrante ter se retirado do altar.

 Pode ser um hino a Maria, aos santos padroeiros, ao Espírito Santo, à família, do Sagrado Coração de Jesus, da Campanha da Fraternidade, dos anos temáticos (Ano da Fé, Ano do Laicato) e meses temáticos (mês vocacional, mês da bíblia e mês missionário)

“Na celebração da Missa os fiéis constituem o povo santo, o povo adquirido e o sacerdócio régio, para dar graças a Deus e oferecer o sacrifício perfeito, não apenas pela mão do sacerdote, mas também juntamente com ele. Por isso devem ser evitados qualquer tipo de individualismo ou divisão, a fim de formem um único corpo. Tal unidade se manifesta muito bem quando todos os fieis realizam em comum os mesmos gestos e assumem as mesmas atitudes externas”.

Missa - Rito da Comunhão

 Rito da Comunhão

Sendo a celebração eucarística a ceia pascal, convém que, segundo a ordem do Senhor, o seu Corpo e Sangue sejam recebidos como alimento espiritual pelos fiéis devidamente preparados. Esta é a finalidade da fração do pão e os outros ritos preparatórios, pelos quais os fiéis são imediatamente encaminhados à Comunhão.

• Pai Nosso: Toda a assembleia de pé. Na Oração do Senhor pede-se o pão de cada dia, que lembra para os cristãos antes de tudo o pão eucarístico, e pede-se a purificação dos pecados, a fim de que as coisas santas sejam verdadeiramente dadas aos santos. O sacerdote profere o convite, todos os fieis recitam a oração com o celebrante, e ele acrescenta sozinho o embolismo (livrai-nos de todos os males ó Pai... ), que o povo encerra com a doxologia (vosso é o reino e a glória para sempre). Pode ser cantado, porém como se reza (as mesmas palavras, sem acrescentar ou tirar nada). Não se diz o Amém, mesmo quando cantado, porque a oração seguinte é continuação.

• Rito da Paz: Toda a assembleia de pé. A Igreja implora a paz e a unidade para si mesma e para toda a família humana e os fiéis exprimem entre si a comunhão eclesial e a mútua caridade, antes de comungar do Sacramento. A oração pela paz (Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos, Eu vos deixo a paz... ) é uma oração presidencial, que só o celebrantes faz, pois ele age in Persona Christi – na Pessoa de Cristo.

Ao final o presidente da celebração convida os fieis a saudarem-se uns aos outros. Convém, no entanto, que cada qual expresse a paz de maneira sóbria apenas aos que lhe estão mais próximos. O canto para o abraço da paz não existe.

De todos os modos, será necessário que no momento de se dar a paz se evitem alguns abusos tais como:

– A introdução de um “canto para a paz”, inexistente no Rito romano.

– Os deslocamentos dos fiéis para trocar a paz.

– Que o sacerdote abandone o altar para dar a paz a alguns fiéis.

– Que em algumas circunstâncias, o dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os presentes. 

- A Instrução Redemptionis Sacramentum, publicação brasileira, diz: Não se execute qualquer canto para dar a paz, mas sem demora se recite o “Cordeiro de Deus”. (cf RS. 72)

•Fração do Pão: Toda a assembleia de pé. O gesto da fração realizado por Cristo na última ceia, que no tempo apostólico deu o nome a toda a ação eucarística, significa que muitos fiéis pela Comunhão no único pão da vida, que é o Cristo, morto e ressuscitado pela salvação do mundo, formam um só corpo ( 1Cor 10, 17).

O sacerdote parte a hóstia grande e coloca uma parte da mesma dentro do cálice, que significa a união do Corpo e do Sangue do Senhor na obra da salvação, ou seja, do Corpo vivente e glorioso de Cristo Jesus.

Durante a fração do pão: Esta invocação (Angus Dei), de origem Bíblica (Jo 1,29), é o canto da assembleia e deve ser iniciada pela assembleia e faz alusão ao Cordeiro Pascal, que se imola e tira o pecado do mundo. Pode ser recitada ou cantada, mas a assembleia deve participar da última petição: dai-nos a paz.

