segunda-feira, 1 de março de 2021

Grupo 5e - STV: Diário de Cuiabá - Programação - 24/06/98

 Centro América / Globo

04:55 - Programa Ecumênico

05:00 - Telecurso 2000 - Curso Profissionalizante

05:15 - Telecurso 2000 - 2º Grau

05:30 - Telecurso 2000 - 1º Grau

05:45 - Telecurso 2000 - 2º Grau (reprise)

06:00 - Telecurso 2000 - 1º Grau (reprise)

06:15 - Bom Dia Brasil

07:00 - Bom Dia Mato Grosso

07:15 - Angélica

10:55 - Variedades na TV

11:25 - MTTV - 1ª Edição

11:50 - Globo Esporte

12:15 - Jornal Hoje

12:35 - Vale a Pena Ver de Novo - O Salvador da Pátria

14:10 - Copa do Mundo 1998 - Espanha x Bulgária

17:00 - Era uma Vez

17:50 - MTTV - 2ª Edição

18:05 - Corpo Dourado

19:00 - Jornal Nacional

19:55 - Torre de Babel

21:00 - Mulher

22:05 - Hilda Furacão

23:10 - Jornal da Globo

23:45 - Intercine - Noite Macabra / Companhia de Assassinos

01:30 - Corujão - Alice Não Mora Mais Aqui

03:00 - Cobra

03:35 - VR Troopers

Gazeta / Record

04:00 - O Despertar da Fé

06:00 - Ponto de Fé

07:00 - Sua Safra, Seu Dinheiro

07:10 - Jornal da Manhã

08:00 - Revista da Manhã

10:30 - Copa do Mundo 98 - França x Dinamarca

13:00 - Note e Anote

16:00 - Cidade Alerta

17:40 - Gazeta Alerta

17:55 - Cidade Alerta

18:15 - Jornal da Record

19:00 - Boletim da Copa

19:05 - Novela - Estrela de Fogo

19:50 - Ratinho Livre

22:55 - Boletim da Copa

23:00 - Jornal Onze e Meia

23:25 - Jornal da Gazeta

23:55 - Programa de Negócios

00:00 - Superséries: Early Edition

01:00 - Fala Que Eu te Escuto

02:30 - Falando de Fé

SBT / Cidade Verde

06:53 - Palavra Viva

06:55 - Boletim da Copa

07:00 - Eliana & Cia

09:45 - Copa do Mundo 1998 - França x Dinamarca

11:54 - Nosso Século

11:55 - Cinema em Casa - O Jovem Einstein

13:45 - Programa Livre

14:45 - Copa do Mundo 1998 - Espanha x Bulgária

16:55 - Márcia

17:40 - Aqui Agora

18:54 - Nosso Século

18:55 - Disney Club

20:00 - Chiquititas

20:50 - Fascinação

21:20 - Os Simpsons

22:05 - Flash Copa

22:10 - SBT Repórter

23:15 - Boletim da Copa

23:20 - Jô Soares Onze e Meia

00:50 - Jornal da Copa

01:30 - Jornal do SBT

02:00 - Copa do Mundo 98 - compacto

02:30 - Jornal 'Sinal/Madrugada' SBT/CBS

Manchete / Rondon

06:00 - Telemanhã

06:30 - Igreja da Graça no Lar

07:30 - Escola Bíblica na TV

08:00 - Igreja do Evangelho Quadrangular

08:10 - Sessão Animada

08:30 - Gente Importante

09:30 - Grupo Imagem

10:30 - Raio X

11:00 - Copa do Mundo 1998 - França x Dinamarca

13:00 - Edição da Tarde

13:30 - Grupo Imagem

13:45 - Mulher de Hoje

15:30 - Raio X

16:00 - Copa do Mundo 1998 - Espanha x Bulgária

18:00 - Mulher de Hoje

19:30 - Magdalena Manchete Verdade

20:35 - Jornal da Manchete

21:40 - Mandacaru

22:40 - Mistério

23:45 - Show de Gols

00:00 - Jornal da Manchete - Edição da Noite

00:30 - Frente a Frente

01:10 - Clip Gospel

02:10 - Espaço Renascer

03:40 - Encerramento

Mundial / CNT

04:00 - Padrão Técnico

04:30 - Alfa e Ômega

04:55 - Minutos de Deus

05:00 - Igreja da Graça

06:00 - Igreja da Graça em Seu Lar

06:50 - Mundial Hoje

08:00 - Vôo Livre

08:45 - Programa Gilberto Vitoriano

09:00 - Fogo na Cumbuca

10:05 - Cuiabá Light

10:10 - Play TV

10:25 - Dicas & Dicas

10:40 - Mulher & Saúde

10:45 - Papo do Gevê

11:00 - Ciranda da Cidade

11:15 - Respeito Próprio

11:25 - 190 Urgente

12:00 - Tempo de Graça

12:05 - É Hora do Esporte

12:15 - Programa Macedo Filho

12:45 - Ministério do Povo

13:30 - Mulheres

16:00 - Chespirito

16:30 - Cartoon Mania

17:00 - Hugo

17:30 - 190 Urgente

18:30 - CNT Jornal

19:00 - Hugo

19:30 - R. R. Soares

20:25 - CNT Esporte

20:30 - Cine Especial - Jake Grandão

22:40 - Juca Kfouri

23:00 - Walking Show

23:35 - Feiras & Negócios

23:45 - Infomercial Nutri Shark

00:15 - Clip Gospel

01:15 - SOS Destino

02:15 - Encerramento

TBO / Bandeirantes

06:00 - Estação Criança

06:30 - Diário Rural

07:00 - 7 Horas Via Satélite

07:30 - Dia Dia News

08:00 - Dia Dia

09:30 - Cozinha Maravilhosa da Ofélia

10:00 - Copa do Mundo 1998 - França x Dinamarca

13:00 - Esporte Total

13:30 - Copa do Mundo 1998 - espera

15:30 - Copa do Mundo 1998 - Nigéria x Paraguai

18:00 - Copa do Mundo 1998 Especial

18:15 - H

18:45 - Serras Azuis

19:40 - Rede Cidade

20:00 - Jornal da Band

20:30 - Bienvenue à Paris

20:35 - Copa do Mundo 1998 Especial

21:30 - Cine Band - Caçada a um Mafioso

23:30 - Apito Final

00:45 - Papo de Bistrô

00:50 - Jornal da Noite

01:20 - Flash

01:30 - Copa do Mundo 1998 - Espanha x Bulgária - VT

02:55 - Cine Privé - Uma Aventura Sensual

MTV

08:00 - Clássicos MTV

08:30 - Flashback

09:00 - Filé MTV

09:30 - Copa de Clipes

11:00 - Quiz MTV

12:00 - Ponto Zero

13:00 - Radiola

15:30 - Gás Total

18:00 - Disk MTV

19:00 - Hits MTV

20:00 - Teleguiado MTV

20:30 - Filé MTV

21:00 - MTV Território Nacional

22:30 - Blá Blá Blá

23:00 - Hermanos

23:30 - MTV no Ar

00:00 - Non Stop

01:00 - Beavis and Butt-Head

TV Universitária

05:35 - Som da Rua

05:40 - Palavra Viva

05:45 - Curso Profissionalizante

06:00 - Telecurso 2000 - 2º Grau

06:15 - Telecurso 2000 - 1º Grau

06:30 - Séries Multirio

07:00 - Um Salto para o Futuro

08:00 - Kimba, o Leão Branco

08:30 - Desenhando

09:00 - Cocoricó

09:30 - Castelo Rá-Tim-Bum

10:00 - Quebra Cabeça

10:30 - Alles Gute

11:00 - Jornal Visual

11:05 - Rede Brasil

12:00 - Caderno Dois

12:30 - Tarde Especial

13:30 - Mundo Animal

14:00 - Quebra Cabeça

14:30 - Castelo Rá-Tim-Bum

15:00 - Sem Censura

17:00 - Kimba, o Leão Branco

17:30 - Cocoricó

18:00 - Castelo Rá-Tim-Bum

18:30 - Desenhando

19:00 - A Família Twist

19:25 - Jornal do Congresso

19:30 - Caderno Dois

20:00 - Brasil Debate

21:00 - Jornal Rede Brasil

21:30 - Roda Viva

23:00 - Intervalo

00:00 - Som da Rua

A Santa Missa - Estrutura e Explicação

 1. O que é a Liturgia ?

  A  palavra Liturgia vem dos vocábulos gregos e significa Obra Pública. Nas cidades gregas antigas, os cidadãos dotados de certo patrimônio eram obrigados a custear serviços públicos ( aberturas de estradas, construção de pontes, etc) Havia também pessoas que espontaneamente assumiam as despesas de tais serviços ( leitourgia), movidas  por patriotismo ou vaidade. Outros, ainda, eram forçados a prestar "leitourgias" em punição a eventuais revoltas contra a autoridade governamental.


      A partir do século III aC, "leitourgia" assume o sentido religioso de culto aos deuses prestado por pessoas para isso designadas ( isto se compreende bem, pois a religião era um valor oficial no mundo grego e um assunto de interesse público).


      Leitourgia, no uso cristão. havia de designar prevalentemente o culto sagrado. Podemos, agora definir Liturgia, valendo-nos de quanto diz a SC no seu no 7: É uma ação sagrada, através da qual, com ritos, na Igreja e pela Igreja, se exerce e prolonga a obra sacerdotal de Cristo, que tem por objetivos a santificação dos homens e a glorificação de Deus.


     Antes do mais, a Liturgia é o exercício continuado do sacerdócio de Cristo. A obra salvífica de Cristo é algo que  desenvolve sua eficácia através dos séculos. Podemos dizer, ainda, que o rito litúgico, na sua materialidade, é portador do poder restaurador do Verbo de Deus;ele é como a mão estendida de Cristo, que nos transmite a vida do próprio Pai.


   " A satificação dos homens e a glorificação de Deus" são os dois objetivos da Liturgia. A santificação dos homens é apresentada como primeira finalidade da obra sacerdotal de Cristo, porque, para dar a glória a Deus, os homens devem tornar-se santos. Aliás, a santificação dos homens já é a propria glorificação de Deus, pois na medida em que o homem é santo, ele reproduz a santidade de Deus e a proclama.


 



 


2.  A estrutura e os elementos

     Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do Sacerdote que representa a pessoa de Cristo, para celebrar a memória do Senhor ou sacrifício eucarístico. Por isso, a esta reunião local da santa Igreja aplica-se, de modo eminente, a promessa de Cristo: "Onde dois ou três estão reunidos no meu nome, eu estou no meio deles (Mt. 18,10). Pois na celebração da Missa, em que se perpetua o sacrifício da cruz, Cristo está realmente presente tanto na assembléia reunida em seu nome, como na pessoa do ministro, na sua palavra, e também, de modo substancial e permanente, sob as espécies eucarísticas.


     A Missa consta, por assim dizer, de duas partes, a saber, a liturgia da Palavra e a liturgia eucarística, tão intimamente unidas entre si, que constituem um só ato de culto. De fato, na Missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus como a do Corpo de Cristo, para ensinar e alimentar os fiéis. Há também alguns ritos que abrem e encerram a celebração.


     A Assembléia Cristã se reúne para a celebração da Santa Missa. Ela se difere de qualquer outra assembléia. É hierárquica, e é assim estruturada para a celebração do Santo Sacrificio:


     O Celebrante: A presidência da celebração eucarística compete ao bispo ou ao presbítero, seu delegado. Ele representa o própio Cristo. Por isso tem direitos e honras especiais: usa vestes que o distinguem, ocupa o primeiro lugar no altar e à sua entrada e saída todos se pôem de pé em sinal de respeito. O Celebrante é o intermediário entre Deus e o povo; fala aos fiéis em nome de Deus e se dirige a Deus em nome dos fiéis, e coloca toda a Assembléia em sintonia com o mistério celebrado. Sem presidente não há assembléia.


     Nas Celebrações há vários mistérios que se manifestam exteriormente pela diversidade das vestes litúrgicas, que por isso devem ser um sinal de função de cada ministro. Eis algumas vestes usadas durante a celebração da Missa:


 A Alva : É uma veste comum aos ministros de qualquer grau. É uma túnica geralmente de linho branco que recobre todo o corpo até os pés. Ela é cingida à cintura pelo cíngulo, um cordão branco, ou da cor dos paramentos. A alva foi substituida pela Túnica que atualmente é usada em todas as funções litúrgicas. A Túnica deve ter uma cor neutra ( Branca, Bege ou Cinza).