O sacerdote se prepara, rezando em voz baixa, para receber frutuosamente o Corpo e o Sangue de Cristo. Os fieis fazem o mesmo rezando em silêncio.

A seguir o sacerdote mostra aos fieis o pão eucarístico que será recebido na comunhão e convida-os a ceia de Cristo, e, unindo-se aos fieis o sacerdote faz um ato de humildade usando as palavras do Evangelho.

•Procissão para a Comunhão: Os que se encontram preparados, deverão ir devagar e em oração. Ao chegar perto do ministro, façam um ato de reverência antes de receber o Santíssimo Sacramento, no local e de modo adaptado, contando que não se perturbe o ritmo no suceder-se dos fieis.

•Comunhão: Deverá o fiel, exceto em casos especiais, como idosos, doentes e pessoas que cuidam deles, estar em pelo menos 1 hora em Jejum, privado de qualquer alimento ou bebida, exceto água e remédios, e poderá ser recebida de dois modos (cf orientação da Igreja local):

• Na Mão: Deverá estar a mão esquerda aberta sobre a mão direita, com a palma virada para cima, na frente do corpo, à altura do peito onde é colocada Hóstia. Com a mão direita deve-se levar a Hóstia até a boca. Deverá ser consumida na frente do Celebrante ou do Ministro. Depois, em atitude de recolhimento, volta-se para o lugar, ficando sentados ou ajoelhados. Não se deve comungar andando, mas quem recebeu a partícula sagrada, afaste-se para o lado (afim de deixar a pessoa seguinte aproximar-se) e, parado, comungue. 

Em 05/03/1975 a Santa Sé concedeu aos Bispos do Brasil a faculdade de permitirem a Comunhão na mão em suas respectivas dioceses, desde que sejam observadas as seguintes norma: (seguem algumas delas)

- A hóstia deverá ser colocada sobre a palma da mão do fiel, que levará à boca antes de se movimentar para voltar ao lugar. Ou então, embora por varias razões isto nos pareça menos aconselhável, o fiel apanhará a hóstia na patena ou no cibório, que lhe é apresentado pelo ministro que distribui a comunhão, e que assinala seu mistério dizendo a cada um a formula: “O Corpo de Cristo”.

- É, pois, reprovado, o costume de deixar a patena ou o cibório sobre o altar, para que os fieis retirem do mesmo a hóstia, sem a apresentação por parte do ministro.

- É necessário tomar cuidado com os fragmentos, para que não se percam, e instruir o povo a seu respeito, e também recomendar que os fieis tenham as mãos limpas.

- Nunca é permitido colocar a mão do fiel a hóstia já molhada no cálice.

Estas normas se encontram na carta, datada de 25/03/1975, pela qual a Presidência da conferência Nacional dos Bispos do Brasil transmitia a cada Bispo as instruções da Santa Sé.

•Na Boca: Fieis se aproximam do celebrante ou Ministro e recebem a comunhão sobre a língua. Depois, em atitude de recolhimento, voltam para o lugar, ficando sentados ou ajoelhados.

     Enquanto o sacerdote e os fieis recebem o Sacramento entoa-se o canto da Comunhão, que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e torna mais fraternal a procissão dos que vão receber o Corpo de Cristo. O canto de comunhão não deve falar obrigatoriamente sobre a comunhão, sobre o Corpo e o Sangue de Cristo, sobre o pão da vida, pão do céu, ou qualquer outro tema relativo ao mistério da Eucaristia.

O Canto começa quando o sacerdote comunga, prolongando-se oportunamente, enquanto os fieis recebem o Corpo de Cristo.

     Após o sacerdote ter feitos as purificações, ele volta à cadeira. Se for oportuno pode-se guardar durante algum tempo um sagrado silêncio. Embora não previsto pela Liturgia, e suplementar, pode-se entoar um salmo, hino, ou outro canto de louvor, mais conhecido como canto pós-comunhão ou canto de ação de graças. É inadequado um canto de adoração para que não se confunda com uma adoração ao Santíssimo Sacramento.

• Oração depois da Comunhão: Toda a assembleia de pé. O sacerdote de pé diz: Oremos. Nesta oração o sacerdote implora os frutos do mistério celebrado e o povo, pela aclamação Amem, faz a sua oração.