 A Estola : É um paramento litúgico em forma de tira comprida. É colocada no ombro esquerdo e a tiracolo, pelo diácono, pendente dos ombros pelo prebítero e bispo. De acordo com as cores litúrgicas, terá a mesma cor da festa que se celebra no dia. É distinto do minístro ordenado


 A Casula:  Vestimenta sacerdotal que se põe sobre a túnica e a estola. Combina com  a estola, e terá a cor da festa que se celebra no dia. Seu uso é facultativo.




     No uso das vestes, usam-se as cores que server para uma maior vivência, através do sentido da visão, da celebração que estamos realizando. Eis aqui o significado de cada cor:


 O Branco: É a cor pascal: indica ressurreição, pureza, alegria. É usado na Páscoa, no Natal, nas solenidades de Nosso Senhor, nas de Nossa Senhora.


 O Vermelho: Lembra o fogo do Espírito Santo, o sangue. É usado nas solenidades de Pentecostes, Domingo de Ramos, Sexta feira da Paixão do Senhor, e nas solenidades e destas dos Apóstolos e Mártires.


 O Verde : É a cor da esperança. Usada nos domingos do chamado Tempo Comum durante o ano.


 O Roxo: Simboliza a penitência e a mortificação. É usado durante o Tempo de Advento, preparação para o Natal, nas missas de defuntos e na Quaresma que é a preparação para a Páscoa.


      A equipe de Celebração : Existe a necessidade de se compor uma Equipe de celebração, onde cada um exerça uma função dentro da celebração da Missa. Tal equipe será composta dos seguintes elementos, além do Presidente:


 O Diácono: Em virtude da sagrada ordenação recebida, ocupa o primeiro lugar entre aqueles que servem na celebração eucarística. Tem partes própias no anúncio do Evangelho e, por vezes, na pregação da Palavra de Deus. Serve o sacerdote na preparação do altar, na celebração do sacrifício e na distribuição da Eucaristia.


 O Acólito: É instituido para o serviço do altar, para auxiliar o sacerdote e o diácono. Compete-lhe principalmente preparar o altar e os vasos sagrados, e, se necessário, distribuir aos fíeis a Eucaristia, da qual é ministro extraordinário.


 O leitor: É instituido para proferir as leituras da Sagrada Escritura, exceto o Evangelho. Na falta do Ledor instituido, é delegado a outro leigo esta função de alta dignidade. É de suma importância que o ledor saiba ler corretamente e com desembaraço, e transmita aquilo que sente como testemunho.


 O Comentarista: É a função que o leigo deve estar bem preparado para orientar os movimentos e as orações dos fíeis. dialoga com a Assembléia, fazendo breves comentários introdutórios às leituras.


 Os coroinhas e as coroinhas: Os coroinhas são aqueles que servem de acólito  no altar, e conforme as disposições emanadas pelo Bispo, poderão ser meninos e meninas, rapazes e moças, homens e mulheres.


 Os cantores: Os cantores devem ser colocados de tal forma que se manifeste claramente sua natureza, isto é, que fazem parte da assembléia dos fiéis, onde desempenham papel particular. São os intermediários entre os ministros e o povo. Devem levar a Assembléia a "rezar duas vezes" com entusiasmo. Importante é a Assembléia cantar a Missa. Deve-se evitar que os instrumentos tocados durante os cantos sobreponham aos cantores.


 O Povo: Deve formar um só corpo, seja ouvindo a Palavra de Deus, seja tomando parte das orações e no canto, ou sobre tudo na oblação comum do sacrifício e na comum participação da mesa do Senhor. É participante e não assistente.


 


      Alguns objetos litúrgicos são usados pelo Presidente da Assembléia, durante a celebração. Eis alguns deles:


 O Cálice: É o vaso em que o sacerdote consagra o santíssimo Sangue de Cristo na Missa. Pelo seu uso, o cálice deve ser consagrado.


 A Âmbula: É o vaso sagrado, também chamado de cibório ou píxide, onde se guardam as hóstias consagradas.


 O Corporal: É um pano quadrado de linho branco, com uma cruz no centro para ser colocado no altar e sobre ele o corpo do Senhor.


 O Manustérgio: É uma pequena toalha com a qual o sacerdote enxuga a mão, depois de lavá-las na apresentação das oferendas, durante a missa.


 A Pala: É um pequeno cartão quadrado, guarnecido de pano branco ou pequena toalha, quadrada ou redonda, de linho branco e engomada, usada pelo sacerdote, durante a Santa Missa, para cobrir o cálice.


 A Patena: É um pratinho ou disco de metal, na qual o sacerdote na Missa coloca a hóstia consagrada. Serve também para cobrir o cálice com o vinho e para recolher partículas de hóstias consagradas durante a Comunhão dos fiéis.


 O Sanguíneo: É também chamado de purificatório, É um paninho de linho branco, para o celebrante enxugar a boca e o interior do cálice.


 A Teca: É o vaso sagrado com que se leva a sagrada comunhão aos doentes, presos e idosos.


 O Turíbulo: É um vaso de metal, usado para as incensações litúrgicas


 A Naveta: É um pequeno vaso de metal em forma de naviozinho, para nele colocar o incenso e se servir por meio de uma colherinha.


 O Incenso: Pode ser usado facultativamente em qualquer forma de Missa. Representa o sacríficio de louvor aceito por Deus, simboliza a oração. Na Missa se usa: na procissão de entrada, para incensar a cruz e o altar, na procissão e proclamação do Evangelho, para incensar as oferendas, a cruz, o altar, o sacerdote, o povo e os concelebrantes (se estiverem presentes), à elevação da hóstia e do cálice depois da consagração.


       Outros objetos litúrgicos são utilizados em momentos diversos ou até mesmo em Missas festivas. São esses:


 A Custódia: Chamada também de ostensório é um objeto cultural para exposição solene do Santíssimo Sacramento.


 O Pállo: É uma armação ornamental, portátil com varas e franjas, que serve para cobrir o ministro religioso que, nas procissões, leva a custódia ou ostensório com o Santíssimo Sacramento.


 A Umbela:  É uma esécie de pálio redondo, semelhante a um grande guarda chuva, de cor dourada e com franjas, que um ministro leva aberto, recobrindo o sacerdote que transporta o Santíssimo Sacramento dentro de Igrejas, Capelas e de outros recintos


 O Véu Umeral: É um manto retangular e comprido, de cor branca. Que os ministros ordenados põem sobre os ombros , para segurar a custódia ou a âmbula com o Santíssimo Sacramento, seja para transportá-lo numa procissão, seja para dar bênção eucarística aos fiéis. Na Missa do Crisma, na manhã de Quinta-feira Santa, os diáconos revestem-se de três tipos de Véu Umeral, para transportar até o altar os três óleos: O Véu Umeral, de cor branca; O Véu umeral de cor roxa, para levar o óleo dos Enfermos - usada na unção dos enfermos (conhecida antigamente como extrema-unção) e o Véu Umeral de cor verde, para levar o óleo dos Catecúmenos e para levar o óleo do Crisma;


 




A Missa

3.  As Partes da Missa - Introdução

 


      O Povo de Deus, quando se reúne para a Eucaristia, participa de duas mesas: Mesa da Palavra de Deus e Mesa do Corpo de Cristo. É de suma importância que os fiéis saibam como comportar-se no transcorrer da celebração. Temos vários momentos de atividades e participação, desde o início ao final.


      A Assembléia Cristã tem uma só voz que se exprime de várias formas. É importante cada resposta que a Assembléia dá, pois representa sua anuência, seu sim, seu consentimento. Existem breves fórmulas de aprovação, de aplauso, de alegria, de voto, de saudação, com que a Assembléia manifesta seu consentimento. correspondem, de certa maneira, aos "vivas", aos aplausos que se usam nos acontecimentos profanos. Os gestos da Assembléia Cristã são muitos importantes e mais até do que habitualmente se acredita. Somos corpo e alma, e devemos rezar com o corpo e com o espírito. Os gestos da Assembléia Cristã são comunitários, isto é, exprimem a união profunda dos espíritos e dos sentimentos que os animam. A seguir as palavras e os gestos mais comuns da Assembléia:


 O Amém: É uma palavra hebraica que significa a nossa plena adesão, o nosso "sim" mais sincero e completo, o nosso "de acordo".


 O Aleluia: Outra palavra hebraica que significa "Louvai a Deus com alegria". É uma exclamação de admiração, de exultação, triunfo, é um grito de alegria.


 O Hosana: Ainda outra palavra hebraica que equivale ao nosso "viva". É a aclamação do Domingo de Ramos que se repete no momento Santo, na Missa. Significa 'mil vezes santo'.


 O Demos Graças a Deus, Glória a Vós Senhor e Louvor a Vós ó Cristo: São expressões de reconhecimento e alegria usadas sobre tudo quando Deus nos dirige sua Palavra nas leituras da Missa.


 O Sinal da Cruz: Com este gesto começa e termina a Missa. É o distintivo do Cristão e marca todos os momentos pequenos e grandes da vida de cada um. Exprime pelas palavras e pelo gesto, os maiores Mistérios da nossa fé. Deus Uno e Trino e a redenção de Cristo pela Cruz. É o sinal de que pertencemos a Cristo.


 A Água  Benta: A Água Benta usada na igreja é sempre uma evocação do nosso Batismo, quando fomos lavados para entrarmos na Santa Igreja de Jesus Cristo.


       As posições comuns do corpo, que todos os participantes devem observar na celebração da Missa são as seguintes:


 Em pé: Estar em pé, ereto, é uma atitude que indica dignidade. É posição do ressuscitado. É uma posição de respeito, própria para se ficar durante algumas partes da celebração.


 Sentado: É uma atitude de quem se concentra para escutar e receber com calma a mensagem.


 De Joelhos: É uma atitude do pecador diante da infinita santidade de Deus, e exprime bem a nossa indignidade e miséria em face a imensa majestade e grandeza do Senhor.


 Caminhar em Procissão: Feita com solene gravidade e seriedade, relembra-nos a caminhada do Povo de Deus. Pode ser feita no interior do templo ou fora dele e nas grandes festas que se celebra.


 A Genuflexão: É uma expressão dos nossos sentimentos de adoração diante de Deus. Somente a Deus é devido este gesto. É feita ao Cristo presente sobre o altar ou no Sacrário ( onde fica depositada a Âmbula com as hóstias consagradas). A genuflexão se faz dobrando o joelho direito até o chão. Não a necessidade de benzer-se neste gesto.


 



 


A Missa

3.1  As Partes da Missa :  Os Ritos Iniciais


Comentário Inicial: É feito pelo comentarista da celebração e marca de certa maneira, o inicio da Santa Missa (A celebração, de fato, só tem inicio com o Sinal da Cruz, logo após a procissão e o beijo no Altar). Em algumas comunidades é precedido pelo som da sineta, que indica aos fieis presentes para que interrompam suas orações particulares e se unam na Oração Oficial e Comum da Igreja.


O comentário inicial convida a participação coletiva dos fieis e visa criar um ambiente propício para oração e a fé. Em geral, o comentário situa os presentes num determinado “tema” que será abordado mais profundamente nas leituras da Bíblia, durante o Rito da Palavra.


A assembleia pode ouvir o comentário sentada.


 O Canto de Entrada: Toda a assembleia de pé. Enquanto o sacerdote entra com os ministros, começa o canto de entrada. A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da Assembléia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa.


Antífona de Entrada: São breves palavras que o sacerdote ou diácono fazem para introduzir os fieis na Missa do dia. Em regra, costuma a ser um versículo bíblico que tenha total ligação com o “tema” da missa, com as leituras que serão feitas durante o Rito da Palavra.



 A Saudação: Toda a assembleia de pé. Venerar o Altar, com ósculo, esse o primeiro gesto do Presidente. Em seguida traçou o Sinal da Cruz, pois a Assembléia se reúne em nome da Santíssima Trindade. Agora saúda a Assembléia com uma das fórmula apropriadas expresasndo a presença do Senhor na Igreja reunida. Feita  a saudação do povo, o sacerdote, o diácono, ou um ministro leigo, pode com breves palavras introduzir os fiéis na Missa do dia.


 O Ato Penitencial: Toda a assembleia de pé. O Ato Penitencial, colocado nos Ritos Iniciais, quer expressar o desejo de conversão e transformação da comunidade. Não se trata de um Rito Penitencial. O Ato Penitencial é concluido pela absolvição do Sacerdote, absolvição que, contudo não possui a eficácia do Sacramento da Confissão. Outros atos de culto podem substituir o ato  penitencial, porque já colocaram a Assembléia em atitude de conversão. No Domingo de Ramos pode ser substituído pela procissão. Na Quarta-feira de Cinzas é substituído pela imposição das cinzas. Pode também ser substituído pela recordação da vida e pela benção e aspersão da água em recordação do batismo.


 O Hino de Louvor: Toda a assembleia de pé. O Glória não é um simples louvor trinitário, mas um solene louvor ao Pai e ao Cordeiro. Era um hino da oração da manhã e foi aos poucos introduzino na Missa. A Santa Igreja nos ensina que ele é "um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congrega no Espírito Santo, glorifica e suplica ao Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino pode ser adaptado, mas não pode ser substituido por outro com letra diferente. É cantado ou recitado aos domingos, nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes. É omitido no tempo do Advento e da Quaresma, em dias de semana, porque este cabe ao dia por excelência do encontro com os cristãos - o domingo, em missas de sétimo dia, trigésimo dia, um ano de falecimento, missas de corpo presente e Dia de Finados.


 A Oração do dia (coleta): Toda a assembleia de pé. É a primeira Oração Presidencial da Missa, que recebe o assentimento de toda a Assembléia através do Amem. O sacerdote convida o povo a rezar; todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que todos estão na presença de Deus e formulando interiormente seus pedidos. Depois o sacerdote "coleta" os pedidos do povo, os eleva a Deus e diz a oração do dia com foco no mistério a ser celebrado naquela Missa.





 


A Missa

3.2  As Partes da Missa : A Liturgia da Palavra ( A Mesa da Palavra de Deus )

 A Primeira Leitura: Toda a assembleia sentada. A primeira leitura é escolhida do Antigo Testamento de acordo com a temática do Evangelho, e nos  narra o anúncio profético dos acontecimentos que envolvem a pessoa de Jesus Cristo. No Tempo Pascal é extraída dos Atos dos Apóstolos, pois esse livro nos mostra a vida da Igreja logo depois da Ressurreição do Senhor.


 O Salmo Responsorial: Toda a assembleia sentada. Constitui uma resposta meditativa e orante da Assembléia à Palavra que precedeu.


 A Segunda Leitura: Toda a assembleia sentada. É tirada das Epístolas do Novo testamento, sendo lidas sem que haja nexo com o tema do Evangelho. Nelas encontramos uma experiência concreta da vida cristã.


 A Aclamação do Evangelho: Toda a assembleia de pé. Todos se levantam, em sinal de respeito e compromisso. Esta aclamação é portanto, um compromisso com a pessoa Jesus, que vem nos falar. O Aleluia é cantado em todos os tempos, exceto na Quaresma, devido ao forte tempo de reflexão. É iniciado pelo grupo de cantores ou por todos, podendo ser repetido. Na Quaresma, é substituído por um versículo proposto no Lecionário.


  As leituras dos domingos estão distribuidas num ciclo de três anos: A (Mateus), B (Marcos), C  (Lucas). João não tem ano especial.


 O Evangelho: Toda a assembleia de pé. Neste momento todos se encontram de pé, demonstrando a disponibilidade ao que o Senhor vai nos dizer. Na proclamação do Evangelho,nos persignamos na fronte, para que a mensagem penetre em nossas mentes; nos lábios, para anunciarmos aos irmãos a mensagem que nos é transmitida e no peito, para que vivamos a mensagem que nos será anunciada. ( o benzer-se neste momento, não faz parte do rito). seja qual for o evangelista, a mensagem é sempre a mesma: o anúncio da salvação. O evangelho é o próprio Cristo quem nos fala, por isso deve ser proclamado por um ministro ordenado e ser ouvido de pé. É excluida da proclamação da Palavra de Deus em forma dialogada, sucessiva ou como que encenada. A instrução Geral nos diz no no 109 o seguinte: " Não convém de modo algum que várias pessoas dividam entre si um único elemento da celebração, por exemplo, a mesma leitura feita por dois, um após o outro, a não ser que se trate da proclamação da Paixão do Senhor, no Domingo de Ramos e na Sexta-feira Santa".


 A Homilia: Toda a assembleia sentada. Homilia, quer dizer na sua designação, uma conversa bem familiar. É proferida por um ministro ordenado, nunca por um seminarista ou leigo. Faz parte da Liturgia da Palavra e é a ocasião clássica e privilegiada para expor o místerio de Cristo partindo dos textos sagrados lidos, relacionando-os à vida concreta, no nosso dia-a-dia. Não se deve confundir com sermão, discurso, pregação, encontro catequético ou estudo bíblico.


 A Profissão de Fé: Toda a assembleia de pé. O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e solenidades. Existem dois textos para ser feita a profissão de fé. O símbolo dos Apóstolos ( Creio em deus Pai) e o símbolo Niceno ( Creio em um só Deus Pai). Quando o símbolo Niceno é dito, às palavras E se encarnou pelo Espírito Santo, todos se inclinam profundamente, mas  nas solenidades da Anunciação do Senhor e do Natal do Senhor todos se ajoelham. A Profissão de Fé é feita com a Assembléia de pé, declarando pública e conscientemente a fé que recebeu dos Apóstolos e se compromentendo a seguir o que foi ensinado na Liturgia da Palavra.


 As Preces da Comunidade: Toda a assembleia de pé. Trata-se do momento de oração que integra a Liturgia da Palavra. A oração dos fiéis é sempre um grande momento de espontaneidade dentro da celebração. Pede-se por todas as necessidades e não deve ficar nas intenções formuladas no folheto litúrgico. A Comunidade pode e deve expressar com simplicidade as suas necessidades.





 


A Missa

3.3  As Partes da Missa : A Liturgia Eucarística  ( A Mesa do Corpo de Cristo)

 A Apresentação das Oferendas: Toda a assembleia sentada. Terminada a Liturgia da Palavra, a atenção de todos se volta para a segunda Mesa. O acólito ou outro minístro leigo coloca sobre o altar o corporal, o purificatório, o cálice, a pala e o missal. Convém que a participação dos fiéis se manifeste através da oferta do pão e vinho para a celebração Eucarística, o dinheiro ou outros dons para prover às necessidades da igreja e dos pobres. As oblações dos fiéis são recebidas pelo sacerdote, ajudado pelo acólito ou outro ministro. No vinho a ser consagrado, o presidente coloca um pouco d'água que simboliza toda a humanidade salva em Cristo pelo seu sangue derramado na cruz. O canto acompanha a preparação do altar, a procissão e apresentação das oferendas. Não precisa necessariamente falar de pão e vinho, pode falar do tema da liturgia ou do oferecimento da própria vida a Cristo.

Costumamos chamar esse momento de ofertório, mas trata-se da apresentação das oferendas, porque quem preside toma as oferendas do povo e as apresenta a Deus. 

Por que oferendas e não ofertório?

Cristo é o Cordeiro imolado. É Ele quem se oferece sobre o altar. É o sacrifício da cruz que se perpetua através dos séculos. (SC 47) Na Eucaristia, Jesus não dá “alguma coisa”, mas dá-Se a Si mesmo; entrega o seu corpo e derrama o seu sangue. Deste modo dá a totalidade da sua própria vida.


 Convite à Oração: Toda a assembleia de pé. O convite à Oração, recorda a todos que a oração da Assembléia cristã se dirige a Deus, o Pai de nosso Senhor  Jesus Cristo e, na  nossa resposta, fica claro que o sacríficio de Cristo, realizado uma vez por todas na cruz, torna-se presente cada vez que a Igreja faz o que o Senhor fez na última ceia. A Missa é o Sacrifício do cristão.


 A Oração Sobre as Oferendas: Toda a assembleia de pé. É a segunda Oração Presidencial. Pelo fato de o sacerdote já ter feito o convite à oração, no Orai, irmãos, não se diz Oremos. Os dons colocados sobre o altar simbolizam tudo o que há na natureza eo resultado do nosso trabalho. Eles nos falam da bondade de Deus que fez brotar a água  e surgir da terra o trigo e a uva. Agora, o Presidente da Assembléia reza em nome de todos, a oração sobre os dons. Todos os participantes darão seu assentimento com o amém conclusivo.


  A Oração Eucarística: Toda a assembleia de pé. Tem início o momento central e culminante de toda a celebração, isto é, a Oração Eucarística, ou de ação de graças e de santificação. O sentido desta oração é que toda a Assembléia se una com Cristo enaltecendo as grandes obras de Deus e oferecendo o sacrifício. Os elementos principais de que consta a Oração Eucarística são os seguintes:


 A ação de graças (expressa especialmente no prefácio: aquilo que se diz antes); Toda a assembleia de pé. O sacerdote, em nome de todo o povo santo, glorifica a Deus Pai e lhe dá graças por toda a obra da salvação ou por alguns aspectos particulares de acordo com dia, a festa ou o tempo. Começa com um diálogo entre o sacerdote e o povo.


 A aclamação: Toda a assembleia de pé. A assembléia, unindo-se as criaturas celestes canta ou recita o "Santo", expressando a santidade, majestade e imanência de Deus. A repetição, 3 vezes santo, significa o máximo de santidade: Deus é santíssimo. 


 A epiclese (= chamado do alto): Toda a assembleia ajoelhada a partir do 'Santificai, pois, estas, oferendas...'. Este momento toca-se o sino o sacerdote impõe as mãos sobre as oferendas invocando o Espírito Santo para que transforme o pão e vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Assim como Maria concebeu por obra do Espírito Santo, o Cristo torna-se presente sob as espécies do pão e do vinho também por obra do Espírito Santo.


 Narrativa da instituição e a consagração: Toda a assembleia ajoelhada. Através das palavras e dos gestos de Cristo, realiza-se o sacríficio que o próprio Cristo instiruiu na Última Ceia, quando ofereceu seu Corpo e Sangue, sob as espécies do pão e do vinho, deu-os a comer e beber aos Apóstolos e lhes deixou a ordem de perpeturar esse mistério. Na elevação do Pão Eucarístico e do Cálice, cada qual procura olhar para a hóstia e o cálice, fazendo sua adoração e seu oferecimento em silêncio. É reprovável dizer em voz alta nesses momentos "Meu Senhor e meu Deus" ou qualquer outra oração, como 'Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé'. A aclamação após a consagração é feita de pé, pois não é propriamente uma adoração, mas profissão de fé ao mistério pascal de Cristo. É o momento de lembrança da morte e ressurreição de Cristo e não um louvor à presença real, por isso não pode ser substituída por cantos eucarísticos. Também não deve haver música de fundo, ainda que suave, ou um som instrumental durante a consagração. Ajoelhar é sinal de adoração, humildade e penitência, e se por motivos sérios não se puder ajoelhar, fica-se de pé e faz-se uma profunda inclinação (reverência) nas duas vezes que o presidente fizer a genuflexão – Neste momento não se deve permanecer de cabeça baixa.


 A anamnese (memória): Toda a assembleia de pé. A Igreja cumprindo ordem recebida por meio dos Apóstolos, faz a memória do Cristo, recordando sua paixão, ressurreição e ascensão ao céu.


 A oblação (oferta): Toda a assembleia de pé. A Igreja oferece ao Pai no Espírito Santo a Vítima Imaculada e deseja que os fiéis aprendam a se oferecer. Só após a consagração aparece a palavra 'oferecemos', sinal de que o verdadeiro ofertório da Missa acontece nesse momento.


A segunda epiclese: Toda a assembleia de pé. Após o memorial e a oferenda, novamente o Espírito Santo é invocado, desta vez sobre a assembleia, para que ela se transforme e vá se construindo na unidade.


 As intercessões: Toda a assembleia de pé. Nelas se exprime que a eucaristia é celebrada em comunhão com toda a Igreja, tanto celeste como terrestre, e que a oblação é feita por todos os seus membros, vivos e defuntos, os quais foram chamados a participar da redenção e da salvação adquiridas pelo Corpo e Sangue de Cristo.


 A doxologia final (= glorificação): Toda a assembleia de pé. Exprime a glorificação de Deus; é ratificada com o nosso amém alto e solene , pois é através dele que a Assembléia assume e faz sua toda a Oração Eucarística. A doxologia no final da Oração Eucarística, é proferida somente pelo celebrante, não pelos fiéis, pois é o próprio Cristo que oferece e é oferecido.


 


 O Rito de Comunhão: Sendo  a celebração eucarística um banquete pascal, convém que, de acordo com a ordem do Senhor, os fiéis devidamente preparados recebam o seu Corpo e Sangue como alimento espiritual


 O Pai Nosso: Toda a assembleia de pé. Com esta oração iniciamos o Rito da Comunhão. Nele se pede o pão cotidiano, no qual os Cristãos vêem também uma referência ao pão eucarístico, e se implora a purificação dos pecados. Só o sacerdote acrescenta o embolismo (= continuação), dito após "Livrai-nos do mal". Quando rezamos o Pai Nosso na Missa, ele não termina com o amém, pois só é concluído quando toda a Assembléia diz a doxologia final da oração: Vosso é o reino o poder e a glória para sempre...


 O Rito da paz: Toda a assembleia de pé. Neste Rito a Igreja implora a paz e a unidade para si mesma e para toda a família humana e os fiéis exprimem entre si a comunhão eclesial e a mútua caridade antes de comungar do sacramento. Convém, que cada qual expresse a paz de maneira sóbria e somente as pessoas que pode alcançar, sem sair de seu lugar, para não tumultuar a celebração, pois esse Rito faz parte da preparação para a Comunhão. Durante a Quaresma e o Advento, por serem tempos de reflexão, convém evitar esses ritos para realizar com mais alegria no tempo da Páscoa e do Natal.


 A Fração do Pão: Toda a assembleia de pé. O gesto da fração do pão realizado por Cristo na última ceia, que no tempo apostólico deu o nome a toda a ação eucarística, significa que muitos fiéis pela comunhão no único pão da vida, que é Cristo, morto e ressuscitado pela salvação do mundo, formam um só corpo.


 O Cordeiro de Deus: Toda a assembleia de pé. É o momento em que o sacerdote parte o Pão e coloca uma parte da hóstia no cálice, para significar a unidade do Corpo e do Sangue do Senhor na obra da salvação, ou seja, do Corpo vivente e glorioso de Cristo Jesus. Não é função do Sacerdote começar o Cordeiro de Deus, por isso, o grupo dos cantores ou o cantor ordinariamente canta ou, ao menos, diz em voz alta a súplica Cordeiro de Deus à qual o povo responde. A invocação acompanha a fração do pão; por isso, pode-se repetir quantas vezes for necessário até o final do rito. A última vez concluimos com as palavras dai-nos a paz.


 O Felizes os convidados para  a Ceia do Senhor: Toda a assembleia de pé. O sacerdote apresenta à Assembléia o Corpo e o sangue de Cristo e convida os presentes a partilhar a refeição eucarística, usando as palavras prescritas do Evangelho.


 O Senhor eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo(a): aceitando o convite, devemos humildemente dizer o centurião do Evangelho.


      Tudo na Ceia do Senhor caminha para este momento. Agora a eucaristia assume a sua totalidade, a dimensão de Ceia Pascal. Segundo a vontade de Cristo, a sua presença permanece entre nós através do sacramento do seu Corpo e do seu Sangue.


       É muito recomendável que os fiéis, como também o próprio sacerdote deve fazer, recebam  o Corpo do Senhor em hóstias consagradas na mesma Missa e participem do cálice nos casos previstos nos livros rituais a cerca da Comunhão sob as duas espécies. Devemos saber, entretanto, que a fé católica ensina que, também sob uma só espécie, se recebe Cristo todo e inteiro, assim como o verdadeiro Sacramento; por isso, no que concerne aos frutos da Comunhão, aqueles que recebem uma só espécie não ficam privados de nenhuma graça necessária à salvação.


      Enquanto o sacerdote recebe o Sacramento, entoa-se o canto da comunhão que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e realça a índole "comunitária" da procissão para receber a Eucaristia. O canto prolonga-se enquanto se ministra a Comunhão dos fiéis. Não precisa obrigatoriamente falar sobre a comunhão, sobre o Corpo e o Sangue de Cristo, sobre o pão da vida, pão do céu, ou qualquer outro tema que faça referência ao mistério da Eucaristia.




 A Comunhão dos Fiéis: Toda a assembleia sentada. O Sacerdote toma, então, a patena ou cibório e se aproxima dos que vão comungar e que normalmente se aproximam em procissão.

           Não é permitido aos fiéis receber por si mesmos o pão consagrado nem o cálice consagrado e muito menos passar de mão em mão entre si. Os fiéis comungam ajoelhados ou  de pé,  conforme for estabecido pela Conferência dos Bispos. Se a Comunhão é dada sob a espécie de pão somente, o sacerdote mostra a cada um a hóstia um pouco elevada, dizendo "O Corpo de Cristo". Quem vai comungar responde "Amém", recebe o Sacramento na boca ou aonde for concedido, na mão à sua livre escolha. Os que o comungarem de pé, antes de receberem o Sacramento, façam devida referência, que poderá ser uma inclinação de cabeça ou do corpo, mas isso terá que ser feito enquanto o que está à frente recebe a Comunhão. Nenhum ministro da Comunhão pode obrigar a comungante a receber a Comunhão na boca onde for permitida a Comunhão na mão, mesmo que seja para evitar doenças ou epidemias. Para a Comunhão na mão, devemos fazer um trono com a mão esquerda, para receber o Corpo do Senhor. A hóstia deverá ser colocada sobre a palma da mão do fiel, que levará à boca com o auxilio da mão direita formando uma pinça com os dedos, isso antes de se movimentar para a volta ao lugar, pois não se deve comungar andando. Não é elegante levar a hóstia diretamente à boca com a palma da  mão.


             Após receber Jesus na Santíssima Eucaristia, o fiel deve voltar ao seu lugar, e ali, na posição que melhor lhe convir, de pé, de joelhos ou sentado, conversar calma e intimamente com o Senhor Jesus,que naquele momento está vivo dentro de nós, em comum-união, isto é, total união, união que deve nos levar a dizer como São Paulo: "Não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim" .


              Terminada a distribuição, os vasos sagrados são purificados pelo Sacerdote ou pelo Diácono ou pelo acólito instituido, na medida do possível junto à credência. Excluem-se dessa função os Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística.


               Se for oportuno,o sacerdote e os fiéis oram por algum tempo em silêncio e se desejar, toda Assembléia pode entoar um salmo ou outro canto de louvor ou hino.


 A Oração depois da Comunhão: Toda a assembleia de pé. É a terceira oração presidencial. Para completar a oração do povo de Deus e encerrar todo o rito da Comunhão, o sacerdote profere esta oração, em que implora os frutos do mistério celebrado. Com esta oração, a Assembléia renova o seu sim a tudo quanto declarou e afirmou durante a Missa.




 

3.4 As Partes da Missa : Ritos Finais

 A Vivência: Toda a assembleia sentada. É uma mensagem consolidada nas mensagens bíblicas lidas e meditadas durante a celebração. Serve para que os fiéis levem para a casa, como meditação e resumo de sua publicação na celebração litúrgica.


 Os Avisos: Toda a assembleia sentada. Antes da despedida e bênção final é que se devem dar oportunamente os avisos paroquiais. Nunca e de modo algum antes, durante ou depois da homilia, nem antes da oração pós-comunhão. Servem para divulgar os eventos religiosos do mês e algo de interesse à comunidade.


 A Benção e a Despedida: Toda a assembleia de pé. A bênção final e a saudação de despedida cocluem a celebração da Ceia do Senhor. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, lembra-noso momento em que Jesus ressuscitado, todas as vezes  que se encontrava com seus discípulos, os saudava com este cumprimento, desejando a paz, o que era bem familiar aos Apóstolos. O canto final não consta do esquema da Missa, mas a celebração ter um final silencioso, com uma saída do povo em silêncio, pode ser muito frio, portanto o cantor ou o coral cante algo que preserve a mensagem ou motive a missão, um hino à Maria, aos santos padroeiros, ao Espírito Santo, à família, da Campanha da Fraternidade, do Sagrado Coração de Jesus, dos meses temáticos (mês vocacional, mês da Bíblia e mês missionário) e dos anos temáticos (Ano da Fé e Ano do Laicato), ou até mesmo uma música instrumental.


             O sacerdote beija o altar, como fez o início da Missa, e feita com os ministros a devida reverência, com eles se retira.


              Em atenção à pessoa do Presidente que representou o Cristo na Celebração, só devemos nos retirar do local após a saída do Sacerdote.


 


                                          Na Solenidade da imaculada Conceição de Nossa Senhora


8 de dezembro de 2004


Luiz Orlando de Almeida


Biografia


CURSO DE LITURGIA - Escola Mater Ecclesiae Dom Estevão Bittencourt, OSB

LITURGIA DO POVO DE DEUS - Dom Hildebrando P. Martins, OSB

A EUCARISTIA QUE CELEBRAMOS - Pe. Joviano de Lima Júnior, SSS

INSTRUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO - 2003

NOVAS MUDANÇAS NA MISSA - 2003 - Frei Alberto Beckhauser, OFM




 


4 - Notas sobre a Liturgia

 Há uma proibição explicita de se substituir o texto do hino do Glória por outro texto qualquer, pois estamos diante de um  venerável hino de louvor Santíssima Trindade, com caráter cristológico e pascal. Faz parte da antiga tradição da nossa Santa Igreja. O Ato Penitencial, o Creio, os cantos do Santo, Pai Nosso e Cordeiro de Deus seguem a mesma regra.


 O Salmo responsorial faz parte da celebração da Palavra de Deus. É como que mais uma leitura em forma de Salmo, Ele constitui uma resposta meditativa e orante à palavra que precedeu.


 Os fiéis não se reúnem para a leitura comunitária da Palavra de Deus, mas para ouví-la e responder a ela na celebração e na vida.


 Para proclamação da Palavra de Deus sempre se deve dar preferência ao livro em vez do folheto.


 Prevê-se que o livro dos Evangelhos(Evangeliário) seja levado solenemente em procissão na entrada da Missa e colocado sobre o o altar.


 Não deve haver intervenção na Oração Eucarística ( cantos, aclamações não previstas, louvores, etc.) nem mesmo do Presidente. A Oração Eucarística não deve ser pronunciada por um Diácono, por um seminarista ou leigo, por um só ou por todos os fiéis juntos, com exceção das respostas que são próprias de cada oração.


 Todos os ministros que levam algum objeto, como a cruz processional, os castiçais, o turíbulo, a naveta, o Evangeliário, ao chegarem ao altar, não fazem genuflexão, nem inclinação do corpo, mas uma simples inclinação de cabeça. O mesmo vale para os fiéis que levam as oferendas para o altar. Quem leva o Evangeliário sobre diretamente ao altar, sem fazer inclinação.


 O Sacerdote pode dar a paz aos ministros, mas sempre permanecendo ao âmbito do prebitério, para que não perturbe a celebração.


 O gesto de paz é facultativo.


 Convém que cada pessoa saúde somente aqueles que pode alcançar, sem sair do seu lugar.


 O chamado canto de paz, entre nós, não está previsto nas rubricas do Missal Romano.


 A aclamação após a Consagração, é dita de pé, pois se trata de uma profissão de fé, de um testemunho, de um anúncio do mistério pascal de Cristo.


 A Equipe de celebração entra junto com o Presidente na Procissão de Entrada, nela o leitor pode conduzir um pouco elevado o Evangeliário, não porém, o lecionário.


 O simples lecionário não é conduzido na procissão de entrada.


 Na Missa sem Diácono, a função de preparar o altar cabe ao acólito ou a outro ministro leigo.


 Se o número de fiéis que forem comungar for maior que o esperado, o Sacerdote pode chamar ministros extraordinários para ajudá-lo na distribuição da comunhão. Em caso de necessidade, o Sacerdote pode delegar fiéis idôneos para o caso particular.


 Do ambão são proferidas somentes as leituras e o salmo responsorial; também se podem proferir a homilia e as intenções da oração dos fiéis. A dignidade do ambão exige que a ele suba somente o ministro da palavra.


 Deverá haver um único ambão, ou seja, uma só mesa da Palavra de Deus. A tendência pe construí-lo do lado direito do Sacerdote. Trata-se de uma tendência não algo rígido. Do outro lado seria ocupado pelo comentarista, que não sobe no ambão, mas pode ter uma estante móvel.


 A cruz do Altar como uma cruz processional, sejam ornadas com a imagem de Cristo crucificado.


 Quanto à função de servir ao Sacerdote junto ao altar, observem-se as disposições emanadas pelo Bispo da diocese, que poderão ser meninos ou meninas, rapazes e moças, homens e mulheres.


 A homilia, via de regra, é proferida pelo próprio Sacerdote celebrante ou é por ele delegada a um Sacerdote concelebrante ou, ocasionalmente, a um Diácono, bispo ou presbítero; nunca, porém a um leigo ou seminarista.


 A purificação dos vasos sagrados, é restrita aos ministros ordenados e ao acólito do Sacerdote.


 Os MECEs, quando solicitados, não se aproximam do altar senão depois da comunhão do Sacerdote, e sempre recebem a âmbula da mão do Sacerdote.


 Os ministros leigos não são impedidos de buscar, se necessário, alguma âmbula no tabernáculo após a saudação da paz. Neste caso, os ministros depositam a âmbula sobre o altar e se retiram um pouco para o seu lugar.


 Os principais momentos de silêncio na Missa, com seu sentido são: no ato penitencial, no convite à oração feita pelo Sacerdote, depois da leituras, depois da homilia e depois da comunhão.


 Sobre a mesa do altar podem ser colocadas somente aquelas coisas que se requerem para a celebração da Missa.


 Durante a proclamação do Evangelho, os presentes voltam-se para o  ambão, manifestando uma especial reverência ao Evangelho de Cristo.


 Em dias mais solenes, podem ser usadas vestes sagradas festivas ou nobres, mesmo que não previstas pela Liturgia, portanto, suplementares.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Cantos - Missa de Crisma

 Entrada - Pai, a Igreja Vos Pede Só Isto / Senhor, Quem Entrará

Glória - Glória, Anjos no Céu

Aclamação ao Evangelho - Aleluia, é Nosso Canto / Como São Belos

Ofertório - Espírito Criador / Pão e Vinho

Comunhão - Ó Senhor, Tu me Ungiste na Fronte / Desamarrem as Sandálias

Final - Preenche meu Ser / Quem é Esta que Avança como Aurora

Cantos - Missa de 15 Anos

Entrada - Vamos, É Primavera / Eis-me Aqui, Senhor

Ato Penitencial - Perdão, Senhor, por Ter te Ofendido / Eu Confesso a Deus

Aclamação ao Evangelho - Aleluia, é Meu Grito / Aleluia, Quando Estamos Unidos

Ofertório - Eis a Minha Oferta / A Ti, meu Deus

Comunhão - Meu Cristo Feito Pão Nesta Mesa / Estás Entre Nós

Final - Estou Partindo / Estou Pensando em Deus 

Cantos - Celebração do Casamento na Missa

 Entrada - Não Sei se Descobriste a Encantadora Luz / Invocamos

Glória - Glória a Deus / Eu Louvarei

Aclamação ao Evangelho - A Vossa Palavra, Senhor / Luz para o Meu Caminho

Ofertório - Senhor, Nós te Ofertamos / Minha Vida Tem Sentido

Comunhão - Eis o Meu Corpo / Tu, Te Abeiraste da Praia

Final - Chegou a Nossa Vez / Oração pela Família

Cantos - Missa de Formatura

 Entrada - Vamos, É Primavera / Agora é Tempo de ser Igreja

Glória - Nós Te Glorificamos, ó Senhor / Glória ao Pai Criador

Aclamação ao Evangelho - Aleluia, é Meu Grito / Eu Vim Para Escutar

Ofertório - Eis a Minha Oferta / Daqui do Meu Lugar

Comunhão - Meu Cristo Feito Pão Nesta Mesa / Como és Lindo

Final - Estou Partindo / Tomo Posse

Cantos - Celebração da 1ª Eucaristia

 Entrada - Hoje é Festa Diferente / Reunidos Aqui

Ato Penitencial - Glória a Deus pelo Perdão / Quero Confessar (Kyrie) / Kyrie Eleison (Shalom)

Aclamação ao Evangelho - Bato Palmas de Alegria / Aleluia, Quando Estamos Unidos

Ofertório - Nós Somos uma Família / Meu Coração é Para Ti

Comunhão - É Esta a Ceia Pascal / Verbum Panis

Final - Meu Caminho eu Vou Seguir / Amar como Jesus Amou

Cantos - Tempo Comum (4ª parte)

 Entrada - A Certeza que Vive em Mim (Dia de Finados) / Canta, Meu Povo (Todos os Santos) / Bem-Aventurados (Todos os Santos) / A Morte Já Não Mata Mais (Dia de Finados) / Lugar de Adoração e Vida / Podes Reinar / Mestre, Onde Moras / Deus é Dez / Senhor, Quem Entrará / Alegres Vamos à Casa do Pai / Viva a Mãe de Deus e Nossa (Nossa Senhora Aparecida)

Ato Penitencial - Perdoa-Me

Glória - Glória a Deus nas Alturas

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - Aleluia, Quando Estamos Unidos / Aleluia, a Minh'Alma Abrirei

Ofertório - Um Coração Para Amar / Nossa Oferta de Amor / Os Olhos Jamais Contemplaram (Dia de Finados) / A Vida dos Justos (Todos os Santos) / Sobe a Jerusalém (Nossa Senhora Aparecida)

Santo - Santo, Santo É

Comunhão - Mesmo Sendo Deus / Um Só Corpo / Inigualável Comunhão / Majestosa Eucaristia / Como és Lindo / Eu Sou o Pão da Vida (Dia de Finados) / Feliz o Homem que Ama o Senhor (Todos os Santos) / Povo de Deus, foi Assim (Nossa Senhora Aparecida)

Final - Simplesmente Amar / Maria de Nazaré (Nossa Senhora Aparecida) / Porque Ele Vive (Dia de Finados) / Ladainha de Todos os Santos (Todos os Santos)

Cantos - Tempo Comum (3ª parte)

 Entrada - Subindo ao Monte Tabor (Transfiguração do Senhor) / Eis-me Aqui, Senhor / Maria da Assunção (Assunção de Nossa Senhora) / O Profeta

Ato Penitencial - Eu Confesso a Deus

Glória - Glória, Glória, Anjos do Céu / Glória a Deus nos Altos Céus

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - Buscai Primeiro o Reino de Deus

Ofertório - Bendito és Tu, ó Deus Criador / Queremos Oferecer / Muitos Grãos de Trigo / Os Dons que Trago Aqui / Mãos Abertas / Eu te Ofereço o Meu Viver / Cada Vez que eu Venho para Te Falar / Mestre (Transfiguração do Senhor) / É Grande o Senhor (Assunção de Nossa Senhora) / Diante do Altar

Comunhão - Desamarrem as Sandálias / Vejam, eu Andei pelas Vilas / Se Calarem a Voz dos Profetas

Final - DDD (Doidin de Deus) / Basta Querer / Noites Traiçoeiras / Força e Vitória

Cantos - Tempo Comum (2ª parte) e Pentecostes

 Tempo Comum:

Entrada - Derrama o Teu Amor Aqui / Vamos Celebrar / Coração Santo (Sagrado Coração de Jesus) / Viva João Batista (Natividade de São João Batista - Dia) / Tu És Pedro, Aleluia! (São Pedro e São Paulo - Vigília) / Canta, Meu Povo (São Pedro e São Paulo - Dia) / Vem e Segue-me (Natividade de São João Batista - Vigília) / Entremos com Grande Alegria (Santíssima Trindade) / Viva Cristo na Hóstia Sagrada / Povo Sacerdotal (Corpus Christi)

Ato Penitencial - Pelos Pecados / Senhor, Tende Piedade

Glória - Amados por Deus

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - Jesus, Príncipe da Paz / Santo Evangelho, Vamos Aclamar

Ofertório - Sabes, Senhor / A Liberdade Haverá / Trabalhar o Pão / Bendito Seja Deus Pai / Nossa Oferta de Amor / Em Teu Abraço / Lição de Amor / É Prova de Amor / Quem Nos Separará (São Pedro e São Paulo) / Bendito Seja Deus Pai (Natividade de São João Batista) / Diante do Altar / O Milagre da Partilha (Corpus Christi) / Ó Trindade Imensa e Una (Santíssima Trindade)

Santo - Hosana / Eu Celebrarei

Comunhão - Quando Teu Pai Revelou o Segredo a Maria / Toda Igreja Unida Celebra (São Pedro e São Paulo) / Venham Todos para a Ceia do Senhor / Graças e Louvores (Corpus Christi) / Ó Trindade, Vos Louvamos (Santíssima Trindade) / A Força da Eucaristia / Majestosa Eucaristia / Presença Real / Procuro Abrigo nos Corações / Rumo ao Altar / Vou Cantar Teu Amor / Tenho Sede

Final - Trindade Santa (Santíssima Trindade) / A Edificar a Igreja (São Pedro e São Paulo)

Pentecostes:

Entrada - Nós Estamos Aqui Reunidos / Chuva de Graça (Vigília); Deixa a Luz do Céu Entrar / Eu Navegarei / Incendeia Minha Alma / Eis-me Aqui, Senhor (Dia)

Acendimento do Círio - Derrama o Teu Amor Aqui

Aspersão - Vem, Ó Água Pura

Glória - Glória a Deus nas Alturas

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - o do dia, contido no Missal

Ofertório - Meu Coração é Para Ti

Comunhão - Conheço um Coração (Vigília); Cantar a Beleza da Vida (Dia)

Final - Quero Mergulhar nas Profundezas

Cantos - Tempo Comum (1ª parte)

 Entrada - Toda a Terra te Adore / O Senhor Necessitou de Braços / Com a Igreja Subiremos / Dia de Festa / Reunidos Aqui / Hoje é Tempo de Louvar a Deus / Vem, Vem Louvar / Invocamos / Anjos de Deus / Eis-me Aqui, Senhor / Te Amarei, Senhor

Ato Penitencial - Senhor, Que Vieste Salvar / Kyrie Eleison (JMJ)

Glória - Glória ao Pai Criador / Glória, Glória, Aleluia / Eu Louvarei / Eu Canto Glória a Deus

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - Aleluia, Quando Estamos Unidos / Luz para o Meu Caminho / Eu Vim Para Escutar / Como São Belos / Aleluia, a Minh'Alma Abrirei

Ofertório - Meu Coração é Para Ti / Um Coração Para Amar / Minha Vida Tem Sentido / A Ti, Meu Deus / Daqui do Meu Lugar / Pão e Vinho / Venho, Senhor, Minha Vida Oferecer

Comunhão - Estás Entre Nós / Corpo Santo / Como és Lindo / Desamarrem as Sandálias / A Barca / Cantar a Beleza da Vida / Pão da Vida

Final - Amar Como Jesus Amou / Obrigado, Senhor / Tomo Posse / Estou Pensando em Deus / Utopia / Oração de São Francisco / Sou um Milagre / Seja Luz / Há um Barco Esquecido na Praia / Vou Evangelizar

Cantos - Vigília e Tempo Pascal

 Entrada - O Senhor Ressurgiu / Celebrai / Porque Ele Vive / Ressuscitou

Aspersão - És Água Viva / Banhados em Cristo / Eu Quero um Rio / Batiza-me, Senhor / Derrama o Teu Amor Aqui / Chuva de Graça

Glória - Glória a Deus nas Alturas

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - o do dia, contido no Missal

Ofertório - Bendito Sejas, ó Rei da Glória / Em Procissão Vão o Pão e o Vinho / Eu Creio num Mundo Novo / Ofertamos ao Senhor um Mundo Novo

Santo - Eu Celebrarei / Hosana / Santo dos Anjos / Santo, Santo É

Comunhão - Tu Nos Atraíste / Antes da Morte e Ressurreição / Verbum Panis / Esposo Ressuscitado

Final - Ressuscitou

Cantos - Ceia e Paixão do Senhor

 Quinta-feira Santa:

Entrada - Quanto a Nós, Devemos Gloriar-nos na Cruz

Ato Penitencial - Perdoa-Me (Shalom)

Glória - Glória a Deus nos Altos Céus / Glória, Glória, Anjos do Céu

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - Eu Vos Dou um Novo Mandamento

Lava-Pés - Jesus, Erguendo-se da Ceia

Ofertório - Daqui do Meu Lugar / Lição de Amor / É Prova de Amor

Santo - letra do Missal ou da CNBB

Comunhão - Tomai, Comei

Transladação do Santíssimo - Vamos Todos Louvar Juntos

Sexta-feira Santa:

Aclamação ao Evangelho - Salve, ó Cristo Obediente

Adoração da Cruz - Vitória, tu Reinarás / Um Certo Galileu

Comunhão - Prova de Amor Maior Não Há

Procissão do Senhor Morto:

Na Rua - Ninguém Te Ama como Eu / Estás Entre Nós / Teu Sou / Te Amarei, Senhor / O Povo de Deus / Imaculada, Maria de Deus

Na Igreja - Incendeia Minha Alma

Cantos - Tempo da Quaresma

 Entrada - Eis o Tempo de Conversão / Volta, Meu Povo, ao Teu Senhor / Senhor, Eis Aqui o Teu Povo / Hosana Hei / Os Filhos dos Hebreus

Ato Penitencial - Coração Inquieto / Renova-Me / Misericórdia, Senhor, Misericórdia / Perdão, Senhor / Senhor, Que Vieste Salvar / Kyrie Eleison / Muito Perdoais

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - o do dia, contido no Missal

Imposição das Cinzas - Pecador, Agora é Tempo

Ofertório - Todo Povo Sofredor / Sê Bendito / Recebe, Deus Amigo / Bendito és Tu, ó Deus Criador / Este Pranto em Minhas Mãos

Santo - letra do Missal ou da CNBB

Comunhão - Agora o Tempo se Cumpriu / Reconciliai-vos com Deus / Nós Vivemos de Toda Palavra / Com Amor Eterno eu Te Amei / Vem, eu Mostrarei / Vem, meu Povo, ao Banquete da Vida / Eu Vim Para Que Todos Tenham Vida

Final - hino da CF

Cantos - Tempo do Natal

 Entrada - Vinde, Cristãos (Noite) / É Natal (Dia) / Olhando a Sagrada Família (Sagrada Família) / Tu És a Glória de Jerusalém (Maria, Mãe de Deus) / Eis que Veio o Senhor dos Senhores (Epifania do Senhor) / Nas Águas do Jordão Mergulhados (Batismo do Senhor)

Ato Penitencial - Eu Canto a Alegria, Senhor / Senhor, que Sois o Caminho

Glória - Shalom

Salmo Responsorial - o do dia, contido no Missal

Aclamação ao Evangelho - o do dia, contido no Missal

Ofertório - Pão e Vinho / Cristãos, Vinde Todos / Sobe a Jerusalém / Trazemos a Mesa Santa / Nas Terras do Oriente / É Grande o Senhor

Santo - letra do Missal ou da CNBB

Comunhão - Deus nos Espera em Belém / Verbum Panis / Quando Teu Pai Revelou o Segredo a Maria / Povo de Deus, foi Assim

Final - Noite Feliz / Parabéns pra Jesus

Cantos - Tempo do Advento

 Entrada - Ouve-se na Terra um Grito / Senhor, Vem Salvar Teu Povo / Vigia Esperando a Aurora / Das Alturas Orvalhem os Céus

Imaculada, Maria de Deus / De Alegria Vibrei no Senhor (Imaculada Conceição)

Ato Penitencial - Quero Confessar (Kyrie)

Salmo Responsorial - o do dia, no Missal

Aclamação ao Evangelho - o do dia, no Missal

Ofertório - A Nossa Oferta Apresentamos / Pão e Vinho Apresentamos com Louvor / A Mesa Santa que Preparamos / Estar em Tuas Mãos / As Nossas Mãos se Abrem / Muito Suspira Por Ti / Preparo Esta Mesa / Do Céu Vai Descer o Cordeiro / Ofertas Singelas 

Sobe a Jerusalém / É Grande o Senhor (Imaculada Conceição)

Santo - letra do Missal ou da CNBB

Comunhão - As Colinas Vão Ser Abaixadas / Convertei-nos, Senhor Deus do Mundo Inteiro / Vigiai, Vigiai, eu Vos Digo 

Maria de Deus, Senhora da Paz / Quando Teu Pai Revelou o Segredo a Maria / Povo de Deus, foi Assim (Imaculada Conceição)

Final - Que Santidade de Vida / Jesus Cristo, Estou Aqui 

Consagração a Nossa Senhora / Maria de Nazaré / Maria de Minha Infância / A Escolhida / Mãezinha do Céu / Maria Passa na Frente / Pelas Estradas da Vida (Imaculada Conceição)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Trinchar ou destrinchar o frango?

 “A carne está pela hora da morte”, reclamou a freguesa do supermercado. Atento, o vendedor lhe apresentou alternativa: “Compre frango. Está mais barato”. Ela agradeceu a sugestão. Em casa, não deixou a peteca cair. Caprichou no tempero e na apresentação. Ao servir a delícia, perguntou ao marido:


— Você pode destrinchar o frango?


Ele engoliu em seco. Tossiu levemente. Olhou pros filhos sem pressa. Por fim, delicado, fez a correção:


— Não posso destrinchar. Mas posso trinchar.


E pôs mãos à obra. Sem pressa, cortou a carne em pedaços. Arrumou-os na travessa. Depois serviu. Quem ganhou a primeira porção? Ela, claro. A cozinheira nota 10.


A diferença


Trinchar é cortar em pedaços ou fatias, retalhar ou dividir de modo engenhoso a carne servida à mesa. Destrinchar (ou destrinçar) não tem nada a ver com gulas, fomes e sedes. Quer dizer esmiuçar, particularizar, resolver nos detalhes: Depois do debate, o comentarista destrinchou o assunto com competência. Quem consegue destrinchar o horror do Rio? Técnicos tentam, mas não conseguem destrinchar as causas que levaram ao fracasso da Seleção brasileira na Copa do Brasil. Você consegue?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Reitor pode ser Vossa Excelência?

 DICAS DE PORTUGUÊS

Dentre a grande quantidade de pronomes de tratamento que a língua portuguesa nos faculta cabe citar alguns para esclarecer pequenos equívocos. Pronomes de tratamento são utilizados como alternativas aos pronomes pessoais em linguagens mais técnicas e formais, costumam ser empregados em comunicações formais, mas também podem ser utilizados em conversas informais, com menor frequência.


Apesar de utilizados para indicar o interlocutor (ou seja, a segunda pessoa), os pronomes de tratamento devem ser conjugados com verbos na terceira pessoa.


Por exemplo: “Você pode me emprestar o seu celular?” (correto) / “Você pode me emprestar o teu celular?” (errado).


 


Em muitas regiões do Brasil, o “você” (abreviação de Vossa Mercê, Vossemecê e Vosmecê) é utilizado como pronome pessoal, em substituição ao “tu”. No entanto, gramaticalmente o “você” deve ser classificado como um pronome de tratamento, e a sua conjugação deve ser feita a partir da 3º pessoa.


Existem diversos tipos de pronomes de tratamento, que devem ser utilizados de acordo com o contexto adequado, a profissão ou o nível de autoridade do interlocutor.


Entre os principais pronomes de tratamento, destacam-se os seguintes, com seu respectivo interlocutor e abreviatura:


Você: costuma ser utilizado em comunicações mais informais. No Brasil, o “você” ainda é considerado uma substituição do pronome pessoal “tu”.

Senhor / Senhora (Sr. / Srª): pronome de tratamento utilizado com pessoas desconhecidas e quando há um nível de formalidade na relação.

Vossa Senhoria (V.S.ª): utilizado para funcionários graduados

Vossa Excelência (V. Ex.ª): utilizado para altas autoridades e oficiais-generais

Vossa Majestade (V. M.): utilizado para reis e imperadores

Vossa Alteza (V. A.): utilizado para príncipes e duques

Vossa Magnificência (V. Mag.ª): utilizado para reitores de universidades

Vossa Santidade (V. S.): utilizado para o Papa e o Dalai Lama

Vossa Reverendíssima (V. Rev.ª): utilizado para sacerdotes em geral.

Vossa Eminência: (V. Em.ª): utilizado para cardeais


 


Vossa Magnificência (abrev. V. Maga.) para tratar os reitores das universidades. É assim que os manuais ensinam. Nada contra a fórmula – a não ser que é empolada, difícil de escrever e pronunciar e em desuso, por sua abreviatura engraçada.


Nas gramáticas mais antigas não há referência à figura do reitor. As listas de pronomes de tratamento, até a década de 1960, dedicavam maior preocupação às autoridades religiosas: iam alfabeticamente de abade, abadessa, arquiduque, freira, patriarca, prior, tenente-coronel, até o v de vereador. Nos anos 70, nova hierarquia se estabelece. Em termos de cerimonial, segue-se o Decreto 70.274/72, assinado pelo presidente Emílio G. Médici, que coloca os reitores das universidades federais numa graduação acima dos reitores das estaduais. Os livros de gramática, de qualquer modo, não faziam e não fazem distinção: o pronome é “Vossa Magnificência”; o vocativo, “Magnífico”.


Contudo, em virtude da propagação das instituições de ensino superior, vem caindo em desuso esse tratamento demasiadamente cerimonioso, e também porque já não existe um distanciamento tão grande entre a pessoa do reitor, o corpo docente, os alunos e a comunidade em geral. Entrou nos costumes e é, pois, perfeitamente aceita hoje em dia a fórmula Vossa Excelência (abreviada V. Exa.) para tratar os reitores. A invocação, neste caso, pode ser simplesmente Senhor Reitor.

Cantos para a Quaresma 2017 - Arquidiocese da Paraíba

 Coordenação de Pastoral - Equipe Arquidiocesana de Liturgia

Cantos Processionais (Entrada)

1 - Eis o Tempo de Conversão (3º, 4º e 5º Domingos)

Eis o tempo de conversão

Eis o dia da salvação

Ao Pai voltemos, juntos andemos

Eis o tempo de conversão!


Os caminhos do Senhor

São verdade, são amor

Dirigi os passos meus

Em vós espero, oh Senhor!


Ele guia ao bom caminho

Quem errou e quer voltar

Ele é bom, fiel e justo

Ele busca e vem salvar


Viverei com o Senhor

Ele é o meu sustento

Eu confio, mesmo quando

Minha dor não mais aguento


Tem valor aos olhos Seus

Meu sofrer e meu morrer

Libertai o vosso servo

E fazei-o reviver!

(Repete refrão)

2 - Senhor, Eis Aqui o Teu Povo (1º e 2º Domingos)

Senhor, eis aqui o teu povo que vem implorar teu perdão

É grande o nosso pecado, porém é maior o teu coração


Sabendo que acolheste Zaqueu, o cobrador

E assim lhe devolveste tua paz e teu amor

Também, nos colocamos ao lado dos que vão

Buscar no teu altar a graça do perdão


Revendo em Madalena a nossa própria fé

Chorando nossas penas diante dos teus pés

Também, nós desejamos o nosso amor te dar

Porque só muito amor nos pode libertar

(Repete refrão)

3 - Volta, Meu Povo, ao Teu Senhor (Quarta-feira de Cinzas)

Volta, meu povo, ao teu Senhor

E exultará teu coração

Ele será teu condutor

Tua esperança de salvação!

Tua esperança de salvação!


Se confessas teu pecado

Ele é justo e compassivo

Cantarás purificado

Os louvores do Deus vivo


Nossas vidas tão dispersas

Nosso Deus as juntará!

E seremos novo povo

Ele nos renovará!


Se voltares ao Senhor

Ele a ti se voltará!

Pois imenso é seu amor

E jamais se acabará!

4 - Quanto a Nós (Quinta-feira Santa)

Quanto a nós devemos, gloriar-nos na cruz

De nosso Senhor Jesus Cristo

Que é nossa salvação, nossa vida


Nossa esperança de ressurreição

E, pelo qual fomos salvos e libertos


Esta é a noite da ceia pascal

A ceia em que o nosso Cordeiro se imolou


Esta é a noite da ceia do amor

A ceia em que Jesus por nós se entregou


Esta é a ceia da nova aliança

A aliança confirmada no sangue do Senhor

Cantos para Aclamação ao Evangelho

5 - Louvor e Glória a Ti

Louvor e glória a ti, Senhor

Cristo, palavra de Deus!

Cristo, palavra de Deus!


Oxalá ouvísseis hoje sua voz

Não fecheis os vossos corações


O Homem não vive somente de pão

Mas de toda palavra da boca de Deus!

6 - Eu Vim Para Escutar

Eu vim para escutar

Tua palavra, tua palavra

Tua palavra de amor


Eu gosto de escutar

Tua palavra, tua palavra

Tua palavra de amor


Eu quero entender melhor

Tua palavra, tua palavra

Tua palavra de amor


O mundo ainda vai viver

Tua palavra, tua palavra

Tua palavra de amor

7 - Palavra de Salvação

Palavra de salvação somente o céu tem pra dar

Por isso meu coração se abre para escutar


Por mais difícil que seja seguir

Tua palavra queremos ouvir

Por mais difícil de se praticar

Tua palavra queremos guardar


Com Simão Pedro diremos também

Que não é fácil dizer sempre amém

Mas não há outro na Terra e no céu

Mais companheiro, mais santo e fiel

8 - Salve, ó Cristo Obediente (Domingo de Ramos)

Salve, ó cristo obediente!

Salve, amor onipotente,

Que te entregou à cruz

E te recebeu na luz!


O Cristo obedeceu até a morte,

Humilhou-se e obedeceu o bom jesus,

Humilhou-se e obedeceu, sereno e forte,

Humilhou-se e obedeceu até a cruz.


Por isso o pai do céu o exaltou,

Exaltou-o e lhe deu um grande nome,

Exaltou-o e lhe deu poder e glória,

Diante deles céus e terra se ajoelhem!

Cantos para Preparação das Oferendas (Ofertório)

9 - Todo Povo Sofredor

Todo povo sofredor

O seu pranto esquecerá

Pois o que plantou na dor

Na alegria colherá!


Retornar do cativeiro,

Fez-se sonho verdadeiro,

Sonho de libertação.

Ao voltarem os exilados,

Deus trazendo os deportados,

Libertados pra Sião!


Nós ficamos tão felizes,

Nossa boca foi sorrisos,

Nossos lábios só canções!

Nós vibramos de alegria

"O Senhor fez maravilhas",

publicaram as nações!


Ó Senhor, Deus poderoso,

Não esqueçais o vosso povo

A sofrer na escravidão.

Nos livrai do cativeiro,

Qual chuvada de janeiro

Alagando o sertão.


Semeando na agonia,

Espalhando cada dia

A semente do amanhã

A colheita é uma alegria,

Muito canto e euforia

É fartura, é Canaã.

10 - Bendito és Tu, ó Deus Criador

Bendito és tu, ó Deus criador

Revestes o mundo da mais fina flor

Restauras o fraco que a ti se confia

E junto aos irmãos, em paz, o envias


Ó, Deus do universo, és Pai e Senhor

Por tua bondade recebe o louvor!


Bendito és tu, ó Deus Criador

Por quem Aprendeu o gesto de amor

Colher a fartura e ter a beleza

De ser a partilha dos frutos na mesa!


Bendito és tu, ó Deus criador

Fecundas a terra com vida e amor!

A quem guardava um canto de festa

A mesa promete eterna seresta!

11 - Sê Bendito, Senhor

Sê bendito, Senhor, para sempre

Pelos frutos das nossas jornadas!

Repartidos na mesa do reino

Anunciam a paz almejada!


Senhor da vida

Tu és a nossa salvação!

Ao prepararmos a tua mesa

Em ti buscamos ressurreição!


Sê bendito, Senhor, para sempre

Pelos mares, os rios e as fontes!

Nos recordam a tua justiça

Que nos leva a um novo horizonte!


Senhor da vida

Tu és a nossa salvação!

Ao prepararmos a tua mesa

Em ti buscamos ressurreição!


Sê bendito, Senhor, para sempre

Pelas bênçãos qual chuva torrente!

Tu fecundas o chão desta vida

Que abriga uma nova semente


Senhor da vida

Tu és a nossa salvação!

Ao prepararmos a tua mesa

Em ti buscamos ressurreição!

12 - Daqui do Meu Lugar (Quinta-feira Santa)

Daqui do meu lugar, eu olho teu altar,

E fico a imaginar aquele pão, aquela refeição.

Partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos,

Criaste a religião do pão do céu, do pão que vem do céu.

Somos a Igreja do pão,

Do pão repartido e do abraço e da paz. (bis)

Daqui do meu lugar,

Eu olho o teu altar,

E fico a imaginar aquela paz, aquela comunhão,

Viveste aquela paz,

E a deste aos teus irmãos;

Criaste a religião do pão da paz, da paz que vem do céu.

Somos a Igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão. (bis)

Cantos para Comunhão

13 - Vem, meu Povo, ao Banquete da Vida

Quarta-feira de Cinzas - Convite

Vem, meu povo, ao banquete da vida

Nesta mesa eu irei te ensinar

O jejum que me agrada é a partilha

A oração que prefiro é amar


Ó Senhor, como é bom ser teu povo!

Ser Igreja e viver como irmãos!

Pelo amor que nos tens eu te louvo

Por te dares a nós neste pão!

1º domingo - Tentações

Se desejas sentir já bem perto

Nova Páscoa da libertação

Vem primeiro comigo ao deserto

Do silêncio e da contemplação

2º domingo - Transfiguração

Se o pecado e o mal desfiguram

Se te assustam a dor e a cruz

Minha graça e perdão transfiguram

Na Palavra terás nova luz

3º domingo - Mulher Samaritana

Se o cansaço da vida te invade

Quando a sede de amor te atingir

Eu serei aconchego e amizade

Junto à fonte, esperando por ti

4º domingo - Cura do cego

Sou Pastor que te dá segurança

Que teus tímidos passos conduz

Abre os olhos, desperta! Levanta!

Persevera nas obras da luz!

5º domingo - Ressurreição de Lázaro

Toda a morte eu transformo em semente

Das amarras eu vim libertar

Junto a mim viverás plenamente

E feliz poderás caminhar

14 - Reconciliai-vos com Deus

Refrão: reconciliai-vos com deus

Em nome de cristo rogamos,

Que não recebais em vão

Sua graça, seu perdão;

Eis o tempo favorável,

O dia da salvação!


1a. quem tem sede venha à fonte,

Quem tem fome, venha à mesa,

Vinho, trigo, leite e mel

Comereis, manjar do céu!


B. vinde, vinde, e se me ouvirdes,

Vida nova vivereis,

Aliança nós faremos,

Minhas promessas cumprirei!


2a. um sinal de vós farei,

Das nações sereis o guia,

Chamareis os que estão longe

E virão todos um dia.


B. ao senhor vinde e buscai,

Pois se deixa encontrar,

Ao senhor vinde, invocai,

Pois tão perto ele está!


3a. o mau, deixe sua maldade,

Pecador, deixe seus planos,

Ao senhor volte e verá

O perdão de seus enganos


B. meu pensar não é o vosso,

Vosso agir não é o meu,

Tão distantes um do outro,

Quanto a terra está do céu!


4a. como a chuva cai do céu

E não volta sem molhar,

Sem encher de vida o chão,

Sem nos dar o trigo e o pão.


B. assim faz minha palavra,

Nunca volta a mim em vão,

Sem fazer minha vontade,

Sem cumprir sua missão!

15 - Nós Vivemos de Toda a Palavra

Nós vivemos de toda palavra

Que procede da boca de Deus

A palavra de vida e verdade

Que sacia a humanidade

Quarta-feira de Cinzas - Convite

Impelidos ao deserto

Retomamos a estrada

Que conduz ao paraíso

Nossa vida e morada

1º domingo - Tentações

As prisões da humanidade

Assumidas pelo Cristo

São lugares de vitória

Ele veio para isto!

2º domingo - Transfiguração

O Senhor nos deu exemplo

Ao vencer a noite escura

Superou a dor do mundo

Renovando as criaturas

3º domingo - Mulher Samaritana

Progredimos nesse tempo

Conhecendo o Messias

Ele veio para todos

Alegrando nossos dias

4º domingo - Cura do cego

Celebramos a memória

Do amor que ao mundo veio

Junto dele venceremos

O inimigo verdadeiro

5º domingo - Ressurreição de Lázaro

Contemplamos nossa terra

Em mistério fecundada

Flor e fruto são promessas

Ao findar a madrugada

16 - Eu Vim Para Que Todos Tenham Vida (Domingo de Ramos)

Eu vim para que todos tenham vida

Que todos tenham vida plenamente

Eu vim para que todos tenham vida

Que todos tenham vida plenamente


Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor

Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão

Onde está o teu irmão, eu estou presente nele


Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males

Hoje és minha presença junto a todo sofredor

Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele


Entreguei a minha vida pela salvação de todos

Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes

Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele



Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido

Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança

Onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele


17 - Tomai, Comei (Quinta-feira Santa)

Eu quis comer esta ceia agora

Pois vou morrer, já chegou minha hora


Comei o pão, é meu corpo imolado por vós

Perdão para todo o pecado


E vai, nascer do meu sangue a esperança

O amor, a paz, uma nova aliança


Vou, partir deixo o meu testamento

Vivei, no amor, eis o meu mandamento


Irei, ao Pai, sinto a vossa tristeza, porém no céu vos preparo outra mesa


De Deus virá o Espírito Santo

Que vou mandar pra enxugar vosso pranto

Louvor Final

Hino da Campanha da Fraternidade 2017

Louvado Seja, ó Senhor, pela Mãe terra

Que nos acolhe, nos alegra e dá o pão

Queremos ser os teus parceiros na tarefa

De cultivar o bem guardar a criação


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)


Vendo a riqueza dos biomas que criaste

Feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!

E pra cuidar a tua obra nos chamaste

A preservar e cultivar tão grande dom


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)


Por toda a costa do país espalhas vida

São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal

Negros e Índios, camponeses: gente linda

Lutando juntos por um mundo mais igual


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)


Senhor, agora nos conduzes ao deserto

E, então nos falar, com carinho ao coração

Pra nos mostrar que somos povos tão diversos

Mas um só Deus nos faz pulsar o coração


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)


Se contemplamos essa mãe com reverência

Não com olhares de ganância ou ambição

O consumismo, o desperdício, a indiferença

Se tornam luta, compromisso e proteção


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)


Que entre nós cresça uma nova ecologia

Onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim

Possam cantar na mais perfeita sinfonia

Ao Criador que faz da terra o seu jardim


Da Amazônia até os Pampas

Do cerrado aos manguezais

Chegue a ti o nosso canto

Pela vida e pela paz (2X)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

2016 - North Shopping Sobral: Horários de funcionamento

 Horários especiais - Outubro

Domingo - Eleições 2016: 02.10

Lojas e quiosques - 13h às 21h

Lojas Americanas - 13h às 21h

Alimentação - 12h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Quarta-feira - Dia das Crianças e Nossa Senhora Aparecida: 12.10

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Segunda-feira - Dia do Comerciário: 24.10

Lojas e quiosques - Fechados

Lojas Americanas - Fechada

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Serviços:

Lotérica - 10h às 20h

Bancos - 10h às 16h

Correios - 10h às 18h

Cartório - 10h às 17h

Faculdade - 10h às 23h

Consultórios - 10h às 21h

Escritórios - 10h às 20h

Salão de beleza - 10h às 19h

Laboratório - 10h às 18h

Terça todo o shopping funciona em horário normal

Domingo - 2º Turno das Eleições: 30.10

Lojas e quiosques - 13h às 21h

Lojas Americanas - 13h às 21h

Alimentação - 12h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Horários especiais - Novembro

Quarta-feira - Finados: 02.11

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Terça-feira - Proclamação da República: 15.11

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Horário especial - Setembro

Quarta-feira - Independência do Brasil: 07.09

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

Horário especial - Natal

Sábado - Véspera de Natal: 24.12

Lojas e quiosques - 09h às 19h

Lojas Americanas - 09h às 19h

Alimentação - 10h às 19h

Cinema - Fechado

Academia - 09h às 15h

Domingo - Dia de Natal: 25.12

Lojas e quiosques - Fechados

Lojas Americanas - Fechada

Alimentação - 12h às 22h (facultativo)

Cinema - 13h às 22h

Academia - Fechada

Segunda todo o shopping funciona em horário normal

Horários especiais - Ano Novo

Sábado - Réveillon: 31.12

Lojas e quiosques - 09h às 19h

Lojas Americanas - 09h às 19h

Alimentação - 10h às 19h

Cinema - Fechado

Academia - 09h às 15h

Domingo - Confraternização Universal: 01.01

Lojas e quiosques - Fechados

Lojas Americanas - Fechada

Alimentação - 12h às 22h (facultativo)

Cinema - 13h às 22h

Academia - Fechada

Segunda todo o shopping funciona em horário normal

Horários especiais - Carnaval

Sábado - 06.02

Shopping aberto normalmente

Domingo e segunda - 07.02

Shopping aberto a partir do meio-dia

Terça - 08.02

Shopping fechado, exceto cinema

Quarta-feira de Cinzas - 09.02

Shopping aberto a partir do meio-dia

Horários especiais - Semana Santa

Quinta-feira Santa - 24.03

Shopping aberto normalmente

Sexta-feira da Paixão - 25.03

Shopping fechado, exceto cinema

Sábado de Aleluia - 26.03

Shopping aberto normalmente

Domingo de Páscoa - 27.03

Shopping aberto a partir do meio-dia

Horários especiais - Maio

Domingo - Dia do Trabalho: 01.05

Lojas e quiosques - Fechados

Lojas Americanas - Fechada

Alimentação - 12h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - Fechada

Segunda todo o shopping funciona em horário normal

Quinta - Corpus Christi: 26.05

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 10h às 22h

Cinema - 10h às 22h

Academia - 09h às 15h

Horários especiais - Abril

Quinta - Tiradentes: 21.04

Lojas e quiosques - 10h às 22h

Lojas Americanas - 10h às 22h

Alimentação - 12h às 22h

Cinema - 13h às 22h

Academia - 09h às 15h

sábado, 30 de janeiro de 2021

Senhora do Destino - Abertura e ficha técnica (Globo Internacional)

A abertura da novela se dava ao som de Encontros e Despedidas (composição de Milton Nascimento e Fernando Brant, interpretada por Maria Rita), mostrando fotos de pessoas, sendo que as fotos coloridas eram dos atores da novela enquanto as em preto-e-branco eram de anônimos.


Veja a abertura de SENHORA DO DESTINO


Uma novela de Aguinaldo Silva

Colaboração: Filipe Miguez, Gloria Barreto, Maria Elisa Berredo e Nelson Nadotti

Supervisão de texto: Gilberto Braga

Direção: Luciano Sabino, Marco Rodrigo, Cláudio Boeckel e Ary Coslov

Direção-geral: Wolf Maya

Direção núcleo: Wolf Maya


ELENCO:

Susana Vieira – Maria do Carmo Ferreira Da Silva

Renata Sorrah – Nazaré Tedesco

Carolina Dieckmann – Isabel / Lindalva

José Wilker – Giovanni Improta

José Mayer – Dirceu de Castro

Eduardo Moscovis – Reginaldo

Letícia Spiller – Viviane

Leonardo Vieira – Leandro

Marcello Antony – Viriato

Dan Stulbach – Edgard Legrand

Leandra Leal – Maria Cláudia

Débora Falabella – Maria Eduarda

Raul Cortez – Pedro Correia De Andrade E Couto (Barão De Bonsucesso)

Glória Menezes – Baronesa Laura

Marília Gabriela – Guilhermina

Wolf Maya – Leonardo

Ângela Vieira – Gisela

José de Abreu – Josivaldo

Dado Dolabella – Plínio

Carol Castro – Angélica

Helena Ranaldi – Yara Steiner

Nelson Xavier – Sebastião

Mara Manzan – Janice

Adriana Lessa – Rita De Cássia

Nuno Mello – Constantino

Roney Marruda – Cigano

Thiago Fragoso – Alberto

Flávio Migliaccio – Jacques

Elizângela – Djenane

Malu Valle – Shirley

Yoná Magalhães – Flaviana

Mylla Christie – Eleonora

Bárbara Borges – Jenifer

Heitor Martinez – João Emanuel

Maria Maya – Regininha

Ludmila Dayer – Danielle

André Gonçalves – Venâncio

Tânia Khalil – Nalva

Mário Frias – Thomas Jeferson

Leonardo Miggiorin – Shao Lin (Políbio)

Jéssica Sodré – Leidi Daiane

Agles Steib – Maikel Jecson

Luiz Henrique Nogueira – Ubiracy

Ítalo Rossi – Alfred

Felipe Camargo – Edmundo

André Mattos – Madruga

Gottscha – Crescilda

Stella Freitas – Cícera

Cristina Mullins – Aurélia

Reynaldo Gonzaga – Rodolfo

Silvia Salgado – Aretuza

Cristina Galvão – Jandira

Xandó Graça – Merival

Thadeu Matos – Bruno

Marcela Barrozo – Bianca

Leonardo Carvalho – Gato

Juliana Diniz – Larissa

Catarina Abdalla – Jurema

Roberto Lopes – Delegado Aberaldo Paredes

Guida Viana – Fausta

Naura Schneider – Elisa

Eduardo Fraga – Ubaldo

Elísio Lage – Elias

Marco Villela – Turcão

Fábio Maltez – Scarface

Marcelo Escorel – Ciro


1ª semana:

Carolina Dieckmann – Maria Do Carmo

Adriana Esteves – Nazaré/ Lourdes

Gabriel Braga Nunes – Dirceu

Marília Gabriela – Josefa Magalhães Duarte Pinto

Luís Carlos Vasconcelos – Sebastião

Tarcísio Filho – José Carlos Tedesco

Tônia Carrero – Berthe Legrand

Fábio Ferrer – Giovanni Improta

Lucielly Di Camargo – Djenane

Maria Amélia Brito – Laura

Manoel Candeias – Josivaldo

Werner Schünemann – Comandante Saraiva

Jonas Bloch – Inspetor Boegel

Cláudio Corrêa e Castro – Afonso

Emiliano Queiróz – Padre Léo

Rogério Fróes – General Bandeira

André Valli – Porteiro Do Diário De Notícias

Ruth De Souza – Marina

Neuza Amaral – Dona Mena

Ilva Niño – Dona Bil

Maria Gladys – Dona Mimin

Paulo Reis – Policial

Rodrigo Hilbert – Rudi

Luiz Magnelli – Vital


As crianças:

Miguel Rômulo – Reginaldo

Marcelo Max – Viriato

Ramon Motta – Leandro

Cássio Ramos – Plínio


E ainda:

Alexandre Barilari – Dr. Fábio

Alexandre Moreno – Seboso

Alexandre Zacchia – Pezão

Ana Paula Botelho – Recepcionista de motel

Ana Rosa – Belmira

Aracy Cardoso – Mãe De Leila

Beatriz Lyra – Enfermeira

Bianca Comparato – Helen

Carlos Bonow – Amante De Nazaré

Carlos Vieira – Moura

Chaguinha – Porteiro

Cristina Ferro – Shirlêi

Daniel Boaventura – Apresentador De Tv

Daniel Zubrinsky – Napa

Delano Avelar – Paulo Henrique

Derlan Henrique – Lolo

Élcio Romar – Dono do motel onde Leila morreu

Fabiana Meyreles – Clara

Felipe Cardoso – Garçom Do Monsieur Vatel

Fernanda Lobo – Enfermeira

Filippo Coelho

Flávio Galvão – Jorge Maciel (Advogado De Guilhermina)

Guilherme Duarte – Jacaré (Da Turma De Shao Lin)

Gustavo Moraes – Zé Luis (Frentista)

Hamilton Ricardo – Valdir (Motorista De Giovanni)

Isabela Lobato – Ariela (Colega De Crescilda)

Ivân Candido – Detetive

Jacqueline Laurence – Evangelina

Jayme Periard – Dr. Marcos

Joana Lener – Martinha

João Signorelli – Raptor De Maria Eduarda

José Afonso – Matusalém

José Augusto Branco – Médico De Isabel

Laura Proença – Dora

Leandro Rib



Cenografia: May Martins, Cristina De Lamare, Érika Lovise, Keller Veiga e Monica Aurenção

Cenógrafos assistentes: Altamir Júnior, Cleonice Megale, Cristina Crizel, Diana Domingues, Eduardo Pimentel, Jussara Pascoal, Liane Uderman, Luiz Cláudio Velho, Márcia Bezerra de Mello, Márcia Inoue, Murilo Esteves, Paula de Oliveira Camargo, Regina Valentino e Silvana Machado

Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado

Figurinistas assistentes: Daniella Christino, Giovani Targa, Maruja Girelli e Renaldo Machado

Equipe de apoio ao figurino: Solange Queiroz, Waldeci Alves, Elijanite Marinho, Ilza Gomes, Nilza Rodrigues, Suely Mattos, Deivid Vieira, Genilton Domingos, Jorge Fernando Bernardo, Luciano Damasceno, Walmir Ferreira e Marinete Dias

Direção de fotografia: José Tadeu

Direção de iluminação: Jorge Valério, Flávio Casesque e Afrânio Marinho

Equipe de iluminação: Gustavo Pereira Amaral, Sidnei Meirelles Cussa, Marcos Antonio Costa dos Reis, Jose Prates da Silva, Almir de Souza Cansanção, Erich R. de Araújo, Walter Fernandes de Aguiar, Roberto Soares do Nascimento, Humberto Vicente Correia, Jorgival Luz de Eça, Valci de Souza, Antonio Benedito Pereira, Feliciano Silva dos Santos, Anselmo Marinho, Valdir Cardoso e Marcelo Pereira de Oliveira

Direção de arte: Mario Monteiro

Produção de arte: Luiz Pereira

Produção de arte assistente: André Soeiro, Gabriela Estrela, Lara Tausz, Marisa Azevedo e Patrícia Fernandes

Equipe de apoio à arte: Agenor Malvino, Jose L. Margato, Paulo Lisboa, Ricardo Paiva, Marco A. Velloso, Raul Sacramento e Carlos Guimarães

Produção de elenco: Elaine Macedo

Instrutora de dramaturgia: Vera Freitas

Produção musical: Edom Oliveira

Direção musical: Mariozinho Rocha

Caracterização: Lindalva Veronez

Equipe de apoio à caracterização: Solange Paulino, Marcos Henrique Rodrigues, Vânia Menezes, Hare, Ricardo Sartori, Marinez da Silva, Carlos Alexandre, Maria Solange de Oliveira, Núbia Maísa, Ligia da Costa e Catarina Mohilla

Edição: Paulo H. Farias, Roberto Mariano e William Alves

Sonoplastia: Thanus Chalita e Haroldo de Sá

Efeitos sonoros: Eduardo Silva, Adailton Bernardes, Ricardo Cadila e Nelson Seródio

Mixagem: Marco Villa Nova

Efeitos visuais: Toni Cid, Marcelo Brandão e Priscilla Lima

Videografismo: Alessandra Ovídio

Efeitos especiais: Marcos Soares

Abertura: Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro e Roberto Stein

Direção de imagem: Marco Antonio Ferreira Pinto

Câmeras - externa e estúdio: Edílson Giachetto, Lizanias Azevedo, Rafael Rahal, Alexandre Alves Tavares, Carlos Monerat, João Fonseca e Marcio Tanaka

Equipe de apoio à operação de câmera: Sergio Fialho da Silva, Wanderson Pereira da Silva e Marconi Couto Miranda Santos

Equipe de vídeo: Jorge Leal, Manoel Tiburcio, Cláudio Sargo, Gilberto Martins e Alexandre Carpi Barros

Equipe de áudio: Tavares Paiva, Rui Paulo Martins, Luiz Ferreira, Ricardo José Coelho da Fonseca, Jorge Marreiros, Enéas Antonio, Alexandre Silva Santos

Supervisor e op. sistema: Marcos A. Cheriff e André Almeida

Gerente de projetos: Ricardo Figueiredo

Supervisão de produção de cenografia: Guilherme Senges, Marco Antonio Vasconcellos, Francisco Silva, Roberto Rodrígues Marques e Uilton Nascimento

Equipe de cenotécnica: Luis Carlos Leal da Silva, Rosalie Anne Ferreira da Silva, Vanessa Salgado de Lima, Alis Galo Mendes, Andréa Ramy Mansur, Nelson Luiz Gonçalves, Tatiana da Silva Cunha, Jose Maria Ribeiro da Silva, Pedro Pereira da Silva, Carlos José Ferreira, Dario Pereira da Silva, Edson da Silva, Everaldo Luiz do Amaral, Jesu da Conceição Chagas, Jose Fernandes de Souza, Joseilton Bento da Silva, Vilson Cosme Teixeira Cyrino, Francisco Canindé de Azevedo, Jose Carlos de Souza, João Evangelista, Jorge de C. Barbosa Flor, Paulo Sily Pereira, Sebastião Silva Santos, Cláudio Luiz Querido Guimarães, Antonio Carlos de Oliveira, José Alípio da Silva Neto, Railton Antonio da Conceição, Wilson José dos Santos, Cláudio da Silva, Jose Carlos Oliveira Costa, Severino Geraldo de Santana, Cristóvão Antonio Félix, Fernando Barcelos Lopes, Jorge Joe Cabral, Emmanuel Ferreira da Silva, Maria de Fátima S. de Almeida, Aciel da Silva Campos, Alexandre Tavares da Silva, Carlos Renato Cardoso Ferreira, Edgil José Pinheiro, Fabio Flaviano de Menezes, Flavio Neves Marques, Jose Cavalcante Gomes, Josias Guimarães, Julio César Pinto Brandão, Marcelo Fanzeres Pitanga, Marcelo Paiva Santos, Ronaldo Hervano Pinto e Wagner Paulo de Miranda

Pesquisa: Leila Melo

Continuidade: Carla Neuma, Izabella Cid, Luana Fernandes e Teresa Prata

Assistentes de direção: Miguel Rodrigues, Alexia Maltner, André Toscano, Felipe Louzada e Alex Cabral

Produção de engenharia: Marcos Araujo

Equipe de produção: Adailza Alvim, Raul Gama, Wilson Garita - Gringo, Luiz Carlos Mendonça Jr., Marcelo Martins, Fernanda Gomes, Luiz Carlos Jovita e Rodrigo Lassance

Coordenação de produção: Patrícia Loureiro, Marcelo Lisboa, Nelson Fernandes, Marilia Fonseca e César Brasil

Produção executiva: Isabel Ribeiro

Gerência de operações: Augusto Seixas

Gerência de produção: Roberto Câmara

Direção de produção: Alexandre Ishikawa

Núcleo: Wolf Maya

Fonte: Memória Globo (com adaptações)